Uma voz incómoda, por vezes, astuta, sempre, um músico de excelência que não deixa ninguém indiferente, Manel Cruz esteve em Lisboa para apresentar, sozinho, mas acompanhado pelas suas guitarras as suas novas, belas, canções.
Manel Cruz vai apresentou-se a solo para apresentar ao público temas ainda não editados, uma forma romântica de apresentar as suas novas criações, Manuel até brincou com isto, os público terá de ir ao Tivoli para o ouvir de forma exclusiva.

O trabalho é tão bom que depois de levar Portugal a ouvi-lo ao vivo, esperamos que o edite, para o podermos ouvir, guardar, lembrar sempre que poder ser.
Foi a primeira vez que o artista levou as sonoridades nas quais tem trabalhado, a palco, numa performance sem banda, sempre astuto e mordaz, falou sobre cada tema, cada ideia, que o levaram a escrever sobre canção, a guerra, paz, escolhas, entre outros, dando um contexto ao público que o ouviu.

Entre músicas e aplausos, muitos aplausos de fãs, amigos e colegas, podemos ouvir, “Onde estou”, “Beija-flor”, “Constelação”, “Ginger Lynn”, “Lágrimas são pra correr”, “Mal nenhum”, “Falso Graal”, “Acordou”, “Pode beijar a noiva”, “Meu Governo”, “Arte Oculta”, “Como um bom filho do vento”, “Canção sem título”, “Foi o teu amor”, “Ovo”, “Lua de fogo” e “Reencontro” e no encore “A Aldeia do Maluco” e “Caracol”
Com um currículo musical sublime de Manel Cruz volta à estrada com um concerto “cru” que merece ser ouvido com toda a atenção.
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