O primeiro dia do Coala Festival Portugal decorreu no sábado, com uma selecção musical que encheu o Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, um dia cheio de alegria e excelente música.
Caetano Veloso é uma figura central da cultura brasileira e um dos músicos mais influentes do mundo. Com uma carreira que atravessa décadas, ele é muito mais do que um cantor, é um intelectual, poeta e o principal arquiteto da música brasileira moderna.
O Coala recebeu-o de braços abertos, um concerto maravilhoso, alegria e felicidade estavam espelhados na cara de cada um dos que assistiram, a comunhão com o público que esteve no festival foi total.
No final da década de 60, Caetano, junto com a sua irmã Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé, criou o movimento Tropicalismo. Foi uma revolução cultural que misturou a música popular brasileira (MPB) com o rock psicadélico, a pop internacional e uma poesia antropofágica, desafiando a censura da ditadura militar brasileira.
A música de Caetano é um camaleão constante. Ele nunca se prendeu a um só estilo e tem uma capacidade quase sobrenatural de compor melodias perfeitas acompanhadas de letras literárias, dos quais se destacam “Sozinho” um dos temas mais cantados e amados da história do Brasil, “Alegria, Alegria”, hino que deu o pontapé de saída na Tropicalia, “Sampa”, uma ode à cidade de São Paulo, “Você é Linda”, “Coração Vagabundo” são apenas algumas das suas canções mais icônicas.
Além da música, a sua voz — tanto a falada como a cantada — é um farol para gerações de artistas, desde os seus contemporâneos até nomes como Vampire Weekend ou David Byrne (que é um confesso admirador da sua obra). Ele é o equilíbrio perfeito entre o intelecto refinado e a emoção crua.
Slow J é atualmente um dos nomes mais relevantes e influentes da música portuguesa e conquistou o Coala com o seu Hip-Hop mais puro.
O concerto no Coala foi apenas mais uma noite de glória de Slow J, uma entre tantas outras a que os seus fãs, e não só, têm tido o privilégio de assistir, uma noite de música honesta, pura e de letras ricas, como nos tem habituado ao longo da sua carreira.
Ele é um dos principais arquitetos do novo som de Portugal.Slow J destaca-se por não se querer encaixar em gavetas. O seu som é uma amálgama de Rap, R&B, Música Eletrónica e, mais recentemente, uma forte influência da música lusófona e tradicional portuguesa.
Ele produz grande parte das suas músicas, o que dá ao seu som um selo de autenticidade muito marcado. Cada projeto de Slow J marca uma fase distinta da sua vida e da sua evolução artística.
The Art of Slowing Down de 2017 é um álbum fundamental para o rap português moderno, onde explorou a introspeção e a vida entre Portugal e o estrangeiro, já em You Are Forgiven editado em 2019, é um disco mais maduro, focado na cura, no perdão e na aceitação, com faixas que se tornaram hinos nacionais, como “Te Quiero”.
Editado em 2023, Afro Fado é o seu trabalho mais ambicioso. Slow J funde o Fado, a música africana e o rap num álbum conceptual que tenta responder à pergunta: “O que é ser português hoje?”, foi um sucesso de crítica e público, esgotando palcos como a Altice Arena.
São vários os temas que o definem, que o destacam entre os seus pares: “Te Quiero”, “Complicado” (com Gson), “Casa”, “Tata” e “Sem Ti” (do álbum Afro Fado) são dos mais importantes.
A sua ligação à cidade de Setúbal é um elemento recorrente na sua lírica, servindo de base para o seu sentido de comunidade, família e valores. Ele é reconhecido pela sua escrita honesta e pela forma como consegue falar de sentimentos complexos — que muitas vezes os homens são desencorajados a expressar — com uma clareza desarmante.
Bonga é alegria, é lusofonia, é Angola, é Portugal, é uma festa que nunca mais acaba.
O Coala Festival Portugal recebeu Bonga, com muito carinho, a sua alegria e música contagiantes não deixaram ninguém indiferente, e a plateia que o foi ver em Cascais aproveitou cada música para cantar com ele e dançar ao ritmo do eletrizante semba.
José Adelino Barceló de Carvalho, Bonga, é uma lenda viva da música de Angola e um dos embaixadores mais importantes da cultura lusófona no mundo. Com uma carreira que atravessa várias décadas, a sua voz, rouca, profunda e inconfundível, é a banda sonora da resistência, da saudade e da identidade angolana.
Bonga é o mestre do Semba, o género musical tradicional angolano que é o antecessor direto do Samba brasileiro. A sua música é uma fusão de ritmos tradicionais, percussão vibrante e letras que contam a história de um povo.
Antes de ser um ícone musical, Bonga foi um atleta de elite (recordista de atletismo em Angola e Portugal) e um ativista político. Durante a luta pela independência de Angola contra o regime colonial português, Bonga foi perseguido devido às suas letras de intervenção e mensagens políticas. O seu exílio em Portugal e na Holanda permitiu-lhe gravar discos que serviram como armas de resistência, levando a causa angolana para o mundo.
“Mulemba Xangola” é a sua canção mais famosa. É uma ode à terra e às raízes, com uma melodia que fica no ouvido instantaneamente e não pode faltar nos seus concertos, mas também “Mariquinha”, um clássico absoluto dos bailes e festas de toda a lusofonia, ou “Kambua”, um exemplo do seu estilo inconfundível de contar histórias.
Bonga é um artista que consegue unir gerações. É respeitado tanto pela velha guarda que viveu o período da independência como pela nova geração de músicos (como Slow J, que frequentemente cita a influência da música angolana e da identidade lusófona). A sua capacidade de misturar o humor, a política e a emoção faz dele um contador de histórias sem igual.
Uma união feita nos céus, a combinação entre Brako e TUYO no Coala foi soberba.
Branko é uma figura central na transformação da música electrónica portuguesa nas últimas décadas. Produtor, DJ e mentor, é o principal arquiteto do som que ficou conhecido como “Global Club Music” ou, mais especificamente, a nova onda da música da lusofonia.
Branko, nome artístico de João Barbosa, começou a sua trajetória com os Buraka Som Sistema. Com eles, revolucionou o panorama musical português ao fundir o Kuduro angolano com a electrónica de vanguarda, levando o som da periferia de Lisboa para os maiores festivais do mundo como Coachella e Glastonbury.
Após a pausa dos Buraka Som Sistema, Branko focou-se na sua carreira a solo e na curadoria da sua editora, a Enchufada, que é hoje a casa da música mais excitante que cruza Lisboa com o resto do mundo lusófono.
Destacam-se no seu trabalho os álbuns, Atlas, editado em 2015, um álbum de viagem onde colaborou com artistas de várias partes do mundo, Nosso de 2019, um disco que olha para dentro, celebrando a identidade de Lisboa como uma cidade cosmopolita e africana e ainda OBRAS editado em 2022, uma exploração mais profunda e polida da sua visão sobre a eletrónica global.
A música de Branko é definida por batidas percussivas pesadas, sintetizadores espaciais e melodias orgânicas. Ele não quer apenas fazer música para dançar, ele quer contar a história de uma Lisboa que é o centro de uma rede global. O seu trabalho é frequentemente associado a conceitos de “futurismo” e à preservação da identidade cultural através da tecnologia.
Além de produzir os seus próprios temas, Branko é um mentor de novos talentos. Mayra Andrade, Dino D’Santiago, EU.CLIDES e muitos outros encontraram nele um parceiro que ajuda a elevar a música de expressão portuguesa a um patamar internacional de excelência.
TUYO, trio baseado em São Paulo, Brasil, mescla gêneros como folk, R&B e texturas eletrónicas criando paisagens sonoras profundamente emocionais e inovadoras.
Formada por Lio, Lay Soares e Machado, a banda incorpora camadas orquestrais luxuriantes e texturas ambientais para explorar temas como a conexão humana e a memória. TUYO tem cativado públicos em grandes festivais como Primavera Sound, SXSW e Lollapalooza Brasil.
Com uma presença internacional em crescimento e um compromisso com a autenticidade, os TUYO oferecem uma experiência poderosa e íntima, que ressoa profundamente em diferentes culturas.
Abriu o Coala Festival Portugal, filho de uma lenda viva, que tem uma voz única, uma identidade própria, e que conquistou o público que não quis perder a sua actuação de Zeca em Cascais, o muito calor que tem assolado Portugal, embora mais fraco, ainda se fez sentir, e muitos chegaram mais tarde Veloso
Zeca Veloso, dono de uma voz doce, conquistou logo o público que foi chegando devagar ao Hipódromo, na companhia da sua banda, foi espalhando música, charme e uma suavidade como só os melhores artistas conseguem.
Podemos ouvir algumas das suas composições, mas também sucessos brasileiros intemporais.
Zeca Veloso, cantor, compositor e músico brasileiro, filho de Caetano Veloso e da empresária Paula Lavigne. Embora tenha crescido inserido no epicentro da música brasileira, Zeca construiu uma identidade artística própria, marcada por uma suavidade refinada, experimentalismo e uma voz muito particular.
A música de Zeca Veloso é difícil de classificar, situando-se frequentemente entre a MPB moderna, o indie e o pop minimalista. Zeca tende a preferir produções “limpas“, onde a voz e um instrumento (muitas vezes teclado ou guitarra) ocupam o espaço central, criando uma atmosfera intimista. Possui um timbre leve e contido, que transmite uma sensação de tranquilidade, diferenciando-se da técnica mais expansiva e dramática de outros nomes da MPB.
Zeca ganhou notoriedade nacional em “Todo Homem”, sendo talvez o seu momento de maior exposição. Esta canção, que integra o álbum Ofertório (projeto em que Caetano se apresenta com os seus três filhos: Moreno, Zeca e Tom Veloso), tornou-se um grande sucesso nas rádios e plataformas digitais. A música é uma celebração da sensibilidade masculina e da relação familiar.
Zeca tem lançado trabalhos que exploram texturas eletrónicas subtis e uma escrita lírica muito pessoal, distanciando-se propositadamente da sombra direta do legado do seu pai. Além do projeto Ofertório, tem colaborado com diversos nomes da nova cena independente brasileira, mantendo-se ligado a um circuito mais alternativo e menos comercial.
O espetáculo e o álbum Ofertório foram cruciais para apresentar Zeca a um público mais vasto. O projeto, concebido por Caetano, serviu como uma espécie de “passagem de testemunho” e celebração, onde Zeca, Moreno e Tom puderam mostrar as suas próprias composições, provando que, embora partilhem o mesmo ADN, cada um tem uma visão musical distinta e autônoma.
29 de maio marca a estreia em Portugal do grupo brasileiro TUYO. O palco será o BOTA em Lisboa e o concerto, em modo acústico, começa às 21:00.
Baseado em São Paulo, Brasil, a banda TUYO é um trio que desafia gêneros ao mesclar folk, R & B e texturas eletrónicas em paisagens sonoras profundamente emocionais e inovadoras.
Formada por Lio, Lay Soares e Machado, a banda, em seu álbum mais recente, Paisagem, amplia os seus horizontes artísticos ao incorporar camadas orquestrais luxuriantes e texturas ambientais para explorar temas como a conexão humana e a memória. Conhecida pelas suas apresentações ao vivo transformadoras, TUYO já cativou públicos em grandes festivais como Primavera Sound, SXSW e Lollapalooza Brasil.
TUYO
Com uma presença internacional em crescimento e um compromisso com a autenticidade, os TUYO oferecem uma experiência poderosa e íntima, que ressoa profundamente em diferentes culturas.
Estreiam-se ao vivo em Portugal dia 29 de maio, um dia antes de tocarem como convidados especiais do produtor português Branko no palco do Coala Festival Portugal. Ambos editaram em 2025 o single de sucesso “Pro Mundo Ouvir”.
6Marina Sena e Ana Frango Elétrico têm encontro marcado este ano com o público do Coala Festival Portugal, em Cascais.
O festival regressa nos dias 30 e 31 de maio ao Hipódromo Manuel Possolo e promete celebrar a ousadia da música em diferentes formatos, entre o pop e o indie. As recentes confirmações juntam-se a um alinhamento que já conta com Caetano Veloso, João Gomes, Bonga, Slow J e Lulu Santos, estando os bilhetes disponíveis na plataforma oficial de vendas Fever.
Marina Sena chega ao festival num momento marcante da sua carreira. Após lançar Coisas Naturais(2025), o seu terceiro álbum de estúdio, a cantora apresenta uma nova digressão que traduz a intensidade desta fase criativa numa performance crua e sensorial. Dirigido por Vito Soares, Marcelo Jarosz e Fernanda Fiuza, o espetáculo expande o universo do disco numa experiência pensada especialmente para o palco.
Ana Frango Elétrico @Coala Festival Portugal
Também confirmada no festival, Ana Frango Elétrico apresenta o espetáculo de despedida do seu terceiro álbum, Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua, lançado em outubro de 2023. Após passar na América Latina, Europa e Japão com mais de 50 concertos, o trabalho consolidou a artista como um dos nomes mais inovadores da música brasileira contemporânea. Para o encerramento da digressão, o repertório reúne temas do álbum premiado, além de canções dos seus discos anteriores e homenagens a compositores que dialogam com seu universo estético.
Com um cartaz que atravessa gerações e estilos, o Coala Festival abraça o encontro entre Brasil, Portugal e África. A curadoria é assinada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, em conjunto com o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga.
Sobre o Coala Festival:
Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência, no icónico Hipódromo Manuel Possolo.
Datas: 30 e 31 de maio de 2026
Local: Hipódromo Manuel Possolo
Endereço: Av. da República 371, 2750-642 Cascais, Portugal
O artista brasileiro junta-se a Slow J, João Gomes, Lulu Santos e Bonga na terceira edição do festival em Portugal, a 30 e 31 de maio.
Coala Festival Portugal anuncia um dos maiores nomes da música brasileira e mundial: Caetano Veloso. O artista sobe ao palco do festival num espetáculo que promete celebrar a sua trajetória histórica. O festival acontece nos dias 30 e 31 de maio, no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.
Com mais de cinco décadas de carreira, Caetano é um dos principais nomes da Tropicália e autor de um repertório que atravessa gerações, reunindo clássicos que marcaram a cultura brasileira e conquistaram reconhecimento internacional.
Coala Festival Portugal < Caetano Veloso
No Coala Festival Brasil 2025, Caetano deu um concerto memorável. Na próxima edição, o público português pode esperar um espetáculo que reúne sucessos consagrados e momentos de forte conexão poética e musical.
A apresentação no Coala Festival Portugal vai transformar o palco num espaço de celebração coletiva e encontro entre culturas. Em sintonia com a curadoria e os pilares do festival, o concerto representa o diálogo entre música, cultura e identidade, a partir da língua portuguesa. Além de Caetano Veloso, o festival já anunciou como parte do cartaz o português Slow J, os brasileiros João Gomes e Lulu Santos e o angolano Bonga.
Os bilhetes para o festival já estão disponíveis na plataforma Fever em dois formatos: Passe Geral Relvado 2 dias (95€) e Passe VIP Tenda 2 dias (190€).
Sobre o Coala Festival:
Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência no icónico Hipódromo Manuel Possolo.
O artista brasileiro junta-se a Caetano Veloso, Marina Sena, João Gomes, Ana Frango Elétrico, Bonga, Slow J e Lulu Santos. Mais atuações serão anunciadas em breve.
Depois de lançar o seu segundo álbum a solo “Afim”, Zé Ibarra chega a Cascais para integrar o cartaz do Coala Festival Portugal. Nos dias 30 e 31 de maio, o público terá também a oportunidade de assistir a concertos de Caetano Veloso, João Gomes, Marina Sena, Bonga, Slow J, Ana Frango Elétrico e Lulu Santos, no Hipódromo Manuel Possolo. Os bilhetes diários e os passes gerais encontram-se disponíveis na Fever.
Zé Ibarra @ Coala Festival
Editado pelo Coala Records, o aclamado trabalho marca uma nova fase estética e emocional na trajetória do compositor e multi-instrumentista carioca. O novo espetáculo apresenta composições próprias e releituras de artistas da nova geração da música brasileira, como Dora Morelenbaum, Sophia Chablau, Maria Beraldo, Tom Veloso e Ítalo França. Combinando elementos da MPB, jazz, rock progressivo e pop, Zé Ibarra propõe uma experiência musical que privilegia a intuição, a paisagem sonora e a pluralidade de sentimentos.
A digressão do disco começou no Coala Festival Brasil, na edição de 2025, e chega agora a Portugal. “Esse show é uma oportunidade de colocar em cena uma versão mais completa de mim. Novo disco, nova pessoa e finalmente a oportunidade de brincar um pouco mais em cima do palco. Cada faixa é quase como um filme, muda o clima, muda quem eu sou naquele momento, e quero entrar nessa sem pensar demais, na coragem da experimentação”, afirma o artista.
Zé Ibarra @ Coala Festival
Assinada por Gabriel Andrade, sócio-fundador do festival, em conjunto com o músico e escritor angolano Kalaf Epalanga, a curadoria une Brasil, Portugal e África, não apenas pela língua portuguesa, mas também pela diversidade musical de diferentes gerações e estilos.
Sobre o Coala Festival:
Com mais de uma década de história, o Coala Festival afirma-se como um dos mais relevantes festivais de música de língua portuguesa. Em Portugal, o Coala expande a identidade, assumindo-se como um ponto de encontro entre culturas que partilham a mesma língua. O festival conecta Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma ligação entre ritmos e gerações, num diálogo artístico que celebra as raízes. De regresso a Portugal para a terceira edição, o Coala Festival marca o arranque do verão e promete dois dias de celebração da diversidade cultural e da força criativa do universo lusófono. Com uma programação diversa e cuidadosamente selecionada, o Coala Festival reúne artistas de referência no icónico Hipódromo Manuel Possolo.
Datas: 30 e 31 de maio de 2026
Local: Hipódromo Manuel Possolo
Endereço: Av. da República 371, 2750-642 Cascais, Portugal