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Mostra de Estátuas Vivas regressa às ruas, praças e largos da Baixa no próximo sábado

A Mostra de Estátuas Vivas está de volta para a sua quarta edição em Coimbra, já no próximo sábado, dia 18 de setembro. Uma organização da Câmara Municipal de Coimbra que, depois de um ano de interregno devido à pandemia, retoma esta iniciativa que foi um sucesso crescente nas edições anteriores. São 40 artistas urbanos, várias vezes premiados em festivais nacionais e internacionais, espalhados por ruas, praças e largos do coração da cidade, que vão recriar diversas personagens da cultura e da história de Portugal. Uma verdadeira galeria de arte ao ar livre, que pode ser visitada das 10h30 às 13h00 e das 16h30 às 19h00.

A Mostra de Estátuas Vivas está de volta às ruas da cidade para a sua quarta edição. Quatro dezenas de artistas vão recriar personagens da cultura e da história nacionais, como D. Afonso Henriques, D. Sancho I, Rainha Santa Isabel, o Guerreiro Árabe, um Poeta ou um Músico e os escritores Miguel Torga, Eça de Queirós e António Nobre. Pelo coração da cidade vão estar, também, várias outras personagens da tradição popular e do imaginário coletivo, como os Vendedores do Mercado, o Pescador, a Varina, o Camponês, a Tricana, os Camponeses Domingueiros, o Carteiro, o Vendedor de Castanhas, o Polícia Sinaleiro e o Cauteleiro, entre muitas outras novidades.

Destaca-se, nesta edição, a participação de estátuas esteticamente muito atrativas, que marcam presença, pela primeira vez, em Coimbra. É o caso das criações Força da Natureza, Saltimbanco, Homo Stressiens, Casal de Chocolate, Caixa de Música, Chapeleiro Louco, Peregrino, Vaso de Flores, Camponês, Três Estações (Primavera/Verão/Outono) e Partida, que arrecadou o primeiro lugar no Festival “Statues en Marche”, na Bélgica, nos passados dias 28 e 29 de agosto, num universo de 104 estátuas a concurso.

O evento, produzido pela “Background Serviços Profissionais de Produção”, tem direção artística de António Santos, pioneiro da “arte da quietude” e recordista mundial, que foi também homenageado na última edição do Festival “Statues en Marche”, pela sua carreira e pelos prémios alcançados. A iniciativa vai seguir, maioritariamente, a temática coimbrã, nas vertentes histórica, cultural, social e do quotidiano das suas gentes, e serão apresentados quadros vivos com abordagens de estilo e conceção distintas, para que o público possa apreciar o que de melhor se faz na arte em que o português António Santos foi pioneiro.

A mostra vai decorrer ao longo do eixo pedonal que une o Largo da Portagem à Praça 8 de Maio, estendendo-se a outras ruas, largos e praças do coração da cidade (tais como, Rua da Sofia, Terreiro da Erva, Rua Direita, Largo do Poço, Largo da Freiria, Rua Eduardo Coelho, Rua das Padeiras, Largo do Paço do Conde, Rua Adelino Veiga, Igreja de S. Tiago, Rua Sargento Mor e o Largo das Escadas do Gato).

O evento decorrerá no total cumprimento das regras das autoridades de saúde e de segurança de artistas e público. Os visitantes poderão circular livremente, sendo convidados a seguir um circuito orientado pelo coração da cidade, acedendo a um QR code que remete para o mapeamento da iniciativa, sugerindo-se o início do percurso na Praça 8 de Maio terminando na Rua Visconde da Luz.

A iniciativa evidencia a contínua importância dada pela Câmara Municipal de Coimbra à pluralidade de expressões artísticas, assumindo-se como mais um exemplo da ecletismo e inovação da política cultural realizada nos últimos anos.

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