a concerto selectbanner-spotlightculturadestaque | reportagemmúsica

Calíope o concerto que juntou oito musas

Teatro Maria Matos

Calíope a musa da poesia épica o mote para o concerto de ontem no Teatro Maria Matos, no Dia Internacional da Mulher, que levou ao palco mulheres criativas e poderosas, para um concerto fantástico.

A Garota Não, Aline Frazão, Ana Bacalhau, Elisa Rodrigues, Joana Alegre, Joana Espadinha, Joana Machado e Marta Hugon foram as musas que levaram toda a sua criatividade e poesia ao Teatro Maria Matos e tiverem a a recebe-las uma casa cheia que as acarinhou desde o primeiro minuto.

Caliope > Teatro Maria Matos ©Luís M. Serrão – ineews < 2023.03.08

O concerto foi promovido pela Akto – Direitos Humanos e Democracia, e conta com o apoio da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e da Sociedade Portuguesa de Autores e contou coma presença do Primeiro Ministo, António Costa e com o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, no Dia Internacional da Mulher.

Serviu também para de lançamento do disco com o mesmo nome, uma celebração da mulher enquanto musa criadora, através de canções originais escritas por algumas das vozes mais importantes da musica portuguesa, e das mais criativas.

Caliope > Teatro Maria Matos ©Luís M. Serrão – ineews < 2023.03.08

Calíope levou ao Teatro Maria Matos oito musas, A Garota Não, Aline Frazão, Ana Bacalhau, Elisa Rodrigues, Joana Alegre, Joana Espadinha, Joana Machado e Marta Hugon, acompanhadas por Diogo Duque, na trompete e flauta, Ana Isabel Dias na harpa, Sofia Queiroz, no contrabaixo, André Sousa Machado, na bateria e Luis Figueiredo no piano e teclados e que assumiu também a direcção musical.

O concerto teve a concepção de Marta Hugon, responsável por juntar estas fantásticas artistas no álbum e em palco.

 

Calíope – fonte infopédia
Calíope é a musa da poesia épica. Filha de Zeus e Mnemósine (memória), é uma das noves musas, que têm por missão a inspiração dos seres humanos para que estes se tornem criativos na arte e na ciência. As outras musas são Clio (Musa da história), Tália (Musa da Comédia e da poesia ligeira), Melpómene (Musa da Tragédia e da harmonia musical), Érato (Musa da poesia erótica), Urânia (Musa da astronomia), Polímnia (Musa da poesia sacra), Terpsícore (Musa da dança e do canto) e Euterpe (Musa da poesia lírica).Da união com Eagro, rei da Trácia ou de Apolo (deus da música), Calíope foi mãe de Orfeu (poeta mítico e músico). Amada por Apolo, teve mais dois filhos: Himeneu (deus dos cantos nupciais, do casamento) e Iálemo (deus dos cantos tristes pelos que morrem jovens);
Calíope, na mitologia grega, surge representada com um estilete e tabuinhas de escrita nas mãos. De porte majestoso, aparenta ser uma jovem mulher, coroada de ouro, com supremacia entre as musas suas irmãs.
Camões, no início do Canto III de Os Lusíadas, pede a Calíope que o inspire para melhor contar a história de Portugal, como Vasco da Gama a relatou ao Rei de Melinde.

Siga-nos nas redes sociais como o Facebook, Twitter, Instagram, Youtube e TikTok e veja os nossos conteúdos exclusivos.

Please follow and like us:
Pin Share
Mostrar Mais

Artigos Relacionados

Botão Voltar ao Topo
error: Content is protected !!