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Estudantes e docentes do IPS juntam-se às empresas em projetos de cocriação

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Estudantes e docentes do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) vão, ao longo das próximas semanas, trabalhar em conjunto com empresas e organizações na resolução de problemas reais, numa perspetiva de cocriação.

As equipas multidisciplinares de trabalho, criadas no âmbito do Projeto de Inovação Pedagógica, lançado pela plataforma de inovação de origem finlandesa Demola no final de 2020, serão apresentados numa sessão online de lançamento marcada para a próxima quarta-feira, dia 24, a partir das 17h00.

A reunião de arranque, via plataforma Colibri/Zoom (https://videoconf-colibri.zoom.us/j/81518214594), contará com as intervenções do presidente do IPS, Pedro Dominguinhos, do CEO da Demola Global, Ville Kairamo, e de Cristina Jacinto, da Comissão Diretiva do Programa Operacional Capital Humano (POCH), que financia este projeto.

A apresentação dos projetos de cocriação, que abarcam áreas como Serviços DisruptivosNovas TecnologiasSociedade & CulturaBem-estar e Sustentabilidade, será moderada pelos docentes Luísa Carvalho e Nuno Pina, a equipa de coordenação pedagógica do projeto no IPS. Ao todo são oito projetos, envolvendo as empresas Introsys, Ultra Aventura, PROComSom, Sinalcabo, Nokia Portugal e Ascenza, bem como os municípios de Setúbal e do Barreiro.

Envolvendo atualmente 50 instituições de ensino superior, 750 mil estudantes e um conjunto alargado de organizações em todo o mundo, trata-se, no entender de Luísa Carvalho, de “um projeto estratégico que permite o desenvolvimento de um conjunto de ações, nos domínios da formação de docentes, ligação com a comunidade e empresas para a resolução de problemas em cocriação, e internacionalização”, sendo, por isso, “uma mais-valia para a comunidade IPS integrar esta rede internacional”.

A docente defende que “cada vez mais as instituições de ensino superior têm de estar interligadas e trabalhar em rede com a comunidade, com as empresas, mas também com outras organizações num contexto internacional”, e enumera os vários benefícios decorrentes desta experiência para as várias partes envolvidas.

Para os estudantes, significa “ter a possibilidade de aprender num formato inovador, colaborativo, aplicado e com suporte em ferramentas inovadoras e mundialmente testadas”, enquanto que, para os docentes, representa a “oportunidade de receber formação no âmbito de metodologias de ensino inovadoras e atuais”.

Por último, a comunidade, representada pelas organizações com e sem fins lucrativos envolvidas, sai beneficiada pelo “contributo das ideias dos millennials e do seu pensamento divergente na resolução de problemas reais”.

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