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João Gil assinala 46 anos de carreira, com novo álbum, em concerto mágico

Coliseu dos Recreios

Realizou-se no Coliseu dos Recreios o lançamento do novo álbum de João Gil quando comemora 46 anos de carreira, e teve a companhia de muitos convidados que com ele quiseram celebrar a data.

João Gil que nos tem encantado com tantas musicas ao longo da sua carreira, apresentou o seu álbum, “46 JG 22“, na companhia de vários convidados Frankie Chavez, Ana Bacalhau, Miguel Araújo, Nuno Guerreiro entre outros, tocaram os temas com que João Gil nos tem brindado nos Trovante, Rio Grande, Ala dos Namorados ou a solo.

João Gil > Coliseu dos Recreios ©Margarida Rodrigues – ineews < 2022.09.17

João Gil, compositor e guitarrista, um dos nomes mais reconhecidos da música portuguesa. Nasceu na Covilhã em Dezembro de 1965, mas veio para Lisboa ainda adolescente. Foi com Artur Costa, em 1975 nos Soviete do Areeiro que se iniciou profissionalmente. No ano seguinte com João Nuno Represas, Luís Represas, Artur Rocha e Manuel Faria, forma os Trovante.

De sucesso em sucesso, a discografia dos Trovante foi crescendo, “Baile do Bosque”, “Cais das Colinas” onde está incluído “Saudade” com letra e música do próprio João Gil, mas são tantos os temas que fazem parte da nossa memória comum, “Esplanada”, em co-autoria com o João Monge, “Xácara das Bruxas Dançando”, “Memórias de um beijo”, “125 Azul”, com Luís Represas ou ainda “Perdidamente”.

João Gil depois de terminados os Trovante, funda novos projectos, como os Moby Dick com Artur Costa e Alex Cortez dos Rádio Macau, Ala dos Namorados com Nuno Guerreiro como vocalista e o guitarrista Moz Carrapa e rapidamente conquistam o publico com “Loucos de Lisboa” o seu primeiro single a que se juntariam tantos outros sucessos.

Coliseu dos Recreios

Juntando-se a Rui Veloso, Tim, Jorge Palma, Vitorino e João Monge, nasce o projecto Rio Grande de que “Postal dos Correios” e “Fisga” talvez sejam a melodias mais conhecidas do publico de todas as idades, mas também Cabeças no Ar com Rui Veloso, Jorge Palma e Tim, com letras de Carlos Tê, realiza concertos com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, e a Filarmónica Gil, segue-se uma incursão no fado com Ana Sofia Varela, ou mais recentemente em Baile Popular, Tais Quais ou o Quinteto Lisboa, é tão vasta e rica a carreira deste compositor português, sempre pautada pela excelência e qualidade.

Numa noite de emoções fortes, homenagens a Carlos do Carmo e a Zé Pedro dos Xutos foram momentos que deixaram umas lagrimas de saudade em muitos dos que encheram a sala de Lisboa.

Um concerto que foi longo, só podia mesmo ser, tão rico é o espólio do autor, despediu-se do Coliseu cantando “Saudade” sem guitarra, sem microfone, mas com todos em coro numa noite mágica para quem esteve presente.

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