cultura

  • The Blaze, Jayda G e Batida entre as novas confirmações do MOGA Caparica 2026

    Festival completa o cartaz de 2026 com a sua mais forte representação portuguesa de sempre.

    O Festival MOGA Caparica anuncia uma nova vaga de artistas para a sua edição de 2026, incluindo The Blaze (DJ Set), Jayda G, Batida (DJ Set), Paramida, Matisa, Jorge Caiado, Ramyen, King Kami, Leo Soulflow, Riot e Studio Bros, entre outros, consolidando assim o programa completo de 27 a 31 de maio, na Costa da Caparica.

    Com este anúncio, o MOGA Caparica 2026 revela agora o seu cartaz completo, assinalando uma das edições mais ambiciosas da história do festival e a sua mais forte representação portuguesa até à data.

    MOGA Caparica 2026
    A Força da Cena Eletrónica Nacional

    Este ano, o MOGA reforça significativamente o seu compromisso com o panorama eletrónico nacional, apresentando três vezes mais artistas portugueses do que na edição anterior.

    Nomes como Temudo, Vil & Cravo, Diana Oliveira, Fresko, Adriana Ruas, Andy Book, Whitenoise, To Ricciardi, Tiago & Hélio (Pandilla LTD), Batida (DJ Set), Jorge Caiado e MXGPU (Hybrid Set) evidenciam a profundidade e diversidade da cena contemporânea portuguesa, posicionados ao lado de artistas de reconhecimento internacional.

    Mais do que uma presença simbólica, este reforço reflete a maturidade e relevância internacional do ecossistema eletrónico português, consolidando o papel do MOGA enquanto plataforma de verdadeira troca cultural entre comunidades locais e globais.

    Festival MOGA Caparica 2026
    Destaques Internacionais da Edição 2026

    A par do reforço da presença portuguesa, o MOGA Caparica 2026 reúne alguns dos nomes mais respeitados da música eletrónica contemporânea.

    Artistas agora anunciados, como The Blaze (DJ Set) e Jayda G, juntam-se a figuras previamente confirmadas, entre as quais Ben Böhmer, Röyksopp (DJ Set), Ricardo Villalobos, Mind Against, DJ Tennis, Octo Octa, TSHA, Sofia Kourtesis, Axel Boman, Samuel Deep e Mount Kimbie (DJ Set), refletindo a diversidade do atual panorama eletrónico global: das sonoridades melódicas e cinematográficas ao house, techno e formatos híbridos ao vivo.

    Nomes emergentes e inovadores como Bun Xapa, Yaya (MA), Nitefreak, Mira, Eli Verveine, Oscar MBO e Penelope aprofundam ainda mais o diálogo sonoro do festival entre diferentes geografias.

    Mais do que uma lista de artistas, o MOGA Caparica 2026 apresenta um arco curatorial cuidadosamente construído, pensado para criar narrativas musicais em constante evolução ao longo de três dias de programação.
    Festival MOGA Caparica 2026

    Um Festival Enraizado na Comunidade e no Território

    A decorrer de 27 a 31 de maio de 2026, na Costa da Caparica, o MOGA continua a afirmar-se como um projeto cultural profundamente ligado ao território, à comunidade e ao seu contexto envolvente.

    Enquanto os dias 29, 30 e 31 de maio são dedicados à programação nos palcos principais, o festival inicia-se mais cedo na semana com a sua experiência alargada, incluindo o programa OFF que expande o evento pelo território através de iniciativas de acesso gratuito, encontros culturais e atividades ligadas ao bem-estar.

    Esta abordagem em formato de ecossistema posiciona o MOGA não apenas como um festival de música, mas como uma plataforma cultural onde públicos internacionais, comunidades locais e artistas se cruzam.

    Artistas Confirmados – Cartaz Completo

    Adriana Ruas – Andy Book – AVÖ – Axel Boman – Batida (DJ Set) – Ben Böhmer – Billi – Brawther – Britta Arnold – Bun Xapa – Ciza – Daox – Diana Oliveira – DJ Tennis – Doudou MD – Eli Verveine – Foehn & Jerome – Fonzi – Fresko – Gawdat – Jawora – Jayda G – Jorge Caiado – King Kami – Leo Soulflow – Matisa – Mimi Love – Mind Against – Mira – Misty – Molyness – Mount Kimbie (DJ Set) – MXGPU (Hybrid Set) – Neyl & Nadrums (DJ Set) – Nitefreak – Octo Octa – Oscar MBO – Parallelle – Paramida – Peaty – Penelope – Ramyen – Ricardo Villalobos – Riot – Rolbac – Röyksopp (DJ Set) – Samuel Deep – Sofia Kourtesis – Studio Bros – Temudo – Tiago & Hélio (Pandilla LTD) – The Blaze (DJ Set) – To Ricciardi – TSHA – Vera – Vil & Cravo – Whitenoise – Yaya (MA)

    Informação de Bilheteira

    Passe 3 Dias
    – Fase 1: 140 €
    – Fase 2 com after-parties: 245 €

    Passe 2 Dias
    – Fase 2: 110 €
    – Fase 3 com after-parties: 195 €

    Bilhete Diário
    – Fase 2: 70 € (o valor varia consoante o dia)
    – Fase 2 com after-parties: 100 €

    Sobre o MOGA Caparica

    O MOGA nasceu em Marrocos, em 2016, a partir da vontade de criar uma experiência de festival profundamente ligada ao lugar, à cultura e à comunidade. Em 2021, o projeto evoluiu para um formato nómada, expandindo-se para além da sua localização original e levando o seu espírito distintivo a novas geografias, sendo a primeira edição em Portugal um momento-chave desse percurso.

    Desde 2025, o MOGA deu um novo passo com o lançamento de uma terceira edição em Espanha, reforçando a sua dimensão internacional e o compromisso com a troca cultural entre diferentes territórios. Com novos destinos previstos para o futuro, o MOGA continua a crescer como um projeto global, mantendo sempre uma forte ligação aos contextos locais.

    Publicado em 2026.02.27

  • Queima das Fitas do Porto anuncia o regresso dos Xutos & Pontapés à festa dos estudantes

    A Queima das Fitas do Porto 2026 realiza-se de 2 a 9 de maio, no Queimódromo, e os primeiros a serem anunciados são os Xutos & Pontapés, banda mítica na festa maior dos estudantes.

    Oito anos após o último concerto na Queima das Fitas, a banda de rock portuguesa regressa para celebrar os 47 anos de carreira. Clássicos como Homem do Leme, Para Ti Maria, Contentores” e À Minha Maneira não vão faltar no alinhamento do concerto, dia 9 de maio, para fechar em apoteose mais uma edição do maior encontro académico do país.

    Com mais de 100 anos de história, começou a contagem decrescente para o arranque de mais uma Queima das Fitas do Porto, uma semana inteiramente dedicada à tradição académica, com música, entretenimento e muitas surpresas. Recorde-se que este é o maior evento promovido pela Federação Académica do Porto (FAP).

    Xutos & Pontapés @ Meo Arena ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao
    Sustentabilidade, ação social e acessibilidade

    Alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 das Nações Unidas, a FAP estabelece, este ano, como meta superar o recorde histórico de reciclagem alcançado na edição de 2025: 41 toneladas de resíduos reciclados, o equivalente a 85% do total produzido durante a semana académica.

    A par da responsabilidade ambiental, a FAP garante a continuidade da oferta de bilhetes a estudantes carenciados, em parceria com os serviços de ação social das Instituições de Ensino Superior da Academia do Porto. Recorde-se que nos estatutos da Federação Académica do Porto, 15% das receitas anuais – provenientes, na sua maioria, da Queima das Fitas do Porto – são destinadas a atividades de cariz social.

    A acessibilidade mantém-se igualmente como prioridade, com a presença de Interpretação em Língua Gestual Portuguesa (ILGP) nas noites da Queima das Fitas do Porto.

    Os bilhetes diários para a Queima das Fitas do Porto já estão à venda on-line.

    Publicado em 2026.02.27

  • Os Quatro e Meia esgotam Convento de São Francisco

    Os Quatro e Meia esgotaram, em poucas horas, três datas da nova digressão acústica “Interior”. Sintra, Caldas da Rainha e Coimbra registaram uma procura excecional, com o concerto na cidade natal da banda a esgotar em apenas alguns minutos, um novo recorde para o grupo.

    Depois de anunciarem a digressão Interior nas duas noites esgotadas da MEO Arena, seguiram‑se duas semanas de grande expectativa quanto à data de abertura da venda de bilhetes. Ontem, o grupo revelou finalmente a abertura das bilheteiras e a resposta do público foi imediata, a corrida aos bilhetes tornou‑se massiva logo nos primeiros instantes, refletindo o entusiasmo em torno deste regresso às salas mais íntimas.

    Quatro e Meia

    Restam agora os últimos bilhetes para as sete cidades restantes por onde a banda vai passar ao longo dos próximos meses. Santa Maria da Feira, Viana do Castelo, Guimarães, Elvas, Açores, Faro e Póvoa de Varzim. Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

    A digressão “Interior” marca o regresso dos Quatro e Meia ao ambiente que moldou os primeiros passos da banda: salas fechadas, sonoridades minimalistas e proximidade total com o público. No alinhamento, o grupo revisita temas dos discos “Pontos nos Is” e “O Tempo Vai Esperar”, bem como canções inéditas e ainda por editar.

    Os Quatro e Meia < Meo Arena < 2026.02.14 ©ineews < ©Luís M. Serrão < @luisfmserrao

    Depois de duas noites históricas na MEO Arena, que reuniram mais de 25 mil pessoas e celebraram um dos momentos mais sólidos da trajetória da banda, “Interior” reafirma a essência que sempre os acompanhou, crescer sem perder o centro, mantendo-se junto das pessoas.

    DIGRESSÃO “INTERIOR”

    06 de novembro 2026 — Europarque, Santa Maria da Feira
    13 de novembro 2026 — Centro Cultural de Viana do Castelo
    14 de novembro 2026 — Multiusos de Guimarães
    18 de dezembro 2026 — Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra – ESGOTADO
    19 de dezembro 2026 — Coliseu de Elvas
    16 de janeiro 2027 — Coliseu Micaelense, Açores
    23 de janeiro 2027 — Centro Cultural de Caldas da Rainha – ESGOTADO
    30 de janeiro 2027 — Convento de São Francisco, Coimbra – ESGOTADO
    06 de fevereiro 2027 — Teatro das Figuras, Faro
    13 de fevereiro 2027 — Arena de Póvoa de Varzim

    Publicado em 2026.02.27

  • Modern Nature estreiam-se em Portugal com concertos em Lisboa e no Porto

    Pela primeira vez em Portugal, os Modern Nature vêm apresentar o mais recente longa-duração, The Heat Warps, com dois concertos imperdíveis, em Lisboa e no Porto.

    A 16 de Abril, na Casa Capitão, e a 17 de Abril, no M.Ou.Co, esta estreia nacional acontece numa fase decisiva do seu percurso, a de fortalecimento enquanto banda.

    Liderado por Jack Cooper, o quarteto de Cambridge, no Reino Unido, começou com uma formação fluida, aberta à experimentação e à transformação constante. Mas, durante a digressão de No Fixed Point In Space (2023), tornou-se claro que algo estava a mudar. Depois de anos a expandir-se de forma livre e abstracta, a música parecia agora pedir estrutura, forma e direcção mais concretas. À medida que os temas se organizavam em grooves mais definidos, o frontman percebeu que um novo capítulo se tinha aberto.

    Modern Nature

    O momento coincidiu com uma consolidação natural da formação. O núcleo duro – Jack Cooper (guitarra), Jim Wallis (bateria) e Jeff Tobias (baixo) – ganhou uma nova dimensão com a entrada da guitarrista Tara Cunningham. O resultado foi um som mais focado e poderoso, assente num diálogo entre duas guitarras que funcionou como uma unidade, criando equilíbrio, tensão e movimento em torno da secção rítmica. Onde antes havia múltiplos músicos em órbita, tornou-se evidente que quatro pessoas eram suficientes para dizer mais e com maior clareza.

    The Heat Warps (2025) surge como um despertar criativo e corolário desta metamorfose: retoma temas recorrentes no repertório dos Modern Nature – o colectivismo, a relação com o mundo natural, o peso da consciência –, mas agora de modo frontal e urgente, perante uma realidade cada vez mais confusa, dura e impossível de ignorar.

    Gravado num processo intenso que privilegiou a energia do grupo a tocar em conjunto, o último álbum capta a telepatia e a fricção de uma banda no mesmo espaço, com todas as imperfeições e subtilezas que isso implica. Influências como Can, Television, Brian Eno ou até a filosofia de Andrew Weatherall dialogam com reflexões sobre a crise ambiental, a desinformação e a responsabilidade colectiva, sem nunca cair no cinismo. Apesar de lidar com circunstâncias sombrias, The Heat Warps mantém um optimismo lúcido, encontrando beleza, consolo e até uma espécie de “niilismo romântico” no meio do caos.

    Em Lisboa e no Porto, no mês de Abril, os Modern Nature mostram-se num ponto de plena afirmação, onde a intimidade, a intensidade e a sensação de algo vivo e irrepetível em palco são parte essencial da experiência.

    Os bilhetes para os concertos na Casa Capitão e no M.Ou.Co ficam disponíveis a partir de amanhã, 6 de Fevereiro, na DICE e na Ticketline, respectivamente.

    Publicado em 2026.02.08

  • “As Guerreiras do K-Pop” em World Tour com espectáculos em várias cidades de Portugal

    O espetáculo inspirado no sucesso da Netflix que impactou gerações, afirma-se como fenómeno internacional. O tributo “As Guerreiras do K-Pop Em Concerto” vão em world tour com paragem garantida em Portugal, e outros países da Europa e África.

    Depois de conquistar milhares de espetadores e esgotar sessões em vários palcos portugueses, “As Guerreiras do K-Pop Em Concerto (Tributo)” alcança um novo patamar de projeção internacional e anuncia oficialmente a sua tour mundial, consolidando-se assim como um dos projetos ao vivo mais impactantes da animação inspirada no universo K-Pop.

    O espetáculo internacional de Espanha, que já percorre Portugal Continental, Açores e Madeira, prepara-se agora para atravessar fronteiras e levar a sua energia a países como Bélgica, Luxemburgo, França e Suíça na Europa, passando ainda por solo sul-americano e africano com paragens no Brasil e em Moçambique. Este é o resultado de um projeto que tem vindo a conquistar públicos de diferentes idades e culturas, confirmando assim o alcance global.

    Inspirado no universo do sucesso global da Netflix, “As Guerreiras do K-POP Em Concerto (Tributo)” distingue-se por uma abordagem visual e narrativa envolvente, aliada a uma produção audiovisual de grande escala. Coreografias poderosas, efeitos visuais impressionantes e interpretações ao vivo de temas icónicos como “Golden”, tema vencedor do Grammy 2026 na categoria Melhor Canção Escrita para Media Visual, e “How It’s Done” transportam o público para dentro do próprio filme de animação, criando uma experiência que vai muito além do conceito tradicional de concerto.

    Pensado para crianças, jovens e famílias, o espetáculo cruza música, dança e storytelling num formato único, que tem sido amplamente aclamado pelo público e cuja procura crescente confirma o seu estatuto de fenómeno cultural internacional.

    Em Portugal, a digressão decorre entre abril e agosto de 2026, com apresentações de norte a sul do país, incluindo ilhas, intercalando com algumas sessões já confirmadas nos palcos internacionais no âmbito da world tour:

    • Águeda < Centro de Artes de Águeda < 18 de abril
    • Vila Nova de Cerveira < Palco das Artes < 19 de abril
    • Lisboa < MEO Arena < 25 de abril
    • Porto < Super Bock Arena < 2 de maio
    • Fafe < TBA < 3 de maio
    • Elvas < Coliseu de Elvas < 23 de maio
    • Lamego < Centro Multiusos de Lamego < 30 de maio
    • Tavira < Teatro M. António Pinheiro Tavira < 4 de junho
    • Açores < Coliseu Micaelense < 6 e 7 de junho
    • Faro < Teatro das Figuras < 12 e 13 de junho
    • Alcobaça < Panorama / Multiusos de Alcobaça < 27 de junho
    • Madeira < Parque de Santa Catarina < 18 de julho
    • Santarém < CNEMA < 25 de julho
    • Póvoa de Varzim < Póvoa Arena < 9 de agosto

    Os bilhetes para “As Guerreiras do K-POP Em Concerto (Tributo)” estão disponíveis em bol.pt, lebillet.eu e nos locais habituais.

    Publicado em 2026.02.21

  • Thundercat, MEUTE, Julia Mestre, A garota não, Bassvictim e Horsegirl confirmados para o Vodafone Paredes de Coura 2026!

    Nos dias 12 a 15 de Agosto de 2026 a música regressa ao habitat natural da música.

    Thundercat, MEUTE, Julia Mestre, A garota não, Bassvictim e Horsegirl juntam-se aos já confirmados Amyl and The Sniffers, UNDERWORLD, Wet Leg, Benjamin Clementine, CMAT, Aldous Harding, Kurt Vile & The Violators, Cate Le Bon, Maruja, Show Me the Body, Strawberry Guy, Vendredi sur Mer, UNIVERSITY, Capitão Fausto e Milhanas.

    Da liberdade groove e do virtuosismo descontraído de Thundercat, que transforma o baixo eléctrico num motor melódico entre funk, jazz e soul, passamos para a energia colectiva e física de MEUTE, uma marching band alemã que reinventa o techno com sopros, percussão e uma presença em palco arrebatadora. A viagem continua com Julia Mestre, que introduz uma leveza luminosa ao pop brasileiro, cruzando MPB, romantismo e uma estética delicada que dialoga com o passado sem nostalgia. Em contraste directo, A garota não afirma a canção como espaço de intervenção, palavra e resistência, usando letras frontais, emotivas e profundamente humanas para dar voz a temas sociais urgentes e incontornáveis.

    O pulso volta a acelerar com Bassvictim, duo londrino que mistura electrónica de club, baixos pesados e uma atitude punk crua, criando um som visceral que oscila entre explosão, vulnerabilidade e intimidade. Por fim, Horsegirl surge com guitarras ruidosas e minimalistas, recuperando o espírito do indie rock dos anos 1990 com uma honestidade juvenil e uma escrita simples, mas emocionalmente certeira.

    Os passes gerais para o Vodafone Paredes de Coura já se encontram disponíveis na DICE e nos locais habituais (FNAC, CTT e El Corte Inglés) pelo valor de 130€.

    Publicado em 2026.02.21

  • Festival Jazz Manouche de Almada

    O Festival Jazz Manouche de Almada celebra a sua 5ª edição de 8 a 10 de maio, com uma programação internacional que cruza tradição e contemporaneidade.

    Artistas de França, Espanha e Portugal compõem um cartaz diverso, reafirmando o festival como uma plataforma de excelência artística e de projeção cultural da cidade de Almada no circuito internacional do jazz manouche.

    Inspirado em Django Reinhardt, o festival celebra o espírito livre do gypsy jazz e assume a missão de afirmar este género em Almada e no país, envolvendo a comunidade na sua continuidade. Propõe uma experiência cultural imersiva que cruza música, dança, formação e conteúdos audiovisuais, promovendo diálogo intercultural, revitalização urbana e turismo. Com mais de uma década de percurso, afirma-se como uma plataforma cultural viva que honra a tradição cigana e projeta Almada no panorama internacional do jazz manouche.

    No dia 8 de maio o público poderá assistir ao concerto de DAVID REGUEIRO TRIO ft. THOMAS KRETZSCHMAR. O guitarrista galego David Regueiro junta-se ao violinista francês Thomas Kretzschmar num novo projeto de jazz manouche, fruto de uma forte conexão artística iniciada em festivais na França e consolidada com composições lançadas em 2024. Em quarteto com Gonçalo Mendonça e Juyma Estévez, propõem uma viagem musical virtuosa e emotiva pelo universo do gypsy jazz.

    No dia 9 é a vez do conjunto Nouveau Quintette du Hot Club de France. Quase 75 anos depois do último concerto, o Quinteto do Hot Club de France renasce liderado por Duved Dunayevsky e Daniel Garlitsky para revisitar o legado de Django Reinhardt e Stéphane Grappelli. Combinando clássicos, composições originais e repertório swing das décadas de 1910 a 1940, o projeto propõe uma interpretação autêntica do swing pré-guerra, explorando repertórios raros e projetando a herança do jazz manouche nos palcos internacionais.

    No dia 10 haverá uma aula de dança a cargo da Escola Blues & Swing Lisboa, especializada em danças vintage. Parceiros do Festival de Jazz Manouche de Almada desde a sua primeira edição, promovem um ambiente inclusivo e divertido para aprender a dançar, como dizem nas aulas: – “Dançar faz bem à saúde, mexe o corpo e arrebita a alma!”

    Ainda no dia 10 de maio sobem ao palco os STOMPING AT 6, uma banda lisboeta de swing e blues, formada por seis músicos inspirados pela dança swing. O repertório foca-se em jazz e blues das décadas de 1920 a 1940, com adaptações de outras canções para este estilo, incluindo fado. Os concertos oferecem um espetáculo energético e envolvente, alternando temas frenéticos e blues intensos, com grande paixão e dinamismo.

    O Festival Jazz Manouche de Almada é uma marca registada que se estabeleceu firmemente no tecido cultural das freguesias de Almada. Com quatro edições de grande adesão do público, o festival tem sido fundamental para projetar a Cidade de Almada e a sua freguesia. Alinhando a sua ação com os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), o Festival Jazz Manouche de Almada promove a cultura, a inclusão social e o fortalecimento das comunidades locais.

    O Festival é organizado pela Alma Danada Associação Criativa, entidade cultural sediada em Almada, responsável pela gestão do Cine Incrível desde 2011. A associação desenvolve projetos de programação, formação e dinamização artística, reunindo uma equipa multidisciplinar de profissionais das áreas do espetáculo, produção e comunicação. Ao longo de mais de 13 anos, a Alma Danada contribuiu para a valorização do património cultural, formação de públicos e dinamização económica e social do Centro Histórico, atraindo visitantes, artistas e novos negócios à cidade.

    • 8 de maio, sexta-feira
      DAVID REGUEIRO TRIO ft. THOMAS KRETZSCHMAR (Galiza)
      abertura de portas: 21H
      concerto: 21H30
    • 9 de maio, sábado
      NOUVEAU QUINTETTE DU HOT CLUB DE FRANCE (Paris)
      abertura de portas:21H
      concerto: 21H30
    • 10 de maio, domingo
      Aula de dança BLUES&SWING LISBOA
      abertura de portas 15H30

      aula de dança: 16H
    • 17h – STOMPING AT SIX (Lisboa)
      concerto: 17H

    Os bilhetes estão disponíveis em https://www.seetickets.com/

    info: festivaljazzmanouchealmada@gmail.com

    Publicado em 2026.02.12

  • First Breath After Coma + Salvador Sobral confirmados no Vodafone Paredes de Coura 2026

    Nos dias 12 a 15 de Agosto de 2026 a música regressa ao habitat natural da música.

    First Breath After Coma + Salvador Sobral juntam-se aos já confirmados Amyl and The Sniffers, UNDERWORLD, Wet Leg, Thundercat, Benjamin Clementine, CMAT, MEUTE, Aldous Harding, Kurt Vile & The Violators, Cate Le Bon, Maruja, Show Me the Body, Bassvictim, Strawberry Guy, Vendredi sur Mer, Julia Mestre, A garota não, Horsegirl, UNIVERSITY, Capitão Fausto e Milhanas.

    O projecto “A Residência”, criado por First Breath After Coma e Salvador Sobral, nasceu de um encontro artístico assente na escuta, na partilha e no tempo da criação. Partindo do zero, sem canções pré-definidas, os músicos deixaram que o convívio moldasse o processo criativo, dando origem a temas originais que refletem essa vivência comum; em palco, o concerto recria a intimidade de uma sala de ensaios e convida o público a entrar num espaço de criação partilhada, onde vulnerabilidade, cumplicidade e liberdade artística se cruzam num espectáculo único e irrepetível.

    Os passes gerais para o Vodafone Paredes de Coura já se encontram disponíveis na DICE e nos locais habituais (FNAC, CTT e El Corte Inglés) pelo valor de 130€.

    Publicado em 2026.02.12

  • Carolina Deslandes e Rodrigo Correia lançam “Maria”

    Carolina Deslandes e Rodrigo Correia apresentam “Maria”, o primeiro single do EP cantar as dores baixinho vol. 1. Este lançamento marca o início da revelação de um projeto colaborativo, composto por seis canções, que será editado na íntegra no próximo dia 13 de março.

    O EP, gravado inteiramente live on take, sem pausas ou correções técnicas, assume a vulnerabilidade da interpretação como a sua maior força.

    Maria é uma canção que retrata uma das temáticas mais sensíveis da sociedade: o amor reprimido e a vida adiada. Através da história de uma mulher que vive em silêncio um sentimento que não corresponde às expectativas familiares, o tema aborda o medo do abandono e a coragem de assumir a própria identidade. Para os artistas, esta é uma composição que recorda que “não existe culpa no amor”.

    Carolina Deslandes + Rodrigo Correia

    “Acredito que alguém nos desenhou em anos diferentes, para um dia nos encontrarmos e criarmos música juntos. Seja quem for essa pessoa, muito obrigada! Este projeto é todo gravado live on take, sem pausas, sem autotunes, sem nada. Só a música pela música. Tal como sentimos os dois.” – Carolina Deslandes

    “Eu e a Carolina sentimos essa urgência de fazer canções que descrevam situações reais (com personagens que podem perfeitamente ser qualquer um de nós), e que nos façam, não apenas cantar ou dançar, mas acima de tudo sentir e pensar.”Rodrigo Correia

    cantar as dores baixinho vol. 1 é um trabalho que privilegia a proximidade e a interpretação, num encontro artístico que celebra a honestidade, amizade e música no seu estado mais genuíno.

    Maria” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

  • Hause Plants lançam o single “Do It Like This”

    Do It Like This foi gravado em Leeds e produzido por Gordon Raphael, produtor responsável pelos primeiros discos dos The Strokes. Tema é editado numa colaboração entre a Spirit Goth, editora norte-americana, e a Cuca Monga Discos.

     
    Ao longo de quatro anos, os Hause Plants editaram quatro EPs, inúmeros singles e tocaram um pouco por todo o mundo.
    Em 2025, Guilherme Machado Correia, vocalista, guitarrista e principal compositor do projeto, deu um passo atrás e entrou sozinho em estúdio, determinado a reconectar-se com a identidade da banda e a redescobrir-se enquanto músico. Rodeado pelas possibilidades infinitas do computador enquanto instrumento musical, pedais de guitarra, sintetizadores e drum machines, as suas novas experiências piscaram o olho à música de dança. Quando as primeiras demos ficaram prontas, estas novas canções foram levadas para a sala de ensaio, onde os Hause Plants — que, para além de Guilherme, contam ainda com Dani Oliveira, João Simões e Hugo Luzio — passaram o tempo a transformar esboços eletrónicos em temas dance-punk, compondo música de dança com instrumentos reais.
    Hause Plants
    O resultado é o álbum de estreia da banda. Este disco, que marca assim uma grande mudança em relação ao som anterior da banda lisboeta, reúne várias canções sobre diversão, amizade, festas e crescer de forma saudável, conscientes do nosso lugar no mundo, mas sempre abertos a novas aventuras. Para o concretizar, os Hause Plants convidaram Gordon Raphael, produtor lendário responsável por álbuns dos The Strokes, Regina Spektor, Hinds, The Cribs e muitos outros. Gravado e produzido por Gordon ao longo de uma semana nos Eiger Studios, em Leeds, este trabalho foi gravado ao vivo, com os quatro músicos a tocarem os seus instrumentos ao mesmo tempo, na mesma sala.
    Do It Like This é o primeiro avanço deste disco e reflete exatamente o que procuram os Hause Plants nesta nova fase da banda. Com batidas eletrónicas, baixos pulsantes e sintetizadores arpegiados, este novo single da banda lisboeta promete não deixar ninguém indiferente.
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