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Elvira Fortunato é a vencedora do Prémio Pessoa 2020

A cientista Elvira Fortunato, 56 anos, que desenvolveu o transístor de papel, é distinguida por uma carreira de excecional projeção, dentro e fora do país e pelo contributo notável para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação português.

Para o júri, “a ciência e a inovação são sinónimos da carreira de Elvira Fortunato”, sublinhando o “trabalho pioneiro na área da eletrónica transparente, usando materiais sustentáveis e com processamento completo à temperatura ambiente, e de grande impacto na indústria eletrónica mundial”.

Cientista, professora catedrática e vice-reitora da Universidade Nova de Lisboa, Elvira Fortunato é especialista em Microelectrónica e Optoelectrónica, e uma das inovações pela qual se destaca é a do transístor de papel.

O Prémio Pessoa, no valor de 60 mil euros, é uma iniciativa do semanário Expresso e da Caixa Geral de Depósitos, e visa reconhecer a atividade de pessoas portuguesas com papel significativo na vida cultural e científica do país.

O júri deste ano foi composto por Francisco Pinto Balsemão (presidente), Emídio Rui Vilar (vice-presidente), Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Eduardo Souto de Moura, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira Nery e Viriato Soromenho-Marques.

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