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‘Les Prières de Delphine’ vence 18.º IndieLisboa

Os vencedores do 18.º Festival Internacional de Cinema IndieLisboa, a decorrer desde 20 de agosto, foram anunciados numa cerimónia no Pequeno Auditório da Culturgest.

“Les Prières de Delphine”, que valeu à realizadora camaronesa, radicada na Bélgica, Rosine Mbakam o prémio de 15 mil euros, faz um retrato de uma jovem camaronesa que carrega uma bagagem de sofrimento, pertencente a uma geração de jovens mulheres africanas destruídas pelas nossas sociedades patriarcais e abandonadas para a exploração sexual Ocidental, como único meio de sobrevivência.

Este júri decidiu ainda atibuir um Prémio Especial a “The Inheritance”, de Ephraim Asil.

O Prémio para Melhor Longa-Metragem Portuguesa, no valor de cinco mil euros, foi para “No táxi do Jack“, de Susana Nobre. O Prémio de Melhor Realização para Longa-Metragem Portuguesa, no valor de mil euros, foi atribuído a Marta Sousa Ribeiro, por “Simon Chama“.

O prémio para Melhor Curta-Metragem Portuguesa, no valor de dois mil euros, foi para “O que resta“, de Daniel Soares, e o Novo Talento The Yellow Color, no valor de 1.500 euros, para “The Shift”, de Laura Carreira.

No campo das curtas-metragens, mas a nível internacional, o Grande Prémio, no valor de quatro mil euros, foi para “Keep Shiftin‘”, de Verena Wagner.

No prémio de Melhor Curta de Animação venceu “Thank You”, de Julian Gallese, no de Melhor Curta de Documentário venceu “À la recherche d’Aline“, de Rokhaya Marieme Balde, e o de Melhor Curta de Ficção o “Come here”, de Marieke Elzerman. Estes prémios têm um valor de 500 euros, cada um.

O 18.º IndieLisboa termina hoje com a exibição de “Paraíso”, filme de Sérgio Tréfaut, rodado no Brasil.

Em 2022, o festival deverá voltar ao calendário pré-pandemia, e decorrer entre abril e maio.

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