Festival Fuso exibe 44 obras em Agosto
Nesta 13.ª edição do Fuso, a programação irá propor novas perspetivas da videoarte, com autores e obras contemporâneas, e peças históricas raramente ou nunca vistas em Portugal, segundo a organização.
Em julho, o festival tinha anunciado uma seleção de 16 obras de 16 artistas entre 220 candidaturas de 91 criadores, duplas e coletivos.
Nesta edição, a organização propõe-se explorar o termo “fronteira” no seu sentido físico e digital, geográfico e político, associado, inevitavelmente, a ideias contraditórias de pertencimento e exclusão, de liberdade e restrição, de proteção e defesa.
A concurso vão estar obras de videoarte dos artistas Cristina Ataíde, Pedro Calapez, Ema Ramos, Bruno Carnide, Eduardo Brito, Francisco Miguel, Grégory Le Lay, o coletivo Helena Inverno, Verónica Castro e Bouchra Ouizguen, Nuno Nunes-Ferreira, Paula Albuquerque, Renata Bueno, Sally Santiago, Sara Bernardo, a dupla Sofia Arriscado e Costanza Givone, Susana Anágua e Tânia Dinis, selecionados para concurso por Jean-François Chougnet, diretor artístico do FUSO, na sequência de uma ´open call´.
As obras serão apresentadas na abertura do festival, a 25 de agosto, no Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa.
A organização irá atribuir dois prémios: o Prémio Aquisição Fundação EDP/MAAT para a melhor obra eleita pelo júri presidido por Margarida Chantre (Fundação EDP/MAAT), e o Prémio Incentivo Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, atribuído pelo público, que consiste numa bolsa de estudos.




