Após esgotarem o concerto de 2 de outubro, no Coliseu dos Recreios, em apenas 48 horas, os Rádio Macau confirmam a realização de um segundo concerto em Lisboa, a 30 de setembro.
Os bilhetes para esta nova data e os últimos bilhetes para o concerto de 15 de outubro, no Coliseu Porto Ageas, encontram-se à venda nos locais habituais.
Depois de mais de uma década de pausa, a banda volta a subir aos palcos com a formação que consolidou uma das discografias mais singulares do pop-rock português, prometendo um alinhamento que atravessa várias fases do seu percurso.
Rádio Macau
Surgidos no contexto da segunda vaga do pop-rock português, os Rádio Macau afirmaram-se desde cedo como um projeto que cruza a tensão do pós-punk com a sofisticação da new wave e uma forte dimensão literária. Mais do que acompanhar uma tendência, construíram um território próprio, guiado pela palavra e por uma atmosfera urbana em que guitarras e eletrónica dialogam com a experiência quotidiana de Lisboa e dos seus subúrbios.
A voz de Xana, entre o canto e a declamação, tornou-se um dos timbres mais marcantes da música portuguesa. Ao lado de Flak, na guitarra, de Alex Cortez, no baixo, de Filipe Valentim, nos teclados, e de Samuel Palitos, na bateria, a banda desenvolveu uma arquitetura sonora que conheceu sucessivos momentos de afirmação ao longo das décadas de 80 e 90.
Rádio Macau
O álbum de estreia, Rádio Macau (1984), apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, fixando uma escrita marcada pela observação urbana e pela introspeção. O reconhecimento mais alargado chegaria com A Vida Num Só Dia (1985), que expandiu o alcance da banda sem diluir a sua identidade. Seguiram-se discos como Spleen(1986), conceptual e atmosférico, e O Elevador da Glória (1987), que inclui “O Anzol”, um dos seus temas mais populares. Já “Amanhã É Sempre Longe Demais”, de O Rapaz do Trapézio Voador (1989), tornou-se outro marco geracional.
Ao longo das décadas, os Rádio Macau oscilaram entre momentos de maior visibilidade e fases de reinvenção, explorando linguagens eletrónicas e modelos de produção autónomos. Nunca plenamente integrados no mainstream nem confinados ao underground, ocuparam um lugar intermédio e singular na música portuguesa: o de uma banda que fez da melancolia matéria pop e da literatura canção.
O anúncio da reunião dos Rádio Macau para estes concertos nos Coliseus não surge por isso como um exercício de nostalgia, mas como reencontro com um repertório intemporal, que atravessa gerações.
José González é a primeira confirmação da 17ª edição do Misty Fest. O cantautor regressa a Portugal para dois concertos imperdíveis, onde apresentará o novo álbum.
Atua a 1 de novembro, em Lisboa, no Coliseu dos Recreios, e a 2 de novembro, a norte, no Coliseu Porto Ageas. Um dos mais cativantes artistas ao vivo da atualidade
Amplamente reconhecido como um dos performers mais envolventes da música contemporânea, José González transforma voz e guitarra numa experiência de concerto vasta e profundamente imersiva.
Em palco, move-se entre a intimidade quase sussurrada e uma intensidade rítmica rica e expansiva, criando camadas sonoras que enchem a sala e captam a atenção do público do primeiro ao último momento. Mesmo a solo, constrói uma sensação rara de escala e profundidade que se traduz em concertos simultaneamente delicados e monumentais.
Ao longo de mais de duas décadas, tem esgotado salas e teatros por todo o mundo, consolidando uma reputação global como artista absolutamente imperdível ao vivo.
Misty Fest’26 < José González
Novo álbum, novo espetáculo
Com o lançamento iminente de Against The Dying Of The Light(a 27 de março), antecipado pelo single “Pajarito” e pelo tema homónimo, José González regressa à estrada com novo material que expande o seu universo sonoro.
O álbum reflete sobre humanidade, tecnologia e os caminhos incertos do mundo contemporâneo, combinando reflexão lírica com a sua assinatura melódica e rítmica inconfundível.
O alinhamento dos concertos cruza estas novas canções com momentos marcantes de toda a sua discografia — incluindo temas incontornáveis como “Heartbeats”, do álbum de estreia Veneer(2003) — num equilíbrio perfeito entre introspeção e pulsação rítmica.
Depois de Local Valley (2021), da edição comemorativa dos 20 anos de Veneer(2023) e de extensas digressões internacionais em 2023 e 2024, José González regressa agora com um espetáculo renovado que espelha toda a maturidade e evolução do seu percurso artístico.
O Misty Fest 2026 começa aqui
A confirmação de José González inaugura a 17ª edição do Misty Fest, reforçando o compromisso do festival com artistas de culto e experiências musicais que privilegiam autenticidade, profundidade e proximidade.Dois concertos únicos. Duas salas emblemáticas.
Um artista no auge das suas capacidades.
1 de novembro | 21h00 Coliseu dos Recreios, Lisboa
2 de novembro | 21h00 Coliseu Porto Ageas, Porto
Lisboa e Porto recebem, em novembro, um dos grandes espetáculos do Misty Fest 2026.
BILHETES DISPONÍVEIS A PARTIR DE SEXTA-FEIRA, 27 DE FEVEREIRO
Na BOL, FNAC, salas dos concertos e em www.misty-fest.com
Pat Metheny, uma das figuras mais influentes e respeitadas da história do jazz contemporâneo, regressa a Portugal para um concerto único em Lisboa.
O músico norte-americano sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, no dia 27 de julho, trazendo consigo mais de cinco décadas de música que redefiniram a guitarra jazz e influenciaram gerações de artistas em todo o mundo.
Este espetáculo surge integrado na nova tour mundial que Metheny inicia este ano, na companhia do ensemble Side-Eye III+, projeto que reflete a sua constante vontade de renovação artística e que acompanha o lançamento do álbum homónimo, no dia 27 de fevereiro.
Pat Metheny < Coliseu dos Recreios
Pat Metheny destacou-se desde muito cedo pelo seu som inconfundível, marcado por uma abordagem melódica lírica, fluidez rítmica e uma linguagem que ultrapassa fronteiras de género. Desde o histórico álbum Bright Size Life (1975) até aos projetos mais recentes, Metheny construiu uma carreira absolutamente singular, com mais de 20 milhões de discos vendidos e 20 prémios Grammy em dez categorias diferentes — um feito sem paralelo no mundo da música.
Ao longo do seu percurso, colaborou com nomes tão diversos como Herbie Hancock, Ornette Coleman, Steve Reich, Jim Hall, Milton Nascimento e David Bowie, explorando formatos que vão da guitarra solo à música orquestral, passando por projetos visionários como o Orchestrion.
Além de músico, Pat Metheny é também um educador de referência, tendo sido o mais jovem professor da história da Universidade de Miami e do Berklee College of Music. É NEA Jazz Master, membro do DownBeat Hall of Fame e integra instituições de prestígio como a Real Academia Sueca de Música.
O concerto de 27 de julho no Coliseu dos Recreios será um momento imperdível. A oportunidade de ver ao vivo um verdadeiro ícone da música moderna — um artista cuja obra continua a evoluir, a surpreender e a inspirar.
No Porto e em Lisboa, com ensemble, coro e convidados de luxo
23 e 24 de novembro Casa da Música, Porto
18 de dezembro Coliseu dos Recreios, Lisboa
Rodrigo Leão regressa ao Misty Fest para três concertos especiais. Nos dias 23 e 24 de novembro, na Casa da Música, e a 18 de dezembro, no Coliseu dos Recreios, celebrará os 26 anos de Alma Mater, o aclamado álbum que redefiniu a sua carreira.
Em três noites de emoção, intimidade e intensidade, o compositor revisita, na íntegra, uma das obras mais relevantes da música contemporânea portuguesa, acompanhado por um ensemble de excelência, um coro e convidados especiais.
O álbum que marca a transição sonora de Rodrigo Leão
Editado em 2000 pela Sony Music, Alma Mater afirmou-se como um momento de transição na carreira do compositor. Foi neste trabalho que surgiram, de forma mais evidente, as primeiras composições estruturadas como canções, assinalando uma renovação do seu universo sonoro. Essa transformação refletiu-se também na formação ao vivo, que passou a integrar bateria, baixo e guitarra.
Com temas cantados em português, castelhano e latim, o álbum foi gravado no Regiestúdio com a participação de alguns dos melhores músicos do país. Produzido por Rodrigo Leão (que vivia uma das fases mais marcantes da sua vida pessoal devido ao nascimento do primeiro filho), Pedro Oliveira e Tiago Lopes, o disco destacou-se pela sua sofisticação, emotividade e dimensão cinematográfica.
Rodrigo Leão @ Misty Fest
Em Alma Mater, Rodrigo Leão conseguiu a proeza de insuflar na sua música alguma da dimensão pop que já tinha explorado no passado, alcançando naturalmente o sucesso. Para tal, contribuíram canções como “A Casa”, com voz de Adriana Calcanhotto, ou “Pasión”, interpretada por Lula Pena. Neste álbum, o compositor provou que não teme explorar novos caminhos e que a sua música possui múltiplas facetas, capazes de ilustrar diferentes estados de alma.
Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica, Alma Mater tornou-se um dos trabalhos mais celebrados da década em Portugal. Foi distinguido como “Disco do Ano” nos prémios DN+ 2000 e incluído entre os melhores álbuns do ano pela Blitz, publicação que viria também a reconhecer Rodrigo Leão como Artista do Ano.
Os concertos no Misty Fest
Mais de duas décadas depois, estas canções mantêm-se atuais e ganham nova vida em palco, num espetáculo que promete amplificar a essência e a emoção do disco. Para esta celebração, Rodrigo Leão contará com um ensemble composto por Ana Vieira (voz), Viviena Tupikova (violino), Celina da Piedade (acordeão), Carlos Tony Gomes (violoncelo), Bruno Silva (viola), Frederico Gracias (bateria) e João Eleutério (multi-instrumentista), além de um coro e de convidados de luxo.
Alma Mater regressa ao palco do Misty Fest como obra viva e intemporal, reafirmando a singularidade da composição musical de Rodrigo Leão.
Publicado pela primeira vez em 2026.05.01, será republicado até à data do evento/espectáculo. Esta é a nossa forma de ajudar produtores, salas e artistas na divulgação de eventos/espectáculos.
O lendário cantor italiano Al Bano Carrisi, uma das vozes mais emblemáticas da música europeia, sobe ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, a 18 de junho, para celebrar 60 anos de uma carreira extraordinária que marcou gerações e atravessou fronteiras.
Com um percurso artístico ímpar, Al Bano é autor e intérprete de alguns dos maiores clássicos da música italiana e internacional. Desde o sucesso inicial com “Nel sole” até ao fenómeno mundial “Felicità”, passando por temas intemporais como “Ci Sarà”, “È La Mia Vita” e “Torneró”, entre tantos outros, o artista construiu um legado que continua vivo no coração de milhões de fãs.
Este concerto especial promete uma viagem emocional pelos grandes momentos da sua discografia, num espetáculo que alia nostalgia, paixão e celebração. Reconhecido pela sua voz poderosa e presença carismática em palco, Al Bano mantém-se uma referência incontornável da música pop e melódica, com uma ligação profunda ao público português.
A noite de 18 de junho, no Coliseu dos Recreios, será uma homenagem a seis décadas de música, emoção e sucesso, num encontro único e exclusivo entre um artista lendário e o seu público.
Os bilhetes já estão à venda em grupochiado.com e nos locais habituais.
Oração tradicional recitada para encontrar algo perdido. Nesta canção, torna-se metáfora para a procura de si mesma.
IOLANDA lança agora “Responso”, o segundo single que antecede o seu álbum de estreia, Quebranto.
O novo tema começa a revelar o lado mais pessoal deste trabalho e surge num momento particularmente significativo da carreira da cantora e compositora, que apresentará oficialmente o disco num concerto especial em formato 360.º no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 07 de dezembro.
iolanda
Em 2026, IOLANDA iniciou a nova digressão com um concerto na Casa da Cultura de Ílhavo, a 20 de fevereiro. Ao longo desta tour, que passará por palcos de norte a sul do país, a artista irá revelar ao vivo algumas das canções que irão integrar o seu primeiro longa-duração, sucessor dos dois EPs já editados, aprofundando a relação com o público nesta nova fase da sua carreira.
Depois de “Olha P’ra Ela”, tema que abriu o universo do álbum com a figura de uma mulher forte e afirmativa, aquela que “não dá muita conversa” e que, “tá tão linda, tá tão bela” na janela, a ser observada, comentada e julgada, “Responso” revela agora uma dimensão mais íntima dessa mesma personagem. Nesta canção começamos finalmente a conhecê-la melhor. Mais vulnerável e frágil, enfrenta um sentimento de desencontro consigo própria e procura respostas para aquilo que sente. O responso surge então como a imagem dessa mulher a pedir ajuda à mãe, como se estivesse tão perdida no meio de tudo o que é ser mulher, expectativas, vozes e confusão, que já nem consegue encontrar-se a si própria.
Logo no início da canção, IOLANDA canta: “Mãe, reza o responso p’ra ver se eu me encontro.” A frase funciona como ponto de partida para toda a narrativa emocional do tema. Tradicionalmente associado à procura de algo perdido, o responso transforma-se aqui numa metáfora para a tentativa de reencontro interior, numa procura silenciosa por identidade, pertença e equilíbrio.
Essa sensação de ausência prolonga-se também no universo visual do tema. O videoclip oficial, realizado por Maria Beatriz Castelo e produzido pela VAMMU, com estreia agendada para hoje às 18h00 no YouTube oficial da artista, constrói a sua narrativa a partir da imagem simbólica de uma festa de aniversário onde ninguém aparece, refletindo o isolamento emocional da personagem e o desejo de voltar a encontrar o seu lugar.
“Responso” conta com produção de Luar e co-produção de IOLANDA e Guss, reunindo na composição vários nomes relevantes da nova escrita da pop lusófona, entre os quais Carolina Deslandes, xtinto e Matheus Paraizo.
iolanda
Com uma identidade artística cada vez mais definida, IOLANDA continua a afirmar-se como uma das vozes e autoras mais interessantes da nova geração da música portuguesa, cruzando intensidade interpretativa com uma escrita sensível e imagética.
“Responso” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
FICHA TÉCNICA “RESPONSO”
MÚSICA
Compositores: IOLANDA, Luar, xtinto, Carolina Deslandes, Guss, Matheus Paraizo Letristas: IOLANDA, xtinto, Carolina Deslandes Produção: Luar Co-produção: IOLANDA, Guss Produção vocal: IOLANDA, Matheus Paraizo, Luar Mix & Master: Charlie Beats Guitarras: Luar, Guss Braguesa: Luar, Guss Teclados: Luar Baixo: Luar, Guss Percussão: Luar, Guss, Guilherme Salgueiro
VÍDEO
Produção Executiva – VAMMU Realização – Maria Beatriz Castelo Produção – Mafalda Leal da Costa Assistente de produção – Francisca Machado Soares Direção de Fotografia & Cor – Miguel Faustino 1° Assistente de Imagem – João Fangueiro Gaffer – Afonso Moura Spark – André Alves Direção de Arte – Joana Contente Assistente de Arte – Andy Styling – Raquel Guerreiro MUA – Teresa Farias Hair – Joana Moraes Montagem – Bernardo Bastos Design Gráfico – Flávio Ferreira & Vítor Ramos at Azurite Lab Fotografias – Sara Albuquerque BTS – Lucas Coelho Figuração – Rita Barradas Management – Thinkoutloud Agency Agradecimento Especial – Chincha Leal da Costa, Billy Verdasca, Paulo Rodrigues, Clara Pereira
P&C 2026 IOLANDA, distribuído por Altafonte Portugal LDA
AGENDA AO VIVO 2026
20 de março — Casa Capitão — part. concerto Avalanche 07 de dezembro — Coliseu dos Recreios — Lisboa
5 de junho | Coliseu dos Recreios, Lisboa 6 de junho | North Festival, Maia, Porto
LINIKER vive um momento incontestável de ascensão. A cantora e compositora, amplamente aclamada pela crítica, atinge patamares inéditos para uma artista brasileira, conquistando reconhecimento e projeção globais.
Agora, de regresso à Europa, apresenta o ato final da CAJU Tour em novos palcos, assinalando as últimas performances desta “era” no continente europeu. A digressão inclui passagens por grandes festivais como o Roskilde Festival e o icónico Montreux Jazz Festival, mas também pelo nosso North Festival, reforçando a sua crescente presença internacional, ao mesmo tempo que encerra um dos ciclos mais marcantes da sua carreira.
LINIKER recebeu sete nomeações para os Latin Grammys 2025, incluindo três nas principais categorias: Álbum do Ano por CAJU, Canção do Ano por “VELUDO MARROM” e Gravação do Ano por “AO TEU LADO”. Foi a artista brasileira mais nomeada da edição e a única do país na história a figurar nas três categorias principais no mesmo ano. Na cerimónia, em Las Vegas, apresentou “NEGONA DOS OLHOS TERRÍVEIS” numa performance de destaque e venceu três prémios: Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa por CAJU, Melhor Interpretação Urbana em Língua Portuguesa por “CAJU” e Melhor Canção em Língua Portuguesa por “VELUDO MARROM”.
A artista entrou em 2026 a dançar com o lançamento de “CHARME”, single apresentado no seu Tiny Desk Brasil. O tema antecipa a digressão “Bye Bye CAJU”, que passará por vários estádios no Brasil e assinala o capítulo final de uma era decisiva na sua trajetória e no pop brasileiro.
A sua última digressão europeia contou com concertos esgotados na Holanda, Irlanda, França, Bélgica e Inglaterra, além de atuações na Suíça e em dois festivais de verão em Portugal.
Este ano, Portugal receberá mais dois concertos inseridos na “CAJU – The Final Act – Euro Tour 2026”. Dia 5 de junho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, onde LINIKER se apresentará pela primeira vez numa sala portuguesa em nome próprio, e no dia 6 de junho, na Maia, no âmbito do North Festival. Em ambas as datas o público poderá assistir, pela primeira vez em Portugal, ao espetáculo CAJUna íntegra.
CAJU – The Final Act – Euro Tour 2026
19 de maio de 2026, Dublin, Irlanda, Vicar Street 22 de maio de 2026, Londres, Inglaterra, BOA Nova Festival 25 de maio de 2026, Berlim, Alemanha, Theater des Westens 27 de maio de 2026, Bruxelas, Bélgica, Les Nuits Botanique 29 de maio de 2026, Barcelona, Espanha, Sala Apolo 30 de maio de 2026, Madri, Espanha, Teatro Eslava 01 de junho de 2026, Paris, França, Salle Pleyel 03 de junho de 2026, Amsterdã, Holanda, Paradiso 05 de junho de 2026, Lisboa, Portugal, Coliseu dos Recreios 06 de junho de 2026, Porto (Maia), Portugal, North Music Festival 02 de julho de 2026, Hamburgo, Alemanha, Elbphilharmonie 04 de julho de 2026, Roskilde, Dinamarca, Roskilde Festival 07 de julho de 2026, Montreux, Suíça, Montreux Jazz Festival
A nossa reportagem no North Festival terá o apoio
Stay Hotel Porto Aeroporto Rua Vasconcelos Costa Nº 466, Leca Do Bailio, 4470-640, Portugal
O palco do Coliseu dos Recreios recebeu ontem os Gipsy Kings by Diego Baliardo para uma noite inesquecível, cheia de ritmo, emoção e grandes clássicos que continuam a atravessar gerações.
O público entregou-se completamente ao espetáculo, dançando, cantando e vibrando ao som dos grandes êxitos que marcaram gerações. Entre guitarras, palmas e melodias intemporais, viveu-se um ambiente verdadeiramente contagiante.
A noite ganhou ainda mais encanto com a presença das bailarinas, que trouxeram movimento, elegância e cor ao palco com os seus vestidos compridos e performances envolventes, criando uma atmosfera única ao longo de todo o concerto.
Murta apresenta-se pela primeira vez ao vivo na capital, em nome próprio, no Coliseu Club do Coliseu dos Recreios no dia 29 de maio.
Uma noite construída à volta da sua música. R&B com escrita pessoal, voz marcante e canções que ficam. Sete anos de carreira, festivais, salas e palcos por todo o país, singles de platina, dois álbuns editados e uma nova fase artística em curso, Murta traz a Lisboa o concerto que ainda não tinha acontecido.
Murta
Nome artístico de Francisco Murta, apresentado publicamente na edição de 2016 do The Voice (onde chegou à final ficando em 2ª lugar).
Editou em 2019 o primeiro álbum D’ Art Vida (Universal) e em 2024 LUV IS A LEGACY(Universal). Deste último saíram os singles de sucesso “TU SABES” com Diana Lima, “T$UNAMI” com Rocky e “INVISÌVEL” com Jura.
Ana Carolina regressa a Portugal para dois concertos muito especiais inseridos na digressão “25 Anas”, que assinala 25 anos de uma das carreiras mais marcantes da música brasileira.
A artista sobe ao palco do Coliseu dos Recreios a 12 de março, seguindo depois para o Coliseu do Porto Ageas, a 13 de março.
Depois de esgotar salas no Brasil, “25 Anas” chega agora a Portugal como um espetáculo que cruza passado, presente e futuro. No alinhamento, convivem os grandes sucessos que marcaram gerações com os temas inéditos de “Ainda Já”, o novo EP autoral que inaugura uma nova fase criativa da artista. O projeto reflete um reencontro com a composição e uma abertura a novas sonoridades, sem perder a identidade que a consolidou ao longo de mais de duas décadas.
Pensado como uma experiência imersiva, o concerto divide-se em cinco atos: “A História”, “A Paixão”, “A Memória”, “O Reencontro” e “A Celebração”, revelando diferentes camadas e versões da artista ao longo do tempo. Com direção de Jorge Farjalla, o espetáculo assume uma dimensão cénica e narrativa que reforça a ligação emocional com o público.
Com mais de 25 anos de carreira, 13 álbuns editados e milhões de discos vendidos, Ana Carolina é uma das vozes mais reconhecidas da música brasileira. Ao longo do seu percurso, acumulou prémios, colaborações internacionais e uma presença consistente nas principais tabelas musicais.
A produção dos espetáculos em Portugal está a cargo da Malpevent, promotora responsável pela apresentação desta digressão no país, reforçando a sua aposta contínua em trazer ao público nacional artistas e projetos de referência no panorama musical internacional.
Os bilhetes já se encontram disponíveis em malpevent.pt.