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Martim Canavarro no Teatro Sá da Bandeira em “O Último Banho”

O Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, recebe duas sessões do Filme “O Último Banho”, de David Bonneville, nos próximos dias 7 e 8 de julho, às 20h30, que conta com a participação de Martim Canavarro.

O Último Banho” é a primeira longa-metragem do realizador portuense David Bonneville, que estreou no dia 1 de julho e abriu o 23º Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira. Com as irmãs Anabela e Margarida Moreira nos principais papéis, o Filme conta com a participação do jovem modelo e ator Martim Canavarro, e chegou a semana passada ao grande ecrã.

O Filme tem como ponto de partida uma história verdadeira – a do nascimento quase milagroso de um bebé de sexo masculino, numa zona pouco povoada e envelhecida no interior de Portugal. Josefina (Anabela Moreira), está prestes a fazer os votos perpétuos, mas tem de regressar à aldeia onde cresceu para o funeral de seu pai. Aí reencontra o sobrinho (Martim Canavarro), abandonado pela mãe (Margarida Moreira), e é compelida a adotá-lo. O regresso à casa de família transporta-a para um passado sombrio e para uma realidade de solidão e intimidade. A adolescência do sobrinho e a profunda religiosidade, o perigo de pecado e a ameaça de regresso da irmã, são desafios que terá de enfrentar.

O jovem modelo Martim Canavarro, surge no papel de sobrinho de Josefina. Não obstante a sua curta experiência nas artes audiovisuais, Martim revelou-se um excelente actor. A sua fotogenia e carisma nas imagens captadas pela câmara traduzem-se pelo seu olhar, ora tímido ora audaz, e pelo seu sorriso cativante que seduz tanto as personagens do filme como os espectadores.

Em “O Último Banho”, David Bonneville alia o seu ponto de partida factual: juventude – a atracão pelo que é singular e excecional num lugar despovoado, à religião – ainda muito enraizada e premente nas populações das aldeias do interior. Nas palavras do realizador, este filme trata as descobertas pessoais, a forma como podemos encarar a nossa real individualidade, apesar das obrigações a que nos impomos, das nossas crenças, ou das pressões da sociedade.

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