O português David Bruno, músico e produtor português de Vila Nova de Gaia, apresentou-se no palco principal, e como sempre, é muito acarinhado pelo público, conseguindo aquecer, ainda mais, os fãs que, apesar do sol e calor não perderam o concerto, apesar das poucas pessoas na Bela Vista, os que estiveram, cantaram e dançaram com David Bruno e deliraram com as loucuras do Bandeiras.
Depois de uma Intro, podemos ouvir “Praliné”, “Mesa para dois no Carpa”, “10 em 10”, “Bebe & Dorme”, “Interveniente acidental”, “Inatel”, “O Pedrinho”, “Desta de Espuma” e “#150ml”.
Conhecido por criar obras com uma forte narrativa e uma sonoridade única que mistura hip-hop, electrónica e elementos da música popular portuguesa, com um foco particular nas regiões do Grande Porto e Douro Litoral.

A sua música destaca-se por ser um “olheiro da portugalidade”, explorando o “kitsch suburbano português” de uma forma artística e muitas vezes humorística. Construiu narrativas compostas nos seus álbuns, recorrendo a samples de música e sons do quotidiano para criar um universo sonoro que remete para locais e situações específicas de Portugal.
O próprio descreve o seu processo criativo como o desenvolvimento de um “filme” na cabeça, onde a música serve para alimentar as histórias que quer contar. A sua identidade visual, presente nos videoclipes e nas performances, também complementa esta estética, jogando com o “foleiro” e o “mainstream” de forma irónica.
Da sua discografia fazem parte álbuns e EPs como:
- O Último Tango em Mafamude (2018)
- Miramar Confidencial (2019)
- Raiashopping (2020)
- Sangue e Mármore (2022)
- Paradise Village (2024) – o seu mais recente álbum.
Hoje e amanhã poderá ver MEO Kalorama


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