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Cláudia Pascoal dá a voz do novo genérico de “O Homem Que Mordeu o Cão”

a convite de Nuno Markl

Uma amizade “sazonal” e um amor por “fazer coisas estúpidas” estão na origem da nova identidade sonora do icónico programa da Rádio Comercial.

Cláudia Pascoal, uma das vozes mais distintivas da nova música portuguesa, é a criadora do novo genérico do programa O Homem Que Mordeu o Cão, da Rádio Comercial. O tema, tão peculiar e irreverente quanto o próprio programa, nasceu de uma amizade improvável e de um amor comum por “fazer coisas estúpidas”, como a própria artista confessou.

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Cláudia Pascoal

A oportunidade surgiu de um convite do humorista Nuno Markl, com quem Cláudia partilha uma amizade peculiar que descreve como “sazonal“: “A nossa amizade é tipo um panetone. É sazonal, fico contente de o ver na mesa, mas um pedacinho já chega para o ano todo. Resumindo, não é um mousse de chocolate, mas é muito bom”, brincou a artista.

O resultado é um jingle único que combina a sensibilidade musical de Cláudia com o humor característico do programa. Misturando elementos da música tradicional portuguesa com um toque moderno, a artista entregou uma peça leve e cativante que se encaixa na perfeição num dos segmentos de rádio mais acarinhados de Portugal.

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Cláudia Pascoal < O Sol da Caparica – Dia 18 < Costa da Caparica 2024.08.18 ©Luís M. Serrão

A parceria artística vem de um amor comum pela série Rick and Morty. Markl convidou-a então para cantar ao vivo “Goodbye Moonmen”, tema da série, num momento que o próprio humorista recorda como “muito bonito”. Mais tarde, Markl acabou por participar no primeiro álbum de Cláudia, num solo na última faixa. Agora, o convite foi invertido: Nuno Markl chamou Cláudia para criar a identidade sonora do popular programa da manhã.

Sobre o processo criativo, Cláudia Pascoal explica, com a sua habitual dose de humor, que a canção foi construída a partir de um beat que inclui elementos tão variados como bombo, triângulo, ukulele, latidos de cães e a exclamação “bom… ahh!” do próprio Markl. O refrão, composto pela repetição da palavra “cão“, foi a solução genial e descomplexada que encontrou: “Pensei eu: tem de ser algo muito inteligente… Tem de ser algo que nunca ninguém se lembraria. Tipo cão”.

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Cláudia Pascoal < O Sol da Caparica – Dia 18 < Costa da Caparica 2024.08.18 ©Luís M. Serrão

O novo genérico de Cláudia Pascoal para O Homem Que Mordeu o Cão já está a ser emitido na Rádio Comercial.

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