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Lisboa recebeu uma noite cheia de romantismo por Pablo Alborán  

Pablo Alborán @ MEO Arena < 2026.04.25 ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao

O MEO Arena quase cheio foi a sala escolhida para o regresso de Pablo Alborán e da sua Global Tour KM0, fãs receberam-no com muito carinho e um enorme aplauso.

A digressão Global Tour KM0, que apresenta o seu último trabalho KM0, mas, claro, os clássicos não faltaram para delírio dos fãs que o foram ver, carismático e talentoso, o artista espanhol conquistou desde o primeiro acorde o público, numa noite de pop latino/flamenco um pouco de fado e muito romantismo, que aqueceu o coração especialmente da fã.

Pablo Alboran @ MEO Arena < 2026.04.25 ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao

Pablo salientou o privilégio de voltar a Portugal, especialmente num dia tão importante para o país, a Revolução de 25 de Abril de 1974, e celebrou mesmo o dia com o público, cantando “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso.

Pablo Alborán é a voz que redefiniu a música romântica e o pop latino na última década. O artista malaguenho conseguiu algo raro: ser um fenómeno de vendas massivo mantendo o prestígio e a sensibilidade de um cantautor clássico.

Pablo Alboran @ MEO Arena < 2026.04.25 ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao

O som de Alborán é uma mistura elegante de Pop Latino com o Flamenco das suas raízes andaluzas, adornado com produções de Fado ou ritmos mais modernos. Ao contrário de muitos artistas pop, ele escreve a maioria das suas canções, o que confere uma vulnerabilidade e honestidade que ligam imediatamente com o público.

São muitos os momentos que marcam a carreira de Pablo mas Solamente Tú editado em 2010 destaca-se, com um vídeo caseiro no YouTube foi o que o lançou para o mundo, continua ainda hoje a ser um dos seus hinos, também Prometo editado 2017 foi o álbum que marcou o seu regresso após um hiato, mostrando uma maturidade sonora incrível, e La Cuarta Hoja editado em 2022, o seu álbum mais solar e colaborativo, onde experimentou sons mais urbanos e festivos sem perder a sua essência.

Pablo Alboran @ MEO Arena < 2026.04.25 ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao

Pablo Alborán tem uma ligação quase umbilical com Portugal. Ele é um fã confesso de Fado e já colaborou com nomes como Carminho (no dueto inesquecível de “Perdóname“) e Ana Moura. É comum ouvi-lo arriscar o português em concertos ou até em gravações, o que o torna um dos artistas espanhóis mais queridos no nosso país.

Depois de uma pausa estratégica para composição, Pablo Alborán tem estado focado em novas sonoridades. Recentemente, tem explorado colaborações que cruzam o Atlântico, fundindo o pop espanhol com ritmos brasileiros e argentinos, mantendo-se como uma figura central nas grandes galas de prémios como os Latin Grammys.

 

 

Alinhamento

  • Intro
  • Clickbait
  • Tabú
  • Quién
  • Me quedo
  • Vámonos de aquí
  • No vaya a ser
  • Qué tal te va
  • Tanto
  • Mis 36 ((Piano and Voice))
  • Planta 7 ((Piano and Voice))
  • Algo de mí
  • Perfectos imperfectos / Que siempre sea verano / Tu refugio / ¿Dónde está el amor? (Medley)
  • Perdóname
  • Pasos de cero
  • Saturno
  • É Isso Aí (The Blower’s Daughter)
    (Cover by Ana Carolina & Seu Jorge, Original Song by Damien Rice)
  • Solamente tú
  • Por fin
  • KM0
  • Prometo
  • Copiloto
  • Vívela
  • La fiesta / Vivir
  • La vida que nos espera
  • Si quisieras

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