O Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian recebeu o concerto por Um Mundu Nôbu, reuniu em palco Calema, Carolina Deslandes, Dino D’Santiago, Jota Pê, Koffy, Soraia Morais e a Orquestra Sem Fronteiras liderada pelo maestro Martim Sousa Tavares.
Dino D’Santiago e Liliana Valpaços fundaram a Associação Mundu Nôbu que pretende ajudar jovens a integrarem-se e a realizarem os seus sonhos. Este é um projeto de enorme impacto social e cultural em Portugal.

Mundu Nôbu, “Mundo Novo” em crioulo cabo-verdiano, traduz a missão da organização com muita clareza, trabalhar em várias frentes, utilizando a cultura como ferramenta de transformação, apoio escolar e incentivo à continuidade dos estudos, combatendo o abandono escolar, workshops de música, produção, escrita e artes visuais, dando voz e ferramentas técnicas a novos talentos (frequentemente ligados ao Hip-Hop, Afrobeat e aos sons da diáspora), e ainda o empoderamento de jovens para que se tornem agentes de mudança nas suas próprias comunidades.

Os Calema, Carolina Deslandes, Dino D’Santiago, Jota Pê, Koffy, Soraia Morais e a Orquestra Sem Fronteiras liderada pelo maestro Martim Sousa Tavares deram ainda mais brilho a este maravilhoso projecto e encantaram todos os que estiveram na sala nesta grande noite de música sem preconceitos ou estigmas.

O Dino não é apenas o rosto da associação, é o mentor que aplica a filosofia da sua música, mistura a tradição e modernidade, a união de povos e a celebração da herança africana em Portugal, na vida, na música no palco. A Mundu Nôbu é, na prática, a materialização da mensagem de união que ele canta.
A associação tem uma presença forte na Área Metropolitana de Lisboa, colaborando com diversas entidades públicas e privadas para criar espaços de criação e pensamento crítico. Um projecto que merece o apoio de todos.


















































