A WOW FC anuncia a realização do WOW 30 no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, no próximo dia 22 de maio.
Este será o quinto evento da organização em 2026 e marca a sua estreia em grande escala em território português.
A chegada a Lisboa acontece num momento particularmente relevante para a promotora. O WOW 29, realizado em Valência, estabeleceu um novo recorde de assistência para um evento de MMA na Europa Ocidental, ao reunir mais de 14.000 espectadores no Roig Arena. Mais do que um número expressivo, este marco consolidou a posição da WOW FC como uma das principais referências do panorama europeu da modalidade. Ilia Topuria, duplo campeão do mundo e sócio da organização, sublinhou esse crescimento ao afirmar, na conferência de imprensa após o evento, que “a WOW FC é já a segunda melhor promotora de MMA do mundo”.
WOW 30 @ Sagres Campo Pequeno
Com este contexto, a expansão para Portugal surge de forma natural. O país assume um significado especial no projeto, sendo a casa de Cristiano Ronaldo, outro dos nomes de destaque associados à WOW FC. A realização do primeiro grande evento internacional da temporada em solo português reforça essa ligação e acrescenta uma dimensão simbólica à escolha de Lisboa como palco.
O WOW 30 promete um cartaz de elevado nível, reunindo alguns dos principais nomes nacionais e internacionais das artes marciais mistas. Os detalhes dos combates serão anunciados nos próximos dias, mantendo a expectativa em torno de uma noite que se antecipa como memorável.
Depois dos sucessos registados em cidades como Bilbao, Madrid, Barcelona e Valência, a WOW FC chega agora a Lisboa impulsionada por uma temporada histórica e com a ambição de continuar a elevar o patamar das MMA no sul da Europa. O Sagres Campo Pequeno, com capacidade para mais de 7.000 espectadores, será o palco do próximo capítulo de uma trajetória em clara ascensão.
BILHETES À VENDA DIA 18 DE ABRIL, ÀS 10H00, NOS LOCAIS HABITUAIS E EM EVERYTHINGISNEW.PT
SAGRES CAMPO PEQUENO | 22 DE MAIO
Abertura de portas: 17h30 Início do espetáculo: 18h30
Plateia VIP (I) – 150€ Plateia VIP (II) – 100€ Plateia VIP (III) – 80€ Bancada (I) – 65€ Bancada (II) – 53€ Bancada (III) – 40€ Camarotes 1ª – 60€ Galeria 1ª – 35€ Camarotes 2ª -50€ Galeria 2ª – 22€ Mobilidade Condicionada – 30€
Apenas são válidos os bilhetes adquiridos nos pontos de venda oficiais. Não adquiras bilhetes em sites de mercado secundário. Consulta a lista completa dos locais de venda oficiais em everythingisnew.pt
A Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, será o palco da Fase Final do Campeonato Universitário de Futebol Virtual, que realiza a sua terceira edição, numa parceria entre a Federação Académica de Desporto Universitário (FADU) e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Nos dias 20 e 21 de maio, os 18 melhores jogadores a nível nacional universitário, que se recorde, foram conquistados por Rafael Monteiro, atleta da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP), na edição 2024/2025, que se realizou na biblioteca da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real.
Todos os jogos vão contar com transmissão na Twitch da FPF– twitch.tv/fpfportugal na companhia dos comentários de Mucha, Peter16, Dred e Drex, e ainda com a presença de vários convidados especiais, como Darkley, que irá estar frente-a-frente, num torneio “da comunidade”, onde os vencedores vão defrontar o atleta da Betclic Apogee, para tentar ganhar vários prémios.
O evento é aberto ao público e vai contar ainda com um espaço livre para todos os fãs jogarem e conhecerem o EA FC 26.
Estes serão os 18 nomes que estarão presentes nesta Fase Final – CUFV 2026
Martim Coelho – Associação Académica de Coimbra
Pedro Branco – Associação Académica da Universidade do Algarve
Tiago Monteiro – Associação Académica da Universidade da Beira Interior
João Azevedo – Associação Académica da Universidade do Minho
Tiago Ribeiro – Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Gonçalo de Vasconcelos Monteiro – Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
Francisco Novo – Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Afonso Repas – Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa – Porto
Rafael Marques – Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto
Ricardo Magalhães – Associação de Estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Rodrigo Ribeiro – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa
Duarte Eusébio – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Lourenço Jorge – Amado Associação de Estudantes do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
Pedro Santos – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Engenharia do Porto
Miguel Fonseca – ISLA Gaia
Vasco Guerra – Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico
Rafael Vieira – Instituto Politécnico de Santarém
Gonçalo Gonçalves – Associação de Estudantes da Universidade Portucalense Infante Dom Henrique
O evento pode ser acompanhado através das redes sociais eFADU (@efaduportugal), bem como através das redes sociais da FPF eSPORTS (@fpfefootball).
Sobre a FADU
A FADU Portugal é a entidade responsável pela organização e coordenação do desporto no ensino superior português. Reúne associações académicas, clubes universitários e Instituições de Ensino Superior, envolvendo anualmente mais de 10 mil estudantes-atletas em competições nacionais e assegurando a representação de Portugal nas principais provas internacionais universitárias.
Ao longo de 36 anos, a FADU tem afirmado o desporto universitário como dimensão estruturante da vida académica, promovendo a conciliação entre formação superior e rendimento desportivo e contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais à liderança, inovação e empregabilidade.
A Shell estreia em 2026 uma série de experiências exclusivas para clientes em Portugal. A primeira, através de uma parceria com a Hyundai Motorsport, levou-os aos bastidores do Rally de Portugal, onde Thierry Neuville conquistou a vitória ao volante de um Hyundai i20 N Rally1.
Clientes portugueses dos postos Shell viveram o Rally de Portugal de uma forma única, não a assistir de fora, mas como convidados especiais nos bastidores de uma das maiores provas de desporto motorizado do mundo. Entre 8 e 10 de maio, os selecionados por sorteio tiveram acesso exclusivo ao Parque de Assistência, à área de Hospitality da Hyundai Motorsport e a um programa completo ao longo de três dias no coração do rally.
Rally de Portugal
Com 44 postos Shell em Portugal, a marca aposta na proximidade com os condutores portugueses através de experiências únicas – e o Rally de Portugal foi apenas a primeira de uma série de iniciativas que os postos Shell vão oferecer aos seus clientes ao longo do ano.
O WRC Rally de Portugal foi a 6ª ronda do Campeonato do Mundo de Ralis e um dos maiores eventos desportivos do país, com 23 especiais de classificação ao longo de 345 quilómetros cronometrados em terra. O percurso atravessou o Centro e Norte de Portugal – de Coimbra a Fafe, passando por Lousã, Góis, Arganil, Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante – e culminou no domingo, 10 de maio, com a Power Stage e o pódio final em Fafe, junto ao icónico Salto da Pedra Sentada.
Rally de Portugal
A experiência foi possível graças à parceria entre a Shell e a Hyundai Motorsport. A presença da Shell no WRC assenta num posicionamento centrado na performance: há mais de uma década, os especialistas Shell desenvolvem soluções avançadas de lubrificação – de óleos de motor a fluidos hidráulicos – concebidas para responder às exigências técnicas e de durabilidade do rally de alta competição.
Para Mariana Marques, gestora da marca: “Esta foi a nossa primeira grande ativação do ano e aconteceu mesmo aqui, em Portugal. Ver os nossos clientes dentro da prova, ao lado da equipa Hyundai Motorsport, e poder ainda celebrar a vitória de Thierry Neuville em solo português, foi extraordinário. É exatamente esta proximidade com os portugueses que queremos construir, e este é apenas o primeiro passo.”
Rally de Portugal
Os participantes foram selecionados por sorteio, exclusivo a membros Shell First Loyalty, o programa de fidelização disponível nos postos Shell, de adesão gratuita. Durante o período de campanha, cada abastecimento de 30€ ou mais num posto Shell gerou uma participação no sorteio.
SOBRE O SHELL FIRST LOYALTY
O Shell First Loyalty é o programa de fidelização da Shell em Portugal. De adesão gratuita – através de cartão físico ou virtual e aplicação móvel –, oferece um desconto permanente de 10 cêntimos por litro em Shell V-Power e 6 cêntimos por litro em combustíveis simples, além de promoções exclusivas como o V-Power Weekend (aos sábados e domingos, -14 cênt./L em V-Power) e acesso a sorteios de experiências únicas no mundo do motorsport.
Rally de Portugal
SOBRE A SHELL HELIX ULTRA
O Shell Helix Ultra com tecnologia PurePlus é o óleo de motor de alta performance da Shell, desenvolvido e testado nas condições mais exigentes do desporto motorizado. Parceiro técnico da Hyundai Motorsport no WRC desde 2014, a Shell co-desenvolveu lubrificantes avançados que contribuíram para duas vitórias consecutivas no título de Construtores (2019 e 2020) e para o título de Pilotos de Thierry Neuville em 2024. A tecnologia desenvolvida em competição alimenta diretamente os produtos de estrada. O que é testado no WRC traduz-se em melhor proteção, menor desgaste e maior limpeza do motor para os condutores do dia a dia.
A Liga MEO Surf, a primeira divisão do surf nacional, está a caminho da primeira Reserva Mundial de Surf da Europa e única em Portugal, para o Allianz Ericeira Pro, que vai acontecer entre 22 e 24 de maio.
Os melhores surfistas nacionais preparam-se para enfrentar as míticas direitas da praia de Ribeira d’Ilhas, naquele que será o equador da Liga MEO Surf, uma vez que é a terceira das cinco etapas que decidem os títulos nacionais de surf.
Allianz Ericeira Pro
Maria Salgado e Francisco Ordonhas chegam a esta etapa com o estatuto de líderes do ranking nacional e, consequentemente, na posse da licra amarela Go Chill, após ambos terem proporcionado um arranque de temporada irrepreensível, com duas vitórias em outras tantas etapas já disputadas. Algo que dá a Ordonhas a possibilidade de igualar um registo de três vitórias consecutivas na Liga, que apenas foi conseguido por Tiago Pires, em 2005 – no lado feminino Patrícia Lopes conseguiu vencer quatro etapas de forma consecutiva, em 1999.
Francisco Ordonhas, líder do ranking masculino da Liga MEO Surf 2026 “Sinto que posso repetir mais um triunfo, mas também sei que vai ser muito difícil. Há muitos bons surfistas na Liga MEO Surf e com capacidade de vencerem a etapa, devido ao elevado nível de surf que têm. Não vou colocar muita pressão sobre mim próprio, vou tentar apanhar as melhores ondas e fazer o meu melhor surf. O resultado virá como consequência disso. Estou a sentir-me muito bem, sei que posso vencer mais uma etapa, mas tenho de ter os pés bem assentes na terra. O sucesso nem sempre depende somente de nós, mas também das ondas, e nestas últimas etapas tenho conseguido entrar no ritmo das ondas e apanhar as melhores. O facto de estar muito confiante também ajuda a não ficar nervoso e a colocar o meu surf com confiança e de forma relaxada. Sei que sou capaz de fazer mais e melhor, é para isso que estou a trabalhar, mas sinto-me satisfeito com o meu momento. E vou tentar levar isso para as competições internacionais.”
Francisco Ordonhas
Maria Salgado, líder do ranking feminino da Liga MEO Surf 2026 “O início de época foi muito positivo e deu-me confiança. A Ericeira é sempre uma prova exigente e tudo pode acontecer, por isso vou com os pés bem assentes na terra. Quero surfar bem, tomar boas decisões e desfrutar do momento. Se o resultado vier, ótimo, mas ainda há muito campeonato pela frente. Tenho-me sentido bem dentro da água. Estou muito focada em mim, no meu processo e em melhorar pequenos detalhes. Sinto que estou num bom momento, talvez mais confiante e consistente, e isso acaba por fazer a diferença. Sem dúvida que quero aproveitar esta fase também nas provas internacionais e levar esse nível para competir ao mais alto nível lá fora.”
Maria Salgado
Esta é a 17.ª temporada consecutiva que os melhores surfistas nacionais rumam à Ericeira para competirem e desfrutarem de um dos mais icónicos “salões de festas” do surf nacional e europeu, dado ser exatamente nesta praia onde já aconteceram grandes feitos de surfistas portugueses, quer a nível nacional quer mundial, o que confere grande misticismo à onda de Ribeira d’Ilhas.
Allianz Ericeira Pro – Quadro de Vencedores: 2025 – Tiago Stock e Teresa Bonvalot 2024 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot 2023 – Joaquim Chaves e Carolina Mendes 2022 – Halley Batista e Teresa Bonvalot 2021 – Afonso Antunes e Carolina Mendes 2020 – Afonso Antunes e Carolina Mendes
Praia de Ribeira d’Ilhas
Hugo Moreira Luís, Presidente da Câmara Municipal de Mafra “A Reserva Mundial de Surf da Ericeira volta a afirmar-se como palco central do surf nacional, ao receber a 3.ª etapa da Liga MEO Surf 2026, num momento decisivo do circuito. Depois das etapas da Figueira da Foz e do Porto e de Matosinhos, e antes da Ribeira Grande, nos Açores, a passagem pela Ericeira será um teste de excelência num dos mais reconhecidos destinos de surf a nível internacional. Com uma ligação histórica ao surf que remonta a 1977, o concelho de Mafra consolida, uma vez mais, o seu posicionamento como território de referência, onde a qualidade das ondas se cruza com um ecossistema único que integra natureza, identidade local e experiência turística. Este é também um momento estratégico para projetar a Ericeira e o concelho de Mafra junto de públicos nacionais e internacionais, reforçando a sua atratividade e valorizando os seus ativos distintivos — do mar ao património, da gastronomia à cultura local. Sejam bem-vindos a Ericeira. Que esta etapa proporcione grandes momentos de competição e que as nossas ondas estejam à altura do talento que aqui se reúne”.
Allianz Ericeira Pro 2025: – Campeões da Etapa: Tiago Stock e Teresa Bonvalot; – 934 ondas surfadas por 91 surfistas inscritos; – Melhor onda (máximo 10 pontos): Joaquim Chaves, 9,00 pontos na ronda 3; – Melhor pontuação (máximo 20 pontos): Guilherme Ribeiro, 16,00 pontos na ronda 3.
Praia de Ribeira d’Ilhas
Além de ser uma etapa de extrema importância para as contas da luta pelos títulos nacionais, o Allianz Ericeira Pro é também a segunda de três paragens a contar para o já histórico troféu Allianz Triple Crown.
José Francisco Neves, Membro do Comité Executivo da Allianz Portugal e Diretor de Transformação e Marketing “O Allianz Ericeira Pro é uma etapa muito especial para nós, não só pela sua importância no calendário da Liga MEO Surf, mas também pelo que representa em termos de identidade e posicionamento da Allianz. Este ano, assumimos esse compromisso de forma ainda mais ambiciosa, com novidades que reforçam a ligação emocional à prova e refletem a forma como a Allianz procura estar próxima dos seus clientes e do público em geral, através de experiências verdadeiramente diferenciadoras e memoráveis. É esta visão que nos motiva a continuar a investir no surf nacional e a contribuir para a valorização de um dos palcos mais icónicos desta modalidade”.
Em termos de prémios paralelos, o Allianz Ericeira também irá incluir o prémio “Olha que Onda Bem Sacada” by Pingo Doce (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Montebelo Expression Session (disputa da melhor manobra), Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3) e ainda os prémios reservados aos melhores surfistas locais da Ericeira.
Fantasy Surfer Prémio vencedor etapa: fato de surf da Quiksilver, modelo Highline Prazo constituição das equipas: hora do Call do primeiro dia de prova
Todas as etapas poderão ser acompanhadas em direto na Sport TV, assim como nos restantes meios oficiais: Youtube do MEO, app do MEO – disponível na posição 810 da grelha de canais MEO, e em www.ansurfistas.com e redes sociais em @ansurfistas.
A Liga MEO Surf 2026 é uma organização da Associação Nacional de Surfistas, com o patrocínio do MEO, Allianz Seguros, Bom Petisco, Go Chill, Corona, Somersby, Montebelo, o parceiro de sustentabilidade Pingo Doce, Quiksilver, Move Centro Portugal, Visit Portugal, com o apoio local do Município de Mafra, e o apoio técnico da Ericeira Surf Clube e da Federação Portuguesa de Surf.
Thierry Neuville foi o vencedor da 59.ª edição do Vodafone Rally de Portugal. Para o piloto belga, esta é a primeira vitória de 2026 e a segunda em território nacional.
O pódio ficou completo com duas equipas da Toyota. Oliver Solberg, segurou a segunda posição, enquanto Elfyn Evans terminou na terceira posição e manteve o primeiro posto no campeonato do Mundo.
Com a vitória esta tarde selada em Fafe, Thierry Neuville, ao volante de um Hyundai i20 N Rally1, interrompeu em definitivo o domínio exercido pela Toyota Gazoo Racing WRT durante a presente temporada.
“Foi uma prova especial e esta vitória veio na altura certa. Dececionei na Croácia, mas nunca desistimos neste rali e sempre estivemos no sítio certo, caso acontecesse algo de anormal aos nossos adversários, sobretudo ao Sébastien (Ogier)”, disse o vencedor.
Apesar das seis mudanças de comandante ao longo da prova, na fase final parecia que Sébastien Ogier tinha tudo a seu favor para alcançar o oitavo triunfo em Portugal, mas um furo numa das rodas do Toyota, na penúltima classificativa do Rally, retirou-lhe a hipótese de vencer.
O vencedor do Vodafone Rally de Portugal foi, ainda, segundo na “Power Stage”, a 0,6 segundos do francês Adrien Fourmaux, também em Hyundai, que foi o mais rápido.
Ao volante de um Toyota GR Yaris Rally1, Oliver Solberg garantiu o segundo lugar do pódio, à frente do galês Elfyn Evans, em viatura idêntica, que conserva o comando do campeonato, com 123 pontos. Com este resultado, aumentou para 12 pontos a vantagem sobre o japonês Takamoto Katsuta no Mundial, o único que em seis provas já ganhou por duas vezes. Oliver Solberg é terceiro, com 92. No Mundial de Construtores, a Toyota lidera, com 311 pontos, contra os 218 da Hyundai.
No WRC2, Teemu Suninen (Toyota) foi o vencedor desta edição do Vodafone Rally de Portugal. O finlandês subiu ao lugar mais alto do pódio e foi secundado por Nikolay Gryazin (Lancia), que acabou em segundo, e Roope Korhonen (Toyota), que terminou no terceiro posto. No último dia de competição, Robert Virves (Skoda) esteve num plano superior e chegou mesmo a ser o mais veloz em termos absolutos na primeira passagem pelo troço de Fafe. Porém, problemas nos dias anteriores fizeram-no abandonar e regressar em Super Rally, ou seja, com uma penalização de 30 minutos. Tal sanção impediu ao estónio de sonhar, sequer, com um lugar entre os melhores deste campeonato.
Jan Solans (Skoda), por sua vez, discutiu as melhores posições durante a prova, mas uma saída de estrada na penúltima especial relegou-o para a quinta posição atrás de Andreas Mikkelsen (Skoda).
No campeonato, três pilotos estão empatados na primeira posição, com 52 pontos: Yohan Rossell (Lancia), Léo Rossell (Citroën) e Roope Khoronen. O italiano Matteo Fontana (Ford Fiesta) venceu entre os WRC3 e o turco Ali Turkhan (Ford Fiesta) entre os Juniores.
Vodafone Rally de Portugal
Armindo Araújo termina como melhor português
Em relação aos portugueses Armindo Araújo (Skoda) atingiu um dos seus objetivos, ser “o melhor português”. Ficou no 24.º lugar da geral, à frente de Paulo Neto (Skoda), que ficou em 30.º absoluto e venceu entre os Masters, de Tiago Silva (Skoda), 40.º, e de Hélder Miranda (Peugeot), 44.º.
“É um enorme orgulho voltar a subir ao pódio, no final de mais um Vodafone Rally de Portugal, com o título de melhor português. Assumimos desde sempre que este era o nosso maior objetivo e não podíamos estar mais satisfeitos depois de quatro dias muito desafiantes e exigentes. A equipa fez um grande trabalho e estamos todos de parabéns. Este continua a ser o melhor rali do mundo e a maior festa do automobilismo no nosso país e é sempre um privilégio conseguir disputar a prova na totalidade”, afirmou Armindo Araújo no final.
Ao volante de um Toyota GR Yaris Rally1, Sébastien Ogier terminou hoje a primeira etapa da 59.ª edição do Vodafone Rally de Portugal no topo da classificação geral, com o tempo de 1h28m25,2s. O piloto francês tem uma vantagem de apenas 3,7 segundos sobre o segundo classificado, o belga Thierry Neuville, em Hyundai i20 N Rally1. Sami Pajari, também em Toyota, é o terceiro classificado a 15,2 segundos do campeão do Mundo.
“Naturalmente que estou muito satisfeito por ter terminado o dia na liderança. Amanhã começa um novo rali e acho que podemos ficar satisfeitos com o que fizemos esta tarde, até porque a manhã foi extremamente complicada, em que tive de reduzir a velocidade por causa do pó”, disse o piloto francês.
Refira-se que o piloto do Toyota GR Yaris Rally encontrou inúmeras contrariedades para alcançar a melhor afinação para o carro, mas, após ter assumido o topo da classificação, registou três triunfos nas quatro especiais da tarde. A subida ao primeiro lugar aconteceu numa altura em que, o então líder, Adrien Fourmaux (Hyundai), teve dois furos nos pneus do lado direito do seu i20 e perdeu quase meio minuto. Com isso, foi relegado para um lugar fora dos cinco primeiros e está a 34,3 segundos de Ogier.
“Estávamos a fazer uma prova bastante positiva, mas tivemos a infelicidade de sair ligeiramente de estrada e furámos dois pneus. Ainda tentámos andar depressa, mas ficámos sem pneus suplentes e não podíamos correr riscos. O rali é muito longo, pelo que temos de nos concentrar até domingo”, sustentou o gaulês Adrien Fourmaux.
Sami Pajari, que iniciou o dia ao ataque e venceu duas classificativas (Mortágua e Arganil), também perdeu tempo devido a um furo. Ainda assim, segurou uma posição no pódio. O sueco Oliver Solberg, também em Toyota, sofreu uma saída de estrada em Góis, precisamente no mesmo local de Adrien Fourmaux. Não perdeu tanto tempo como o gaulês e terminou o dia na quarta posição, a 16,4 segundos do líder. No quinto lugar, surge o líder do campeonato, Elfyn Evans (Toyota). O galês passou o dia a “abrir” a estrada e sentiu dificuldades por isso. Está a 32,5 segundos de Ogier.
Jon Armstrong sobreviveu sem a direção assistida do Ford, enquanto o seu companheiro de equipa na M-Sport Ford, Märtinš Sesks, sofreu um duplo furo no Puma Rally1, na segunda passagem por Mortágua, após 3,8 quilómetros da partida, e teve de parar para trocar os pneus. O letão perdeu quatro minutos e ficou atrás dos líderes do WRC2.
Nesta categoria, a competição está muito renhida. Os quatro primeiros classificados estão separados por apenas 6,4 segundos. Nikolay Gryazin (Lancia) é o primeiro classificado e tem Jan Solans (Sköda), que surge logo a seguir, a 2,5 segundos. Roope Korhonen (Toyota) completa o pódio. A sua posição está, contudo, segura por 0,2 segundos, diferença que tem para o líder do campeonato, Yohan Rossel (Lancia). Calle Carlberg (Ford) é o melhor dos participantes no JWRC, enquanto Matteo Fontana (Ford) está na frente no WRC3.
Vodafone Rally de Portugal
Liderança consolidada no CPR
Ao volante de um Toyota Yaris Rally2,Rúben Rodrigues estreou-se no Vodafone Rally de Portugal com um triunfo para o Campeonato de Portugal de Ralis. A prova do WRC também pontua para a competição nacional, mas apenas os dois primeiros dias foram considerados. Depois do triunfo na primeira jornada da temporada, o açoriano voltou a saber o que é ganhar e logo na estreia no evento do WRC.
Rodrigues deixou Gonçalo Henriques (Hyundai) a 9,6 segundos de distância, enquanto Pedro Almeida (Toyota) terminou no terceiro lugar. “Foi uma experiência fantástica competir pela primeira vez no Vodafone Rally de Portugal. Estou muito feliz por obter a segunda vitória da temporada no CPR. Para esta prova trabalhamos afincadamente, tal como a equipa ARC Sport, pelo que só posso sentir-me orgulhoso pelo resultado final”, referiu o vencedor.
O dia de amanhã, sábado, está reservado para duplas passagens por quatro especiais. Após a partida de Matosinhos (6h00), as equipas percorrem os troços de Felgueiras (7h00 e 14h00), Cabeceiras de Basto (8h05 e 15h05), Amarante (9h35 e 16h35) e Paredes (11h05 e 18h05). A única exceção é a passagem única pela super-especial de Lousada (19h05).
A WWE regressa a Portugal este verão com um espetáculo imperdível agendado para o dia 3 de junho, na MEO Arena.
Integrado na WWE European Summer Tour, este tão aguardado regresso a Lisboa põe fim a uma espera de nove anos para os fãs portugueses. O evento promete uma noite memorável de entretenimento de classe mundial, com toda a intensidade e espetáculo que tornaram a WWE num fenómeno global.
WWE European Summer Tour @ Meo Arena
O público terá a oportunidade de ver ao vivo algumas das maiores estrelas da atualidade, incluindo o campeão masculino da WWE, Cody Rhodes, Drew McIntyre, a campeã feminina da WWE, Jade Cargill, The Usos, Gunther, Sami Zayn, Damian Priest, Charlotte Flair e Alexa Bliss, entre outros nomes de destaque.
Com uma produção de grande escala, efeitos especiais impressionantes e a energia única do público português, a WWE promete transformar a noite de 3 de junho numa experiência inesquecível para todos os fãs de wrestling que marcarem presença na MEO Arena.
A luta pela Champions está ao rubro, com a vitória sobre o Vitória pelos expressivos 5-1, o Sporting igualou o Benfica com 76 pontos.
O Sporting entrou em campo depois do empate do Benfica em Famalicão, 2-2, e a vitória sobre o Guimarães daria o empate pontual na Liga, a equipa de Rui Borges não desperdiçou a oportunidade e venceu o Vitória por 5-1.
As águias têm vantagem no confronto direto, mas vão defrontar o Braga ainda. Vai ser uma recta final com os olhos nos milhões para Sporting e Benfica.
A PUMA e a designer Priya Ahluwalia, com sede em Londres, apresentam uma nova coleção que mistura a herança indiana-nigeriana de Ahluwalia com o ADN desportivo da PUMA.
A coleção procura captar a energia de África na véspera do Campeonato do Mundo, com produtos e imagens que mostram a paixão inigualável pelo futebol, o street style e o coletivismo cultural influenciados por este desporto no continente africano.
Puma / Ahluwalia
Neste segundo lançamento, Ahluwalia inspirou-se na paixão e na criatividade dos adeptos de futebol do mundo africano. Ao observar imagens de campos de futebol e da cultura dos adeptos em locais como Marrocos e Nigéria, Ahluwalia ficou impressionada com a forma como as diferentes comunidades expressam o orgulho pelas suas equipas. A pesquisa alargou-se aos arquivos da PUMA, onde décadas de artefactos futebolísticos ajudaram a inspirar a reinterpretação de modelos clássicos em toda a coleção. Enraizada na alegria e no espírito coletivo que o futebol inspira, a coleção celebra o desporto como uma linguagem universal que une as comunidades além-fronteiras.
Esta colaboração reformula alguns dos designs icónicos da PUMA, tais como o modelo V-S1 e o clássico fato de treino T7, com estampados apelativos, materiais distintos e uma gama de cores vibrantes. Abrangendo calçado, vestuário e acessórios, a nova colaboração surge na sequência da reinterpretação das sapatilhas Suede por Ahluwalia, lançadas no final de 2025.
Puma / Ahluwalia
Presente na camisola e nas calças de treino, o padrão que abrange toda a coleção evoca de forma abstrata um estádio repleto de adeptos a apoiar as suas equipas, representado através de desenhos exclusivos da PUMA x Ahluwalia. Uma malha texturada aparece na camisola e na saia T7, fazendo referência ao verde característico da bandeira nigeriana, com logótipos bordados em destaque. Um polo com padrão combina detalhes visuais de grandes dimensões com um esquema de cores em degradê, criando um design marcante.
A mala Micro Grip e o boné de basebol completam os acessórios da coleção. A mala retoma o padrão ondulado característico do top e da saia T7, numa referência à Formstrip da PUMA. O boné de basebol apresenta-se numa sóbria combinação de cores em preto, com uma construção leve e texturada e um discreto emblema Ahluwalia na parte superior.
Puma / Ahluwalia
Na gama de calçado, o modelo PUMA V-S1 é lançado em duas versões: tons pan-africanos vibrantes de vermelho, amarelo, preto e verde, e uma edição mais discreta em cinzento e preto. O modelo aerodinâmico, sem atacadores, remete para o design do futebol do início da década de 2000, inspirada na família de chuteiras V1 da PUMA — abreviatura de “velocity” —, conhecida pela sua construção radical e inovadora.
A coleção é produzida em grande parte com fibras recicladas, refletindo um compromisso contínuo com a inovação responsável em termos de materiais. Trabalhando em estreita colaboração com a equipa de desenvolvimento da PUMA, Ahluwalia explorou novas técnicas de fabrico e materiais, tanto no vestuário como no calçado.
Puma / Ahluwalia
A narrativa da campanha é uma carta de amor ao futebol africano e materializa-se através da fotografia e de uma curta-metragem, tendo como cenário Marrocos. Ao captar as paredes descoloridas pelo sol e as ruas cobertas de areia marroquina, o filme destaca o lado emocional do desporto, apresentando o futebol como algo que nos une e que todos partilhamos.
A coleção PUMA x Ahluwalia está disponível em exclusivo na loja da PUMA em Londres, em Ahluwalia.world, e através de distribuidores selecionados da PUMA.
Programa duplo no GT World Challenge Europe em 2026 (Endurance e Sprint) reflete reconhecimento do talento do jovem piloto português.
Este fim de semana, estreia-se no campeonato Sprint Cup, do GT World Challenge Europe, em Brands Hatch, determinado a lutar pela vitória na categoria Silver Cup.
Na prova inaugural da Endurance Cup, realizada em Paul Ricard, em abril, só um problema na caixa de velocidades do McLaren impediu Guilherme Oliveira de conquistar a vitória.
A época de 2026 assume-se como a mais ambiciosa da carreira de Guilherme Oliveira. Ao estrear-se, este fim de semana, no campeonato Sprint Cup do GT World Challenge Europe – o mais competitivo campeonato de GT do mundo –, o piloto português de apenas 21 anos assume um programa duplo (Endurance e Sprint) que representa o reconhecimento do seu estatuto como um dos mais jovens talentos das competições mundiais de GT.
O piloto de Vila Nova de Gaia compete na categoria Silver Cup, ao volante do McLaren 720S GT3 Evo nº 5 da equipa britânica Optimum Motorsport, estrutura que conta com o apoio oficial da McLaren. “É uma equipa grande. Eles também têm operações na América, por isso, têm uma dimensão e meios consideráveis e acho que temos tudo para fazer uma boa época. Por outro lado, os meus dois colegas de equipa são muito competitivos”, sublinha Guilherme Oliveira, que vai partilhar o carro com o britânico Mikey Porter, piloto júnior da McLaren, e o alemão Dante Rappange.“O Mikey é piloto júnior da marca, o que me dá uma comparação direta muito positiva. Temos uma equipa forte e pilotos rápidos; temos tudo para lutar por uma grande época”.
Guilherme Oliveira
Um programa de elite com passagem por Portugal
O programa de 2026 de Guilherme Oliveira é composto por 11 provas, divididas entre cinco corridas de Endurance e cinco rondas Sprint do GT World Challenge Europe, mas também as 24 Horas de Nürburgring, entre os dias 14 e 17 de maio. Entre os momentos mais aguardados está a última prova do calendário do campeonato Endurance Cup, que vai ter como palco o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. Uma corrida com significado especial para o piloto português.
Caixa de velocidades impediu abrir época com vitória
No passado mês de abril, a ronda inaugural da Endurance Cup, em Paul Ricard, deixou indicações claras do potencial da equipa do jovem português. Numa exigente corrida de seis horas, Guilherme Oliveira e os seus colegas lideraram até duas horas do final, até uma pequena fuga de óleo na caixa de velocidades forçou o abandono para evitar danos maiores. “Estou muito frustrado com o desfecho, pois estávamos na liderança com uma vantagem considerável”, recorda o piloto. Apesar do azar, a confiança mantém-se intacta: “Mostrámos claramente que temos andamento para lutar pelo título”.
Guilherme Oliveira
Brands Hatch: estreia, intensidade e ambição
O foco vira-se agora para Brands Hatch, no Reino Unido, que recebe, este fim de semana, a primeira ronda da Sprint Cup. Será uma estreia absoluta para Guilherme Oliveira, tanto na histórica pista, como em competição em solo britânico.
O formato compacto do fim de semana, concentrado em apenas dois dias, obriga a uma rápida adaptação à pista, com o de hoje (sábado) a ser reservado aos treinos e à qualificação e o de domingo a duas corridas, cada uma com a duração de uma hora. “Vai ser um fim de semana de aprendizagem. Será fundamental maximizar cada volta”, afirma Guilherme. Apesar do desafio, o otimismo é a nota dominante: “O McLaren costuma ser forte em Brands Hatch. Temos um bom package e estamos confiantes para lutar pela vitória”.
Sobre Guilherme Oliveira
Com apenas 21 anos, Guilherme Oliveira é um dos mais promissores talentos do automobilismo português. Natural de Vila Nova de Gaia, construiu um percurso sólido desde o karting – onde conquistou múltiplos títulos nacionais e internacionais – até às competições de topo em protótipos e GT. Vice-campeão da European Le Mans Series (LMP3) e com experiência em competições como o FIA World Endurance Championship, Rolex 24h de Daytona e 24 Horas de Spa, tem-se destacado pela sua rapidez, consistência e maturidade em pista. Guilherme Oliveira representa uma nova geração de pilotos portugueses preparada para afirmar-se ao mais alto nível do automobilismo mundial.