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  • HubTech da feira tecnológica da EXPONOR acelera 10 startups

    Concurso da 360 Tech Industry, com inscrições abertas até 27 de março, pretende promover soluções inovadoras e originais, destinadas a empresas em fase embrionária e que apresentem um modelo de negócio repetível, escalável e lucrativo.

    Estarão em destaque a 20 e 21 de maio, no certame profissional que cobre todas as áreas que estão a redefinir a produção e a engenharia em Portugal.

    Será provavelmente o ambiente focado em tecnologia, inovação e indústria que, em Portugal, e durante dois dias, terá maior concentração de engenheiros, decisores de várias áreas fabris e empresários. Os bastidores da 360 Tech Industry, o palco onde as soluções tecnológicas encontram a produção, já mexem, com 20 e 21 de maio no horizonte.

    HubTech da feira tecnológica da EXPONOR

    Altura em que, sob a égide do concurso e espaço HubTech, a EXPONOR – Feira Internacional do Porto – colocará os holofotes sobre uma seleção de 10 soluções e/ou projetos inovadores — nunca desenvolvidos – de startups, de segmentos que podem ir da automação à robótica, da manutenção industrial à inteligência artificial, da impressão 3D aos sistemas ciberfísicos. Ou seja, todas as áreas que estão a redefinir a produção e a engenharia no nosso país. É que têm na 360 Tech Industry a sua montra maior.

    Dedicado a startups tecnológicas (em fase embrionária e que apresentem um modelo de negócio repetível, escalável e lucrativo) com inovações técnicas originais aplicáveis à indústria, o HubTech by 360 TI oferece a oportunidade de participação gratuita naquela que é uma das principais feiras nacionais de tecnologia industrial. O espaço certo para as startups ganharem visibilidade, validarem soluções junto de um público profissional altamente qualificado e criarem contactos estratégicos.

    O prazo de candidatura já está a decorrer e termina a 27 de março. A avaliação das soluções tecnológicas e dos respetivos impactos e benefícios para o mercado, por um júri independente, acontecerá no início de abril (a seleção será comunicada no dia 10).

    “O HubTech é uma iniciativa que funciona como acelerador do crescimento das startups tecnológicas e que apoia o empreendedorismo, promovendo a transformação industrial, a inovação e o crescimento sustentável”, sublinha Diogo Barbosa, diretor-geral da EXPONOR.

    HubTech da feira tecnológica da EXPONOR

    Desenhada para quem quer inovar, otimizar e evoluir, com uma programação focada em negócio, demonstração e partilha de conhecimento técnico, a 360 Tech Industry posiciona-se como uma plataforma essencial das tecnologias que ajudam a tornar os processos industriais mais eficientes, inteligentes e sustentáveis — da fábrica conectada à produção automatizada.

    O evento é uma montra concentrada que, em dois dias, permite “acompanhar as tendências emergentes da Indústria 4.0 e 5.0; inspirar a transição digital, ecológica e produtiva das empresas; trocar experiências com outros profissionais e especialistas; e estabelecer parcerias com fornecedores tecnológicos”, frisa Diogo Barbosa. A quem estatística da última edição dá razão: mais de cinco mil visitantes profissionais, 97 empresas e entidades expositoras, 88% das quais participaram para gerar novos contactos comerciais e conseguiram recolher “leads” (oportunidades de negócio) durante o evento (76%).

    E numa feira em que os principais motivos de visita foram conhecer inovações tecnológicas (70%), procurar novos fornecedores (42%) e participar em sessões técnicas e talks especializadas (29%), o programa de conferências assume um papel importante de aprendizagem e partilha, com especialistas nacionais e internacionais, sobre automação, digitalização, inteligência artificial, sustentabilidade e muito mais. O programa encontra-se em fase de últimação.

    Síntese:

    360 Tech Industry

    • Data: de 20 a 21 de maio de 2026
    • Horário: das 10h00 às 19h00
    • Local: EXPONOR – Feira Internacional do Porto

    Perfil dos visitantes profissionais: engenheiros de produção, manutenção e automação; técnicos industriais e gestores de operações; diretores de inovação, qualidade e energia; compradores e decisores de investimento tecnológico; responsáveis de IT industrial e cibersegurança; integradores de sistemas e consultores técnicos

    Perfil dos expositores: fabricantes e distribuidores de tecnologia industrial; fornecedores de automação, robótica, manutenção e sensores; empresas de software e digitalização de processos; startups e centros de I&D; e universidades, entidades formativas e clusters industriais

    Bilheteira: a entrada na feira é exclusiva para profissionais do setor e o acesso, que deverá ser assegurado previamente online, é válido para todos os dias. Durante os dias de feira, o bilhete custa 15€ no check-in e 7€ se adquirido online. Os acessos para as visitas de estudo são válidos apenas para o dia selecionado pela escola e a entrada deve ser solicitada online (custa 3 € por aluno).

    Website: exponor.pt/360-tech-industry

    Publicado em 2026.03.13

  • Startup Leiria aproxima capital de risco das startups da região com novo programa VC in Residence

    A Startup Leiria realizou a primeira edição do VC in Residence, uma iniciativa que ligou startups a investidores de capital de risco, com a participação da Ground Capital. Sete startups apresentaram os seus projetos, demonstrando um forte potencial de follow-up para investimento.

    A Startup Leiria organizou a primeira edição do VC in Residence, uma iniciativa que pretende aproximar startups, investidores de capital de risco e a comunidade empreendedora, ao promover momentos de partilha, networking e aceleração do ecossistema de inovação da região.

    A iniciativa teve lugar no dia 23 de abril, no Mercado Municipal de Leiria, um espaço onde a Startup Leiria desenvolve parte da sua atividade, e contou com a presença da venture capital Ground Capital*, representada por Nancy Brito, Partner, e Tomás Vieira, General Manager da Astrolab, o acelerador de inteligência artificial da Ground Capital.

    Ao longo do dia, sete startups – Mantis AI, Twevo, Excubium, Nitrogen Sensing Solutions, Weezzi, Planta Design e Lockem, em diferentes estágios de desenvolvimento, desde pré-seed até scaleup – tiveram a oportunidade de apresentar os seus projetos ao fundo. Na grande maioria das reuniões realizadas foi demonstrado um potencial de follow-up para investimento, de acordo com os diferentes estágios de maturidade das startups, reforçando a ambição de posicionar Leiria no mapa nacional da inovação e do venture capital.

    A agenda incluiu reuniões individuais com investidores, momentos de networking institucional e visitas a duas empresas de referência da região: a Solancis, que se destaca pela inovação nos processos de extração, processamento e tratamento de pedra natural, e a Sound Particles, uma startup tecnológica sediada em Leiria especializada em software de áudio 3D utilizado por grandes estúdios de cinema e videojogos a nível global. Estas visitas reforçaram a ligação entre startups, indústria e empresas tecnológicas com impacto internacional.

    O programa integrou também um workshop de capacitação, o Investment Readiness Lab, conduzido por Nancy Brito, focado na preparação dos empreendedores para o processo de investimento, desde a estruturação da proposta de valor até à abordagem a investidores.

    O que mais me impressionou em Leiria foi a substância do ecossistema. As sete startups que conheci estão próximas dos clientes, da indústria e de problemas reais. As visitas à Solancis e à Sound Particles confirmaram essa mesma força: Leiria tem hoje capacidade tecnológica, ambição internacional, empresas de referência e uma comunidade empreendedora muito orientada para a execução. É um ecossistema com qualidade, maturidade e enorme relevância para quem olha para a inovação com a perspetiva do capital de risco”, afirma Nancy Brito.

    Para a Startup Leiria, esta primeira edição marca mais um passo na missão de apoiar empreendedores e criar pontes entre startups do ecossistema regional e investidores com atuação internacional, contribuindo, assim, para a maturação e escalabilidade dos projetos inovadores da região.

    Esta primeira edição foi muito positiva, pela qualidade dos conteúdos partilhados, pela energia dos pitches e pelo forte envolvimento dos stakeholders principais da região, entre os quais  a Câmara Municipal de Leiria, a Nerlei e o Instituto Politécnico de Leiria. Para a Startup Leiria, é estratégico trazer mais “capital” para a região, por forma a acelerar ainda mais os projetos de inovação que nascem e crescem no nosso ecossistema”, adiciona Vítor Ferreira, CEO da Startup Leiria.

    Após esta primeira edição, a Startup Leiria prevê a realização de mais duas iniciativas VC in Residence até ao final do ano, com o objetivo de reforçar o seu compromisso em posicionar Leiria como um pólo relevante no panorama nacional de inovação e investimento.

    *A Ground Capital investe em startups intensivas em conhecimento e tecnologia, com ambição global e equipas altamente qualificadas, com foco em áreas como deep tech, inteligência artificial, defesa e climate tech, e em estágios desde seed até growth.

  • Palavras-passe fortes já não chegam para travar ataques alimentados por IA, malware infostealer e mercados clandestinos no Telegram

    Especialistas alertam para nova era do cibercrime industrializado, onde credenciais roubadas são vendidas em segundos e utilizadas para ataques ransomware, fraude e espionagem empresarial.

    A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), líder global em soluções de cibersegurança, alerta que as recomendações tradicionais sobre “palavras-passe fortes” deixaram de ser suficientes para proteger organizações e utilizadores num cenário dominado por inteligência artificial generativa, malware infostealer e plataformas clandestinas de venda de credenciais roubadas.

    Por ocasião do World Password Day 2026, os especialistas da Check Point Research sublinham que o cibercrime evoluiu para uma verdadeira economia industrializada de “Cybercrime-as-a-Service” (CaaS), onde os atacantes já não precisam de invadir sistemas complexos, basta-lhes iniciar sessão com credenciais comprometidas.

    Segundo a empresa, o conceito clássico de palavra-passe segura perdeu eficácia num contexto em que malware especializado consegue extrair automaticamente credenciais armazenadas em browsers, aplicações e dispositivos pessoais, enquanto colaboradores partilham inadvertidamente informação sensível em plataformas de inteligência artificial não autorizadas.

    “Estamos perante uma mudança estrutural no panorama das ameaças digitais. A segurança deixou de depender apenas da robustez de uma palavra-passe e passou a depender da capacidade de validar comportamentos, identidades e contextos em tempo real”, refere Rui Duro, Country Manager para Portugal da Check Point Software.

    Economia clandestina movimenta milhões com credenciais roubadas

    Uma investigação da equipa da Check Point Research revela que os tradicionais fóruns da dark web estão a ser substituídos por canais privados no Telegram e bots automatizados, permitindo a venda instantânea de acessos comprometidos.

    Os dados recolhidos pela Check Point indicam que:

    • Contas de redes sociais e email são vendidas entre 45 e 65 dólares
    • Cartões bancários roubados podem custar entre 10 e 40 dólares
    • Acessos administrativos a redes empresariais podem ultrapassar os 113 mil dólares
    • Subscrições de malware infostealer como LummaC2 ou RedLine custam pouco mais de 100 dólares por mês

    Este modelo tornou o cibercrime acessível a actores pouco especializados, aumentando drasticamente o volume de ataques.

    Reutilização de palavras-passe continua a ser um problema crítico

    Apesar de anos de campanhas de sensibilização, a reutilização de credenciais mantém-se um dos maiores riscos de segurança.

    De acordo com os dados analisados pela Check Point:

    • 94% das palavras-passe são reutilizadas em duas ou mais contas
    • Apenas 3% cumprem totalmente as boas práticas definidas pelo NIST
    • Quando uma plataforma sofre uma violação, ataques automáticos de credential stuffing conseguem comprometer centenas de serviços adicionais em segundos

    Inteligência artificial tornou-se novo vector de fuga de informação

    A Check Point destaca ainda um crescimento alarmante da exposição involuntária de dados empresariais através de ferramentas GenAI.

    Segundo os dados analisados:

    • 45% dos colaboradores utilizam regularmente ferramentas de IA generativa
    • 77% inserem directamente informação empresarial em prompts de IA
    • 82% dessas interacções acontecem através de contas pessoais não geridas pelas organizações
    • Em março de 2026, 1 em cada 28 prompts GenAI enviados a partir de ambientes empresariais apresentava elevado risco de fuga de informação sensível

    Além disso, grupos criminosos já colocaram à venda mais de 225 mil credenciais associadas ao ChatGPT e outras plataformas de IA, obtidas através de malware infostealer.

    Phishing com IA e deepfakes aumentam eficácia dos ataques

    Os especialistas da Check Point alertam também para uma nova geração de ataques de phishing alimentados por inteligência artificial.

    Actualmente, kits completos de “Phishing-as-a-Service” podem ser adquiridos por menos de 100 dólares mensais em canais clandestinos. A IA permite criar mensagens altamente credíveis, sem erros ortográficos e totalmente personalizadas.

    Os dados apontam para:

    • Taxas de clique até 54% superiores às campanhas tradicionais de phishing
    • Crescimento de 3.000% nos ataques com deepfakes
    • Clonagem de voz possível com apenas três segundos de áudio

    A sofisticação destes ataques já provocou perdas multimilionárias. Um dos casos mais mediáticos envolveu uma videochamada falsa com deepfakes de executivos seniores que levou ao roubo de 25,6 milhões de dólares à empresa de engenharia Arup.

    Estratégia de defesa para 2026

    Perante este cenário, a Check Point recomenda uma abordagem centrada na identidade e no comportamento, abandonando gradualmente a dependência exclusiva de palavras-passe.

    Entre as principais recomendações estão:

    • Adopção de autenticação passwordless e passkeys FIDO2
    • Implementação de modelos Zero Trust centrados na identidade
    • Monitorização contínua da dark web e canais Telegram
    • Combinação de EDR e ITDR para detecção avançada de ameaças
    • Controlo granular da utilização de ferramentas GenAI nos browsers empresariais

    A empresa alerta ainda que quase metade dos ataques ransomware actuais têm origem em credenciais VPN roubadas, enquanto o tempo médio de detecção de uma violação baseada em credenciais continua acima dos 240 dias.

    “As palavras-passe deixaram de ser a chave do castelo. Tornaram-se um activo altamente comercializado no submundo digital. As organizações precisam de assumir que as credenciais serão inevitavelmente comprometidas e preparar-se para detectar rapidamente comportamentos suspeitos antes que os atacantes avancem para ransomware ou espionagem”, conclui Rui Duro

  • IA para Executivos disponível em webinar gratuito do

    O ISEG – Executive Education promove, no próximo dia 8 de maio, das 12h às 13h, um webinar gratuito que terá como tema “AI Beyond the MVP: Structure, Governance, and Results”, no contexto de lançamento da Pós-Graduação em ‘Artificial Intelligence for Executives’, que tem início em outubro de 2026.

    Direcionado sobretudo para executivos e não para especialistas em IA, este webinar aborda a importância de uma gestão que valoriza o papel da IA na criação de valor e na transformação digital das empresas.

    O webinar, que é de acesso livre ao público em geral, mediante inscrição prévia aqui, tem moderação das Professoras coordenadoras da Pós-Graduação, Winnie Picoto e Carolina Afonso, e conta com a participação de três oradores convidados. Márcio Santos (Google Cloud Portugal) irá falar sobre “The Execution Gap: Structuring AI for real-world business”; João Galego (Critical Software, ex-Amazon) abordará o tema “Build AI that matters”, sob o subtítulo “Dependable AI systems for real-world impact”; e Eduardo Oliveira (Salesforce), irá desenvolver o tema “Welcome to the Agentic Enterprise”. No final do webinar, a audiência terá também oportunidade de colocar as suas questões aos oradores.

    “A nossa Pós-Graduação em ‘Artificial Intelligence for Executives’, que vai começar em outubro, está voltada, não para especialistas, mas para gestores que veem a Inteligência Artificial, a Tecnologia e a Inovação enquanto vantagens competitivas para as suas organizações.”, explicam as Professoras Winnie Picoto e Carolina Afonso. “Neste webinar, que abrimos a todos os interessados no tema, serão dados exemplos de empresas que já incorporaram a inteligência artificial em eixos estratégicos como processos, tomada de decisão, marketing, vendas ou gestão de pessoas, demonstrando também que a capacidade de liderar a transformação digital de uma empresa está acessível a qualquer gestor, desde que tenha a devida formação.”

    Estão já abertas as inscrições para a Pós-Graduação em Artificial Intelligence for Executives, que decorre entre outubro de 2026 e junho de 2027, em formato blended learning (com três momentos presenciais no Campus do ISEG, em Lisboa) em horário pós-laboral.

    Inscrição necessária aqui.

  • Crédito Agrícola disponibiliza nova solução de pagamentos online com transações Click to Pay

    O Crédito Agrícola irá disponibilizar, a partir do próximo mês de maio, o Click to Pay, uma solução inovadora de pagamentos online, desenhada para oferecer aos seus Clientes uma experiência de compra mais simples, rápida e segura.

    Num contexto de forte crescimento do comércio eletrónico e de crescente exigência dos consumidores por experiências digitais eficientes, o Click to Pay surge como uma resposta direta a uma das principais causas de abandono nas compras online, com a necessidade de introduzir manualmente os dados do cartão em cada compra.

    O Click to Pay permite que os utilizadores paguem em sites de comerciantes aderentes através de um perfil de pagamento seguro, previamente configurado. Este modelo elimina passos desnecessários no momento do checkout, tornando o processo de compra mais rápido e intuitivo.

    A grande inovação desta solução assenta na tecnologia de segurança das marcas internacionais e em padrões internacionais de última geração. O Click to Pay utiliza a tokenização que reduz significativamente a exposição dos dados reais do cartão, mitigando o risco de fraude e reforçando a confiança do consumidor nas transações digitais.

    O Crédito Agrícola, reforçando o seu posicionamento na vanguarda da tecnologia financeira em Portugal, realizou com sucesso a primeira transação desta solução em ambiente real, utilizando um cartão de crédito Visa. Este marco valida a robustez operacional do sistema e coloca a instituição entre os líderes da evolução dos meios de pagamento no mercado nacional.

    A disponibilização do Click to Pay pelo Crédito Agrícola será feita de forma faseada. À medida que os cartões forem sendo integrados na solução, os Clientes poderão consultar e gerir o serviço através da App CA Mobile, onde será possível verificar o estado do cartão, confirmar os dados associados e garantir um controlo sobre a sua carteira digital.

    Com este lançamento, o Crédito Agrícola transforma a tecnologia num facilitador, promovendo um modelo de comércio eletrónico mais eficiente onde a conveniência é a prioridade.

    O Crédito Agrícola reforça a sua aposta em soluções digitais alinhadas com as melhores práticas internacionais, promovendo pagamentos mais seguros, simples e convenientes e fortalecendo a experiência digital dos seus Clientes.

  • Apagão ibérico: porque a cibersegurança continua a ser decisiva nas infraestruturas críticas

    Que apagões estão ligados a ciberataques? Da Ucrânia à Polónia, os casos mostram que a ameaça é real.

    Um ano depois do apagão que afetou Portugal e Espanha, com impacto também em partes do sudoeste de França, a ESET, maior empresa europeia de cibersegurança, sublinha que a resiliência das infraestruturas críticas não pode ser pensada apenas em termos operacionais ou físicos. O relatório final da ENTSO-E sobre o incidente identificou causas técnicas e operacionais e apresentou recomendações para reforçar a resiliência do sistema elétrico europeu interligado.
    Embora o incidente ibérico não tenha sido apresentado publicamente como resultado de um ciberataque, a ESET recorda que os sistemas energéticos continuam a ser um alvo real para operações maliciosas. Proteger infraestruturas críticas significa hoje garantir não apenas continuidade operacional, mas também visibilidade sobre ambientes IT e OT, segmentação, controlo de acessos, deteção precoce e capacidade de resposta a incidentes.
    Quando se fala de apagões ligados a ciberataques, a Ucrânia continua a ser o exemplo mais emblemático. Em 2015, empresas energéticas ucranianas sofreram um ataque que provocou cortes de eletricidade em larga escala, num dos primeiros casos publicamente documentados de disrupção de rede elétrica por via digital.
    Em 2016, um novo apagão em Kiev voltou a demonstrar que a ameaça era concreta. A ESET foi responsável pela descoberta do Industroyer, malware associado a esse ataque e descrito pela própria empresa como a maior ameaça aos sistemas de controlo industrial desde o Stuxnet. A investigação da ESET mostrou que o malware foi concebido para interagir com protocolos industriais usados em infraestruturas elétricas.
    Mais recentemente, a ESET Research revelou detalhes de um ataque ao setor energético na Polónia, atribuído com confiança média ao grupo Sandworm. Nesse incidente, os investigadores identificaram o malware destrutivo DynoWiper. Segundo a ESET, a execução do malware foi bloqueada pelas suas soluções, limitando significativamente o impacto do incidente.
    Para a ESET, estes casos mostram que a principal lição para operadores, decisores e organizações com responsabilidade sobre infraestruturas críticas não é apenas evitar o próximo incidente, mas garantir capacidade para o detetar, conter e recuperar com rapidez. Num contexto em que o risco físico, operacional e digital converge cada vez mais, a cibersegurança deixou de ser um tema paralelo e passou a ser uma parte essencial da resiliência.
    «Nem todos os apagões são ciberataques, mas todos exigem preparação. O que o apagão ibérico recorda é que a resiliência das infraestruturas críticas depende cada vez mais da capacidade de antecipar falhas, responder com rapidez e integrar a cibersegurança como parte da continuidade operacional», afirma Ricardo Neves, responsável pela comunicação da ESET Portugal.
    A empresa defende que esta preparação deve incluir maior visibilidade sobre sistemas industriais, segmentação entre ambientes IT e OT, controlo de acessos remotos, monitorização contínua, revisão de dependências críticas e reforço dos planos de resposta e recuperação. O objetivo já não é apenas reduzir a probabilidade de ataque, mas também limitar o impacto quando um incidente ocorre.
  • Martech B2B Summit reúne especialistas para debater a evolução da IA, estratégia e confiança no marketing empresarial

    A quinta edição do evento realizado pela Martech Digital coloca no centro do debate os desafios da execução, inovação e da confiança no marketing B2B em Portugal.

    O Martech B2B Summit, evento organizado pela Martech Digital que reúne profissionais de marketing, comunicação, vendas e gestão, regressa no próximo dia 7 de maio, no Auditório do IAPMEI, em Lisboa, para a sua quinta edição. Com o tema “Economia da atenção no B2B: Estratégia, IA e Relações de confiança, o evento tem como objetivo debater os principais entraves à operacionalização do marketing B2B num mercado que continua marcado por equipas reduzidas, baixa integração e dificuldades em transformar ambição em resultados.

    Segundo o estudo “Panorama do Marketing B2B em Portugal 2025”, realizado pela Martech Digital, a perceção sobre a eficácia das iniciativas de marketing revela um nível de satisfação moderado, com diferenças significativas entre empresas mais e menos estruturadas. Aliás, o estudo avança que 41% dos inquiridos classificam a sua satisfação como “razoável”, mas apenas 22% dizem-se “muito satisfeitos” com a capacidade de medir e interpretar resultados.

    O que temos vindo a observar é que muitas empresas já identificaram as prioridades certas, mas continuam a sentir dificuldades na execução. Esta edição do Martech B2B Summit quer precisamente pôr essa transição da intenção para a prática no centro da conversa”, sublinha Ana Barros, CEO da Martech Digital.

    Quinta edição do evento destaca os desafios da execução no marketing B2B

    A edição deste ano do Martech B2B Summit centra-se na aplicação prática da inovação ao contexto B2B, com enfoque em temas como geração de leads, performance, conteúdo, liderança e inteligência artificial. Em debate vão estar temas como a geração de leads qualificados, a transformação da tecnologia em capacidade operacional e o reforço da confiança num ciclo de compra cada vez mais exigente.

    O programa arranca com as boas-vindas de Ana Barros (CEO da Martech Digital) e inclui uma keynote de Bruno Mota, Executive Leader in Tech, Digital & AI Strategy. Entre os destaques está o painel “Geração de leads: vendas previsíveis e escaláveis no B2B”, com Tiago Guerra, Co-Founder & CEO da GrowthOS, Duarte Valente, Head of B2B da AdStrategy, e Cristina Veríssimo, da Amorim Cork Solutions.

    Ao longo da tarde, o evento contará ainda com intervenções de Hugo de Sousa, CEO da Mars Shot, e Glauco Madeira, Chief Officer da Lisbon Digital School, centradas no impacto da tecnologia, da automação e da capacitação estratégica nas organizações.

    A sessão de encerramento, sob o tema “Inspiração: Marketing e Comunicação com resiliência e propósito”, reunirá Anabela Marcelino, diretora-geral da Keta Foods, e Nilza Rodrigues, diretora da Forbes Portugal, para uma reflexão sobre liderança e relevância num mercado em transformação.

    O tema desta edição acompanha várias das prioridades hoje identificadas pelas empresas B2B, num contexto em que o setor procura tornar-se mais estratégico, tecnológico e integrado, apesar de continuar condicionado por limitações como a dispersão de dados, a fraca articulação entre sistemas e a escassez de recursos especializados.

    O Martech B2B Summit 2026 conta com o apoio do IAPMEI, MediaPark, AdStrategy, GrowthOS e da revista Forbes. As inscrições já estão disponíveis no site da Martech Digital.

    Sobre a Martech Digital   

    A Martech Digital é uma agência de marketing e comunicação especializada em B2B que disponibiliza serviços de marketing integrado e consultoria estratégica nas áreas de Marketing de Conteúdo, Relações Públicas e Marketing Digital. Desenvolvemos soluções ajustadas à realidade de cada negócio com uma abordagem Heart2Heart, que coloca a empatia, a proximidade e a ligação no centro da estratégia, unindo criatividade, experiência e foco no impacto real para pessoas e empresas. www.martechdigital.com 

  • Check Point alerta para como o Claude Mythos acelera a industrialização dos ciberataques

    A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), líder global em soluções de cibersegurança, alerta que a nova geração de modelos de inteligência artificial capazes de identificar vulnerabilidades e desenvolver exploits marca o início da industrialização dos ciberataques, reduzindo drasticamente o tempo entre a descoberta de falhas e a sua exploração ativa.

    O alerta surge após a divulgação de informações sobre o Claude Capybara, também conhecido como Mythos, um modelo de IA com capacidades avançadas de descoberta de vulnerabilidades, desenvolvimento de exploits e raciocínio de ataque multi-etapas. Embora os detalhes tenham surgido através de uma fuga de informação, o impacto para a cibersegurança é claro, a IA atingiu um novo limiar que acelera os ciclos de ataque e permite escalar operações ofensivas a níveis anteriormente associados apenas a atores patrocinados por Estados.

    “O Claude Mythos sinaliza aquilo para que nós temos vindo a preparar, a industrialização dos ciberataques. O que está a acontecer é, claro, que capacidades de IA que antes exigiam recursos de nível estatal estão a tornar-se acessíveis a grupos criminosos. Combinadas com automação agentiva, criam uma dinâmica de ‘fábrica de ataques com IA’, onde os atacantes conseguem analisar sistemas empresariais em escala e gerar continuamente novos métodos de ataque. Para os líderes de segurança isto não é teórico. Significa que a janela entre descoberta e exploração está a colapsar. As organizações precisam de agir agora, validar as suas bases, auditar a segurança dos fornecedores e assumir que os adversários já estão a usar estas capacidades. A Check Point tem vindo a construir defesas para esta realidade e está comprometida em ajudar os clientes a antecipar o que vem a seguir”, afirma Rui Duro, Country Manager da Check Point Software para Portugal.

    De acordo com a análise da Check Point, o Claude Mythos representa um sinal precoce de duas transformações profundas no panorama de ameaças.

    Democratização das capacidades avançadas de ataque

    Ferramentas e técnicas que anteriormente exigiam equipas altamente qualificadas ou apoio estatal passam a estar disponíveis para grupos criminosos e até para atores com menor nível técnico, suportados por IA. Esta mudança reduz drasticamente a barreira de entrada para ataques sofisticados.

    Os adversários podem explorar diretamente modelos avançados, como já aconteceu com versões anteriores, ou recorrer a alternativas open source sem controlos de utilização ou mecanismos de segurança. O resultado é um aumento significativo do número de atacantes capazes de executar operações complexas.

    Organizações que anteriormente não eram consideradas alvos de ameaças avançadas passam a estar expostas a grupos criminosos equipados com ferramentas baseadas em IA.

    Industrialização dos ciberataques

    Com a evolução das capacidades agentivas, os atacantes passam a conseguir analisar tecnologias legacy, aplicações SaaS e infraestruturas empresariais com frequência e escala sem precedentes. Este processo gera um fluxo quase contínuo de novos métodos de ataque.

    A IA permite a transição de operações manuais para pipelines automatizados e repetíveis. Os ataques tornam-se sistemáticos, escaláveis e reproduzíveis, semelhantes a processos industriais de desenvolvimento de software. Surge assim a era das “AI attack factories”.

    A combinação destas duas forças aumenta simultaneamente o volume e a velocidade dos ataques, reduzindo o tempo de exploração para níveis próximos de zero day.

    Uma evolução esperada, mas crítica

    A Check Point tem vindo a monitorizar a evolução das capacidades de IA e a antecipar este cenário. Modelos avançados demonstram já competências em revisão de código, descoberta de vulnerabilidades e engenharia reversa, podendo integrar ferramentas que permitem testes de intrusão e exploração automatizada.

    A diferença entre escrever código e analisá-lo é cada vez menor. Um sistema capaz de gerar software sofisticado pode também identificar falhas nesse mesmo código. Quando esta capacidade é combinada com desenvolvimento de exploits e ataques multi-etapas, surge uma nova superfície de risco.

    Reavaliar a postura de segurança com urgência

    Perante este novo cenário, a Check Point recomenda que as organizações realizem uma reavaliação rigorosa da sua postura de segurança, não apenas através da adoção de novas ferramentas, mas garantindo também que as próprias soluções de segurança são resilientes.

    Entre as prioridades destacam-se:

    • Avaliar a eficácia da primeira linha de defesa, incluindo redes, firewalls, WAF, endpoint e segurança de email. Configurações por defeito não estão otimizadas para proteção contra zero day.
    • Analisar o histórico de vulnerabilidades dos fornecedores de segurança. Com a compressão do tempo de exploração para horas, vulnerabilidades críticas recorrentes tornam-se um risco estratégico.
    • Identificar pontos cegos como servidores legacy, sistemas sem patch, contas sem MFA e acessos remotos não protegidos.
    • Acelerar ciclos de patching e adotar soluções de virtual patching automatizado.
    • Reforçar a segmentação de rede para proteger ativos críticos e limitar movimentos laterais.

    Preparação para a próxima fase da cibersegurança

    Segundo a Check Point, o aumento das capacidades ofensivas de IA surge em paralelo com o crescimento dos ataques à cadeia de fornecimento de software open source, dois sinais claros de que a velocidade e a superfície de ataque continuam a expandir rapidamente.

    Independentemente da adoção interna de IA pelas organizações, os atacantes já estão a utilizar estas tecnologias e irão continuar a evoluí-las.

    Com décadas de experiência na prevenção de exploits zero day, a Check Point afirma que as suas soluções são desenvolvidas com segurança como princípio fundamental. A empresa recorre a equipas internas que testam ativamente os próprios produtos, garantindo uma abordagem adversarial ao desenvolvimento e reduzindo a exposição a vulnerabilidades.

    A Check Point sublinha que a reavaliação contínua da segurança deixou de ser opcional. A próxima geração de modelos de IA continuará a expandir as capacidades tanto de atacantes como de defensores, exigindo uma abordagem proativa e adaptativa à cibersegurança.

    A empresa afirma estar preparada para esta nova fase e comprometida em ajudar clientes e organizações a operar com segurança num cenário onde a industrialização dos ciberataques se torna uma realidade.

  • BPI vai formar 4.500 colaboradores em inteligência artificial com o apoio da 42 Portugal

    • Programa BPI AI Dive, desenvolvido pelo BPI e pela 42 Portugal, reforça as competências digitais em áreas como a IA generativa, entre outras.

    O BPI vai capacitar 4.500 Colaboradores em Inteligência Artificial (IA), no âmbito do programa AI Dive, desenvolvido em parceria com a 42 Portugal. Com a duração de um ano, o programa pretende reforçar as competências digitais das equipas do BPI em áreas como a IA generativa, entre outras, com aplicação direta ao contexto de trabalho.

    O programa AI Dive insere-se na estratégia do BPI centrada na transformação digital dos serviços bancários, para aumentar a personalização da experiência do Cliente e a eficiência operacional, assegurando o uso ético da tecnologia. Com uma abordagem prática e presencial, o programa aposta na aprendizagem colaborativa, permitindo aos Colaboradores trabalhar em equipa sobre desafios reais.

    Afonso Eça, Administrador Executivo do BPI, afirma que “o programa AI Dive coloca os Colaboradores no centro da transformação do Banco, valorizando o seu contributo para melhorar a experiência do Cliente e para o crescimento do negócio. O objetivo é dotar as nossas equipas de competências que lhes permitam automatizar tarefas e dedicar mais tempo a atividades de maior valor, como o serviço ao Cliente e a capacidade de antecipar necessidades”.

    O AI Dive foi desenvolvido em parceria com a Shaken Academy e a 42 Portugal, projetos com um modelo pedagógico baseado na aprendizagem prática e colaborativa, com campus em Lisboa, Porto e Coimbra. 

    Segundo Pedro Santa Clara, fundador da 42 Portugal, “a parceria com o BPI através do AI Dive permite que os Colaboradores desenvolvam competências em inteligência artificial aplicadas ao negócio de forma prática e imediata. Este programa reflete o potencial da aprendizagem prática para transformar carreiras e processos empresariais.”

    A iniciativa enquadra-se numa estratégia mais ampla de valorização do talento e de investimento na capacitação das equipas do BPI. Além disso, o Banco tem também vindo a promover iniciativas ligadas à inteligência artificial dirigidas ao público em geral, como a exposição BPI AI Innovation Garden, reforçando o seu papel enquanto agente ativo na aproximação entre a tecnologia e a sociedade.

    Legenda da imagem (esq. para dir.): Afonso Eça, Administrador Executivo do BPI; Pedro Santa Clara, Fundador da 42 Portugal.

  • Huawei anuncia expansão dos pagamentos contactless Curve Pay para mais de 30 mercados nos dispositivos HUAWEI Watch

    A funcionalidade segura de pagamento contactless está agora disponível numa gama mais ampla de smartwatches HUAWEI Watch, com cobertura total em mais de 30 mercados europeus, incluindo todos os EstadosMembros da União Europeia, assim como o Reino Unido, Noruega, Islândia e Liechtenstein.

    A Huawei anuncia o alargamento do acesso à aplicação Curve Pay, que chega agora aos modelos HUAWEI Watch Ultimate 2, HUAWEI Watch 5, HUAWEI Watch GT 6 Series, HUAWEI Watch GT 5 Series e HUAWEI Watch FIT 4 Series.

    A atualização surge após a integração da solução no recentemente lançado HUAWEI Watch GT Runner 2, que incorpora tecnologia avançada de posicionamento e monitorização por GPS, além do Modo Inteligente de Maratona pensado para corredores profissionais e amadores.

    À medida que os pagamentos digitais e contactless se tornam parte do quotidiano dos consumidores europeus, a Huawei reforça o seu compromisso em facilitar pagamentos sem smartphone ou cartões e em movimento, garantindo sempre  a segurança e conveniência destas operações.

    Entre as funcionalidades agora disponíveis, destacam-se:

    • Pagamentos contactless diretos, compatíveis com inúmeros terminais, bem como ferramentas de gestão de cartões na aplicação, incluindo a funcionalidade Go Back in Time®, que permite corrigir pagamentos após a compra.
    • Experiência One Smart Wallet, que permite reunir a maioria dos principais cartões numa única interface.
    • Deteção segura de remoção do pulso, que ativa automaticamente a necessidade de introdução de código de acesso caso o dispositivo seja retirado.

    “A integração da aplicação Curve Pay no nosso ecossistema de wearables representa um marco significativo na nossa missão de criar uma vida digital verdadeiramente integrada”, afirmou Rong Tao, Presidente da Divisão Europeia de Dispositivos da Huawei. “Com esta nova funcionalidade nos dispositivos HUAWEI Watch, estamos a permitir que os nossos consumidores realizem pagamentos contactless de forma segura e prática diretamente do pulso, oferecendo-lhes maior independência e liberdade de movimentos.”

    Sobre a Huawei Consumer BG 

    Os produtos e serviços da Huawei encontram-se disponíveis em mais de 170 países e são utilizados por cerca de um terço da população mundial. Catorze centros de R&D foram constituídos nos Estados Unidos, na Alemanha, na Suécia, na Índia e na China. A Huawei Consumer BG é uma das três unidades de negócio da Huawei e integra as áreas de smartphones, PCs e tablets, wearables, serviços móveis, entre outras. A rede global da Huawei está assente em quase 32 anos de experiência na indústria das telecomunicações e dedica-se à oferta dos mais recentes avanços tecnológicos a consumidores em todo o mundo.

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