Há bandas que não pertencem apenas à história da música: pertencem à história de cada um de nós.
Os Genesis são uma dessas raras formações que atravessam gerações, moldam sensibilidades e deixam uma marca indelével na cultura contemporânea. A sua fusão visionária de rock progressivo, teatralidade, poesia e inovação sonora transformou-os numa referência absoluta — um farol criativo que continua a inspirar músicos e ouvintes em todo o mundo.

Peter Gabriel cuja voz e presença redefiniram uma era do rock progressivo, e mais tarde Phil Collins, já como líder dos Genesis, desde logo reconheceu o talento de Martin Levac, destacando-o como um intérprete excecional, capaz de captar não apenas a técnica, mas a alma do universo Genesis. A sua ligação artística a Collins é conhecida e respeitada, e o seu trabalho tem sido celebrado pelo próprio — um selo de autenticidade raro e precioso.
A esta homenagem junta-se Nick D’Virgilio, um dos grandes bateristas da atualidade, fundador dos Big Big Train e um dos poucos músicos que teve o privilégio de tocar com alguns membros dos Genesis, mais propriamente e ultimamente com Steve Hackett, na sua digressão nos EUA. A sua presença neste espetáculo não é apenas simbólica: é a ponte viva entre o passado e o presente, entre a banda original e aqueles que continuam a elevar o seu legado.
E, como se isso não bastasse, esta celebração ganha uma dimensão ainda mais grandiosa com a Orquestra Sinfónica de Lisboa sob direção do maestro Stefano Sovrani, que transforma cada melodia numa experiência arrebatadora. Como diz a sinopse oficial, esta é uma noite onde “a força do rock progressivo se encontra com a grandiosidade de uma orquestra sinfónica”, elevando estas composições a um novo patamar de emoção e majestade.



