- 18 de Maio – Coliseu Porto Ageas ESTREIA ABSOLUTA
- 30 de Maio a 2 de Junho – São Luiz Teatro Municipal
- 7 a 16 de Junho – Cine Teatro São João de Palmela
- 6 de Julho – Festival de Teatro de Almada
“1001 Noites – Irmã Palestina” é uma cocriação do Teatro O Bando e da Companhia Olga Roriz, em parceria com a Banda Sinfónica Portuguesa, onde teatro, dança e música conduzem o público pela antologia das histórias preservadas na ancestral tradição oral, numa das mais importantes obras da literatura universal, “As Mil e Uma Noites”.
Sob direção artística conjunta de Olga Roriz e João Brites, o espetáculo conta no elenco com oito atores e bailarinos que representam inúmeros personagens, entre os quais Xariar, Xerazade e Doniazade, representada por Maria Dally, bailarina palestiniana, a irmã de Xerazade, que com ela confidencia e urde o plano que salva a população da ira do rei Xariar. A estes junta-se ainda um conjunto de 30 músicos a interpretar ao vivo a música composta por Jorge Salgueiro e Fábio Marques.
A origem das histórias de “As Mil e Uma Noites” dá corpo a uma transversalidade civilizacional que se relaciona com diferentes pontos de vista, diferentes pontos de origem, diferentes povos, juntando-nos em torno das inúmeras variantes da obra que circulam na Ásia, na América Latina, na Europa. Como Xerazade, a missão é contar histórias para sobreviver, sim, mas também para mudar o mundo.

Integrado nas celebrações do 50º aniversário do Teatro O Bando, o espetáculo representa a procura pelas verdades que se escondem nas ficções e as ilusões que enevoam a realidade, procurando aceitar que, num mundo tão dividido e com tantos pontos de vista, a dúvida e a indagação podem ainda ser lugares de reconhecimento e encontro.
Uma viagem percorrida pel’”As Mil e Uma Noites”, fio condutor da tetralogia que nos próximos quatro anos ganha vida pela mão de diferentes encenadoras e encenadores do Teatro O Bando, em que um novo espetáculo nasce a partir do final do espetáculo anterior. “1001 Noites – Irmã Palestina” representa uma nova cumplicidade em que Olga Roriz e João Brites intercetam os seus processos criativos. Em cada parte desta tetralogia, Doniazade é representada por uma atriz de uma cultura diferente, que dá o nome a cada uma das criações teatrais.
- Espetáculo inserido no FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica.
- Direção artística Olga Roriz e João Brites
- Elenco António Bollaño, Fabian Bravo, Maria Dally, Maria Fonseca, Marta Lobato Faria, Nicolas Brites, Rita Brito e Yonel Serrano
- Músicos Banda Sinfónica Portuguesa
- Flauta Carolina Brito e David Leão (Piccolo)
- Oboé Diana Magalhães e Juliana Félix
- Fagote Beatriz Rios
- Clarinete João Ramos e Horácio Ferreira (1º Clarinete), Bruno Silva e Rita Petiz (2º Clarinete), Rui Lopes e Pedro
- Ramos (3º Clarinete), Filipe Pereira (Clarinete Baixo)
- Saxofone José Pedro Gonçalinho (Soprano), Rita Pereira (Alto), Rui Cunha (Tenor), Marcelo Marques (Barítono)
- Trompa Samuel Ferreira, André Gomes, Rui Pires e Cristóvão Silva
- Trompete Tiago Peixoto, Sérgio Pereira e Carlos Martinho
- Trombone Tiago Nunes, Diogo Andrade e Gonçalo Dias
- Tuba Xavier Novo
- Percussão Jorge Lima, Paulo Mota e Pedro Góis
- Texto As mil e uma noites
- Tradução Hugo Maia
- Dramaturgia e cenografia João Brites
- Cocriação Teatro O Bando, Companhia Olga Roriz e Banda Sinfónica Portuguesa
- Coprodução Coliseu Porto / FITEI, São Luiz Teatro Municipal / EGEAC
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