Um dos concertos de abertura foi no Palco Galp Fado Café a cargo da Orquestra Sinfónica Juvenil Chiquinha Gonzaga, e que momento, foi lindo ver estas jovens mulheres brilharem ao som da MPB.
Fundada em 2021 com o propósito de promover a representatividade e diversidade entre instrumentistas do sexo feminino, a OSJ Chiquinha Gonzaga conta com 52 membros, embora no Festival tenha estado uma versão reduzida.

O grupo já se apresentou ao lado de nomes como Elba Ramalho, Alexandre Nero, Toni Garrido, Maria Gadú, Roberta Miranda e Mônica Salmaso, para além de referências da música erudita, como a soprano portuguesa Carla Caramujo e o tenor Eric Herrero.
No NOS Alive teve como convidada, também uma grande talento da música portuguesa, a fadista Teresinha Landeiro.
A Orquestra presta homenagem à pianista, compositora e primeira maestrina do Brasil, Chiquinha Gonzaga que inspirou luta feminina e fomenta o debate sobre a equidade de género.

Sobre a Orquestra Sinfónica Juvenil Chiquinha Gonzaga:
Com o objectivo de fomentar a representatividade e diversidade entre instrumentistas do sexo feminino, foi fundada em 2021 a Orquestra Sinfónica Juvenil Chiquinha Gonzaga, composta exclusivamente por raparigas – crianças e jovens alunas da rede pública de ensino do Rio de Janeiro. Sob a direcção da maestra Priscila Bomfim, o grupo, com 52 integrantes, estreou-se em junho deste ano num concerto com participação especial da cantora Elba Ramalho. Desde então, já passou por palcos de destaque como o TheatroMunicipal do Rio de Janeiro, a Casa França-Brasil e o Teatro Imperator, e actuou ao lado de artistas como Toni Garrido, Paula Lima, Maria Gadú, Mona Vilardo, Angelica de la Riva, Carla Caramujo, Eric Herrero, Mel Lisboa e Mônica Salmaso.
Em novembro de 2022, no âmbito das comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil, a Orquestra realizou a sua primeira digressão internacional, com apresentações em Cascais e Braga (Portugal) e em Madrid (Espanha). Em 2023, seguiu-se uma digressão na Suíça com o espectáculo Aquarela Brasileira, que passou por Zurique, Biel, Solothurn, Basileia e Genebra. Em 2024, parte da Orquestra participou num intercâmbio com a Orquestra Jovem de Bordéus, em França.
O nome da Orquestra presta tributo à pianista, compositora e primeira maestrina do Brasil, Chiquinha Gonzaga – uma artista visionária que enfrentou o preconceito e usou a sua música como veículo de emancipação e mudança. A Orquestra simboliza a luta das mulheres por equidade e afirma-se como espaço de reflexão e transformação. O seu repertório transita entre obras nacionais e internacionais.
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