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Amor Electro e Viva o Samba no Lisboa ao Palco

Amor Electro e Viva o Samba atuaram no festival Lisboa ao Palco, na Quinta da Alfarrobeira

De 11 de Setembro a 4 de Outubro, a Quinta da Alfarrobeira, em São Domingos de Benfica, Lisboa, acolhe 10 noites de música portuguesa, reunindo em 20 espectáculos nomes de renome e em ascensão da indústria musical nacional. O recinto terá capacidade reservada para cerca de 600 lugares sentados respeitando todas as regras de distância social, higiene e segurança estabelecidas pela Direcção-Geral da Saúde. Os bilhetes estão à venda pelo preço único de 15 €.

Lisboa ao Palco arrancou a 11 de Setembro com os concertos de Joana Espadinha e David Fonseca, e desde então muitos grandes nomes subiram ao palco da Quinta da Alfarrobeira, como António Zambujo, Buba Espinho, GNR, Cordel, Moonspell, Murais, HMB, Matay, Carolina Deslandes, Maro e Miroca Paris.

No último sábado foi a vez do grupo Viva o Samba e da banda Amor Electro subirem ao palco.

O grupo Viva o Samba foi fundada em 2015 pelos músicos Cícero e Humberto Mateus e sempre teve como objetivo divulgar a cultura musical brasileira de excelência em terras portuguesas. O samba, patrimônio cultural imaterial da humanidade pela Unesco, é culturalmente rico e alegre que cativa e enobrece com suas riquezas e o grupo Viva o Samba reune 12 músicos, desde voz, percussão, viola, banjo, bandolim, cavaquinho e muito mais.

O concerto começou por volta das 20h45 e pudemos ouvir vários temas de samba como “Fonte Que Não Seca”, sobre a fonte inesgotável e o retrato do Brasil que é o Samba, Total Discordia”, “Quem Te Viu, Quem te Vê”, “Brigas Nunca Mais”, a sua versão da canção “Circo de Feras” da banda portuguesa Xutos & Pontapés, e o emblemático samba “Trem das 11“.

Após uma breve pausa para reorganizar o palco e falar com um membro da União Audiovisual, foi a vez dos Amor Electro subirem ao palco.

Desde o seu álbum de estreia em 2011, os Amor Electro não pararam de crescer, tornando-se uma das principais bandas da música portuguesa da atualidade. Assim que lançaram “Cai do Carmo e Trindade“, Tiago Pais Dias, Rui Rechena, Ricardo Vasconcelos e Mauro Ramos garantiram a Marisa Liz, reconhecidamente uma das vozes mais destacadas da música portuguesa, o ambiente ideal para mostrar o seu talento, num estilo único onde modernidade, tradição, raízes populares e tecnologia convergem para criar um som excepcionalmente original, cheio de carisma e emoção.

Os Amor Electro consolidaram-se como uma referência artística no panorama musical português, atingindo a platina, recebendo diversos prémios e distinções e a realizar espectáculos por todo o país. Fazem parte da geração que estabeleceu a música moderna portuguesa e perdeu a vergonha de cantar na língua de Camões. Sua mistura musical pop-rock, combinada com a honestidade de sua performance, liberta espaço para que a música cresça e respire, permitindo liberdade de movimento combinada com uma vocação íntima, apaixonada e genuína.

O concerto no Lisboa ao Palco começou por volta das 22h00 onde pudemos ouvir grandes sucessos da banda e músicas do seu último álbum #4, como “Alternativa”, “Canção de Embalar”, o mais recente single que fizeram com José Cid “Cai Neve Em New York”, “De Candeias Às Avessas”, “Só É Fogo Se Queimar”, “Foi Deus” e “Fado Português” canções de Amália Rodrigues, “Miúda do Café”, “Juntos Somos Mais Fortes”, “Rosa Sangue” e “A Máquina”.

De 11 de Setembro a 4 de Outubro, a Quinta da Alfarrobeira, em São Domingos de BenficaLisboa, acolhe 10 noites de música portuguesa, juntando em 20 espectáculos nomes consagrados e em ascensão. O recinto terá uma lotação reservada a cerca de 600 lugares, sentados, cumprindo todas as normas de distanciamento social, higiene e segurança enunciadas pela Direcção Geral de Saúde. Os bilhetes encontram-se à venda a partir de hoje3 de Setembro, pelo preço único de 15€, na Blueticket, locais habituais e no recinto, nos dias de espetáculo às 19h00 e aos Domingos às 17h30.

A Quinta da Alfarrobeira é um lugar emblemático. Quando João Frederico Ludovice projectou, construiu e habitou esta quinta, a partir de 1748, jamais imaginaria que, cerca de três séculos mais tarde, a mesma viria a transformar-se num espaço que pretende reunir e aproximar os cidadãos ao poder local, dando corpo a uma intervenção política, social e cultural muito mais direta e próxima das pessoas: aqui podem frequentar-se as aulas da Academia de São Domingos ou assistir a eventos culturais, como o Lisboa ao Palco, que marca a rentrée musical em Lisboa, dentro da normalidade possível neste período de pandemia, enquanto todos, artistas e público, aguardam pelo dia em que os espectáculos tornarão a funcionar na sua plenitude.

O ciclo Lisboa ao Palco é uma iniciativa da C.M. Lisboa e EGEAC, com o apoio da Junta de Freguesia de São Domingos de Benfica, produzida pela Sons em Trânsito e Tejo Music Lab, com o objectivo de assinalar este regresso aos palcos bem como celebrar a riqueza e diversidade da música portuguesa. A programação ficou a cargo de Diogo Clemente.

 

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