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Martim Vicente lança novo álbum e anuncia concertos em Lisboa e Porto

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Martim Vicente está de volta com um novo álbum, Coração. Depois de ter estreado, no passado mês de outubro, o single “Somos Metade”, da autoria de Carolina Deslandes, o cantor e compositor português de raízes africanas prepara-se agora para lançar o seu segundo trabalho de estúdio, que verá a luz do dia já no próximo dia 3 de dezembro.

Coração sucede o disco de estreia do cantautor, Caminho (2016), e apresenta-se como um disco intimista, numa fusão de canções criadas com voz e guitarra e uma sonoridade mais moderna, viajando pela Indie Pop, a música alternativa e abraçando por vezes a cultura lusófona. Em todo o disco é, também, possível encontrar vários pormenores que contam a história da sua gravação, como o som dos grilos que durante a noite rodeavam a casa de Viseu onde Martim e Francisco Sales, produtor do álbum, escreveram e produziram várias das canções.

As referências ao coração também são óbvias ao longo das 11 faixas que compõem o disco – entre as quais 9 temas inéditos, escritos e compostos por Martim Vicente, e uma versão do hit “Ai Se Ele Cai”, dos Xutos & Pontapés. “Coração pretende demonstrar que, apesar do coração do ser humano ser, muitas vezes, um turbilhão de emoções, tem um tempo para tudo, inclusive para amadurecer e encher-se daquilo que de facto precisa para ficar completo. Esse caminho pode ser longo e por vezes duro, mas será recompensador e trará paz no final”, afirma o artista.

Além de um novo álbum, Martim Vicente anuncia também dois concertos para o início do próximo ano, nos quais irá apresentar ao vivo e em primeira mão os temas deste seu mais recente trabalho. Os espetáculos estão agendados para os dias 26 de janeiro, no Teatro Maria Matos (Lisboa) e 28 de janeiro, no Auditório CCOP (Porto). Os bilhetes ficarão disponíveis em meados de dezembro.

Com este seu segundo trabalho, Martim Vicente espera “chegar às pessoas com o Coração, que o possam ouvir como um todo e que façam aquilo que mais gosto de ver – apoderarem-se delas. As canções fazem sentido quando estão a sair da minha caneta, mas é apenas um processo. Elas só se tornam completas quando deixam de ser minhas e passam a pertencer às vozes, mentes e corações do público”, acrescenta Martim Vicente.

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