Tecnologia

  • Universidade da Beira Interior acolhe a próxima edição do Campeonato Universitário de Futebol Virtual

    A Faculdade de Engenharia da Universidade da Beira Interior, na Covilhã, será o palco da Fase Final do Campeonato Universitário de Futebol Virtual, que realiza a sua terceira edição, numa parceria entre a Federação Académica de Desporto Universitário (FADU) e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

    Nos dias 20 e 21 de maio, os 18 melhores jogadores a nível nacional universitário, que se recorde, foram conquistados por Rafael Monteiro, atleta da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP), na edição 2024/2025, que se realizou na biblioteca da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real.

    Todos os jogos vão contar com transmissão na Twitch da FPF – twitch.tv/fpfportugal na companhia dos comentários de Mucha, Peter16, Dred e Drex, e ainda com a presença de vários convidados especiais, como Darkley, que irá estar frente-a-frente, num torneio “da comunidade”, onde os vencedores vão defrontar o atleta da Betclic Apogee, para tentar ganhar vários prémios.

    O evento é aberto ao público e vai contar ainda com um espaço livre para todos os fãs jogarem e conhecerem o EA FC 26.

    Estes serão os 18 nomes que estarão presentes nesta Fase Final – CUFV 2026

    • Martim Coelho – Associação Académica de Coimbra
    • Pedro Branco – Associação Académica da Universidade do Algarve
    • Tiago Monteiro – Associação Académica da Universidade da Beira Interior
    • João Azevedo – Associação Académica da Universidade do Minho
    • Tiago Ribeiro – Associação Académica da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    • Gonçalo de Vasconcelos Monteiro – Associação de Estudantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
    • Francisco Novo – Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
    • Afonso Repas – Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa – Porto
    • Rafael Marques – Associação de Estudantes da Faculdade de Economia da Universidade do Porto
    • Ricardo Magalhães – Associação de Estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
    • Rodrigo Ribeiro – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa
    • Duarte Eusébio – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
    • Lourenço Jorge – Amado Associação de Estudantes do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa
    • Pedro Santos – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Engenharia do Porto
    • Miguel Fonseca – ISLA Gaia
    • Vasco Guerra – Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico
    • Rafael Vieira – Instituto Politécnico de Santarém
    • Gonçalo Gonçalves – Associação de Estudantes da Universidade Portucalense Infante Dom Henrique

    Conheça toda a informação sobre o evento, incluindo o calendário da competição, aqui: acrobat.adobe.com/id/urn:aaid:sc:EU:e4ba8cf0-aea3-402a-a056-c7bdfc3a0cac

    O evento pode ser acompanhado através das redes sociais eFADU (@efaduportugal), bem como através das redes sociais da FPF eSPORTS (@fpfefootball).

    Sobre a FADU

    A FADU Portugal é a entidade responsável pela organização e coordenação do desporto no ensino superior português. Reúne associações académicas, clubes universitários e Instituições de Ensino Superior, envolvendo anualmente mais de 10 mil estudantes-atletas em competições nacionais e assegurando a representação de Portugal nas principais provas internacionais universitárias.

    Ao longo de 36 anos, a FADU tem afirmado o desporto universitário como dimensão estruturante da vida académica, promovendo a conciliação entre formação superior e rendimento desportivo e contribuindo para o desenvolvimento de competências essenciais à liderança, inovação e empregabilidade.

  • Poupança de energia, centralização de dados e ganhos de eficiência entre as soluções inovadoras a apresentar na 360 Tech Industry

    Estão selecionadas, para o palco da feira tecnológica e industrial da Exponor, as soluções inovadoras de 10 startups que poderão reforçar significativamente o estatuto da produção e engenharia portuguesas. Em destaque no Espaço HubTech, de 20 a 21 de maio.

    Dez startups nacionais vão apresentar inovações tecnológicas que representam reais mais-valias para as empresas durante a 360 Tech Industry, montra impulsionadora do avanço produtivo e da engenharia lusos durante dois dias, a 20 e 21 de maio.

    As soluções inovadoras vão da automação à impressão, passando pela robótica. Entre elas contam-se inovações para a poupança de energia e gestão de clima de forma autónoma e inteligente (Planta), uma plataforma que gere projetos interempresas (Mutu), um sistema industrial distintivo de ultrassons para soldadura, corte e homogeneização de líquidos (Proximity Formula) – uma área dominada por empresas alemãs, francesas e americanas -, soluções para ganhos de eficiência na digitalização e gestão de equipamentos (Touchfind) ou centralização de dados dispersos num único painel de controlo intuitivo (Flinotech Sphere).

    360 Tech Industry

    Um «cérebro» polivalente para a indústria alimentar, com a chancela da BRAINR, uma plataforma inteligente de gestão de informação de manutenção industrial, assinada pela N.O Tecnologia ou uma solução da BRAVO, que combina a engenharia inversa, produção aditiva e inteligência artificial – para resolver o problema de muitas empresas em substituir componentes obsoletos -, são outras das inovações para ver na Exponor.

    Completam a lista de 10 startups a GOMEC, com um elevador ergonómico para o chão de fábrica que poupa mão de obra, e a FabInventors, que desenvolveu uma impressora multicabeças, que pode imprimir na mesma peça em simultâneo.

    Pela inovação de valor que cada uma criou, e que foi validada por um júri independente, vão poder participar gratuitamente num certame que reúne toda a fileira industrial tecnológica e assim mostrar aos players presentes o quanto poderão beneficiar com as suas soluções.

    “É muito encorajador perceber como Portugal está na vanguarda em alguns setores tecnológicos e a HubTech é uma iniciativa que funciona como alavanca do crescimento destas startups tecnológicas”, sublinha Diogo Barbosa, diretor-geral da Exponor.

    360 Tech Industry

    A 360 Tech Industry posiciona-se como uma plataforma essencial das tecnologias que ajudam a tornar os processos industriais mais eficientes, inteligentes e sustentáveis, para singrarem pela diferença num mercado fortemente concorrencial.

    Dias 20 e 21 de maio, a 360 Tech Industry reunirá o que de mais recente está a ser feito na Indústria 4.0 e 5.0, incentivando a transição digital, ecológica e produtiva das empresas.

    Na edição de 2024, a feira – bienal – agregou as propostas de 97 empresas expositoras, das quais 88 por cento revelaram ter alcançado novos contactos comerciais para possíveis parcerias.

    As sessões técnicas e conferências com especialistas são outro fator de atratividade para visitantes e expositores.

    Síntese:

    360 Tech Industry

    Data: de 20 a 21 de maio de 2026

    Horário: das 10h00 às 18h00

    Local: EXPONOR – Feira Internacional do Porto

    Perfil dos visitantes profissionais: engenheiros de produção, manutenção e automação; técnicos industriais e gestores de operações; diretores de inovação, qualidade e energia; compradores e decisores de investimento tecnológico; responsáveis de IT industrial e cibersegurança; integradores de sistemas e consultores técnicos

    Perfil dos expositores: fabricantes e distribuidores de tecnologia industrial; fornecedores de automação, robótica, manutenção e sensores; empresas de software e digitalização de processos; startups e centros de I&D; e universidades, entidades formativas e clusters industriais

    Bilheteira: a entrada na feira é exclusiva para profissionais do setor e o acesso, que deverá ser assegurado previamente online, é válido para todos os dias. Durante os dias de feira, o bilhete custa 15€ no check-in e 7€ se adquirido online. Os acessos para as visitas de estudo são válidos apenas para o dia selecionado pela escola e a entrada deve ser solicitada online (custa 3€ por aluno).

    Website: exponor.pt/360-tech-industry

  • Estão escolhidas as startups da Smart City of Rock que irão contribuir para transformar o Rock in Rio Lisboa num verdadeiro testbed para as cidades do futuro

    • Entre as startups selecionadas estão a getvocalai, infinite foundry, sensaway, planta smart homes, trash4goods, windcredible, goparkly, alia inclui, meetball, indulge me, katchit, yooddle e vrglass, cujas soluções abrangem áreas como inteligência de dados, mobilidade, sustentabilidade, acessibilidade e experiências digitais;
    • As soluções serão implementadas e avaliadas na Cidade do Rock, permitindo recolher dados e validar tecnologias num ambiente que recebe diariamente dezenas de milhares de pessoas, com potencial de replicação futura em cidades em nível internacional;
    • Startups apresentam pitches a investidores, marcas parceiras, cml e entidades do ecossistema a 2 de julho, no smart rock tank, onde poderão captar investimento (equity) e estabelecer parcerias estratégicas, comerciais e de mentoria para acelerar a entrada e expansão nos mercados mundiais.

    O Rock in Rio Lisboa anuncia as startups selecionadas para integrar a primeira edição da Smart City of Rock, uma plataforma de inovação criada em conjunto com a Liquid Innovation Co. que transforma o festival num ambiente de experimentação em escala real.

    A iniciativa posiciona o evento como um verdadeiro laboratório vivo de soluções urbanas, onde startups, empresas, academia e entidades públicas colaboram para testar tecnologias com potencial de aplicação em cidades de todo o mundo.

    Lançado internacionalmente, em parceria com a Unicorn Factory Lisboa, durante a última edição da Web Summit, em novembro de 2025, o open call para startups atraiu mais de 100 candidaturas provenientes de oito países.

    Após uma fase inicial de seleção, 37 startups apresentaram os seus projetos a um júri composto pelo Rock in Rio Lisboa, pela Liquid Innovation Co., pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Unicorn Factory Lisboa, culminando na escolha das startups que irão agora implementar as suas soluções na Smart City of Rock. Entre as selecionadas encontram-se GetVocalAI, Infinite Foundry, Sensaway, Planta Smart Homes, Trash4Goods, WindCredible, GoParkly, Alia Inclui, Meetball, Indulge Me, Katchit, Yooddle e VRGlass.

    “O Rock in Rio Lisboa sempre foi mais do que música. É sobre criar experiências que impactam pessoas e sociedade. Com a Smart City of Rock, reforçamos esse propósito ao transformar o festival num espaço vivo onde a inovação ganha escala e relevância, contribuindo para cidades mais humanas, inclusivas e sustentáveis.”Roberta Medina, Vice-Presidente Executiva do Rock in Rio

    Ao longo do festival, as startups selecionadas irão introduzir uma nova camada de intelligence na Cidade do Rock, contribuindo para melhorar simultaneamente a experiência do público e a eficiência operacional do evento. Entre elas está a GetVocalAI, que disponibiliza um assistente virtual integrado na aplicação do festival, capaz de responder em tempo real a dúvidas e oferecer recomendações personalizadas.

    Na vertente operacional e de gestão de dados, a Infinite Foundry implementa o gémeo digital do festival, permitindo simulações e antecipação de cenários operacionais, enquanto a Sensaway integra e cruza dados provenientes de diferentes soluções tecnológicas, gerando dashboards que suportam decisões informadas em tempo real.

    “A Smart City of Rock tem como missão, acelerar a agenda smart das cidades. Mais do que uma montra, é um ambiente real onde soluções são integradas, testadas e validadas sob pressão, numa cidade temporária com mais de 100 mil pessoas. Aqui, startups maduras conectam-se com grandes empresas, governos e investidores, demonstrando a sua capacidade de gerar impacto concreto e escalável em cidades de todo o mundo. Para cidades, investidores e bancos de fomento, trata-se de uma oportunidade única de acesso a ativos que, pela validação em contexto real e pela exposição no evento, apresentam um elevado potencial de valorização acelerada e replicação em diferentes mercados.”Egon Barbosa, CEO da Liquid Innovation Co.

    Ao nível da infraestrutura e sustentabilidade, a Planta Smart Homes monitoriza os fluxos e o espaço do festival em tempo real, desde a circulação de pessoas até à ocupação das infraestruturas, para melhorar a experiência do público e a eficiência operacional, enquanto a Trash4Goods incentiva a reciclagem através de mecânicas de gamificação. Já a Windcredible reforça a produção de energia limpa através de soluções eólicas e solares adaptadas ao contexto urbano do festival.

    A mobilidade é abordada pela GoParkly, que desbloqueia estacionamentos privados subutilizados e permite reservas antecipadas durante o evento. Na dimensão da inclusão, a Alia Inclui reforça a acessibilidade do evento através de tecnologia de audiodescrição que permite a pessoas com deficiência visual experienciar o festival de forma mais autónoma.

    Na vertente social e experiencial, a Meetball aproxima pessoas com interesses em comum através de dinâmicas de colaboração, criando relações genuínas entre participantes no contexto do evento. A experiência do público é ainda enriquecida com soluções interativas desenvolvidas por startups como Indulge Me, Katchit, Yooddle e VRGlass, que introduzem dinâmicas de gamificação, realidade aumentada e criação de conteúdo personalizado com dados de performance relevantes para as marcas.

    “Lisboa tem-se consolidado como um dos principais hubs de inovação da Europa, e a Smart City of Rock é um exemplo claro de como a colaboração entre diferentes atores do ecossistema pode gerar valor real. Ao envolver startups, empresas e entidades públicas num contexto único, estamos a potenciar o desenvolvimento e a adoção de soluções que podem transformar o futuro das cidades”Gil Azevedo, CEO da Unicorn Factory Lisboa.

    Publicado pela primeira vez em 2026.05.02, será republicado até à data do evento/espectáculo. Esta é a nossa forma de ajudar produtores, salas e artistas na divulgação de eventos/espectáculos.

  • HubTech da feira tecnológica da EXPONOR acelera 10 startups

    Concurso da 360 Tech Industry, com inscrições abertas até 27 de março, pretende promover soluções inovadoras e originais, destinadas a empresas em fase embrionária e que apresentem um modelo de negócio repetível, escalável e lucrativo.

    Estarão em destaque a 20 e 21 de maio, no certame profissional que cobre todas as áreas que estão a redefinir a produção e a engenharia em Portugal.

    Será provavelmente o ambiente focado em tecnologia, inovação e indústria que, em Portugal, e durante dois dias, terá maior concentração de engenheiros, decisores de várias áreas fabris e empresários. Os bastidores da 360 Tech Industry, o palco onde as soluções tecnológicas encontram a produção, já mexem, com 20 e 21 de maio no horizonte.

    HubTech da feira tecnológica da EXPONOR

    Altura em que, sob a égide do concurso e espaço HubTech, a EXPONOR – Feira Internacional do Porto – colocará os holofotes sobre uma seleção de 10 soluções e/ou projetos inovadores — nunca desenvolvidos – de startups, de segmentos que podem ir da automação à robótica, da manutenção industrial à inteligência artificial, da impressão 3D aos sistemas ciberfísicos. Ou seja, todas as áreas que estão a redefinir a produção e a engenharia no nosso país. É que têm na 360 Tech Industry a sua montra maior.

    Dedicado a startups tecnológicas (em fase embrionária e que apresentem um modelo de negócio repetível, escalável e lucrativo) com inovações técnicas originais aplicáveis à indústria, o HubTech by 360 TI oferece a oportunidade de participação gratuita naquela que é uma das principais feiras nacionais de tecnologia industrial. O espaço certo para as startups ganharem visibilidade, validarem soluções junto de um público profissional altamente qualificado e criarem contactos estratégicos.

    O prazo de candidatura já está a decorrer e termina a 27 de março. A avaliação das soluções tecnológicas e dos respetivos impactos e benefícios para o mercado, por um júri independente, acontecerá no início de abril (a seleção será comunicada no dia 10).

    “O HubTech é uma iniciativa que funciona como acelerador do crescimento das startups tecnológicas e que apoia o empreendedorismo, promovendo a transformação industrial, a inovação e o crescimento sustentável”, sublinha Diogo Barbosa, diretor-geral da EXPONOR.

    HubTech da feira tecnológica da EXPONOR

    Desenhada para quem quer inovar, otimizar e evoluir, com uma programação focada em negócio, demonstração e partilha de conhecimento técnico, a 360 Tech Industry posiciona-se como uma plataforma essencial das tecnologias que ajudam a tornar os processos industriais mais eficientes, inteligentes e sustentáveis — da fábrica conectada à produção automatizada.

    O evento é uma montra concentrada que, em dois dias, permite “acompanhar as tendências emergentes da Indústria 4.0 e 5.0; inspirar a transição digital, ecológica e produtiva das empresas; trocar experiências com outros profissionais e especialistas; e estabelecer parcerias com fornecedores tecnológicos”, frisa Diogo Barbosa. A quem estatística da última edição dá razão: mais de cinco mil visitantes profissionais, 97 empresas e entidades expositoras, 88% das quais participaram para gerar novos contactos comerciais e conseguiram recolher “leads” (oportunidades de negócio) durante o evento (76%).

    E numa feira em que os principais motivos de visita foram conhecer inovações tecnológicas (70%), procurar novos fornecedores (42%) e participar em sessões técnicas e talks especializadas (29%), o programa de conferências assume um papel importante de aprendizagem e partilha, com especialistas nacionais e internacionais, sobre automação, digitalização, inteligência artificial, sustentabilidade e muito mais. O programa encontra-se em fase de últimação.

    Síntese:

    360 Tech Industry

    • Data: de 20 a 21 de maio de 2026
    • Horário: das 10h00 às 19h00
    • Local: EXPONOR – Feira Internacional do Porto

    Perfil dos visitantes profissionais: engenheiros de produção, manutenção e automação; técnicos industriais e gestores de operações; diretores de inovação, qualidade e energia; compradores e decisores de investimento tecnológico; responsáveis de IT industrial e cibersegurança; integradores de sistemas e consultores técnicos

    Perfil dos expositores: fabricantes e distribuidores de tecnologia industrial; fornecedores de automação, robótica, manutenção e sensores; empresas de software e digitalização de processos; startups e centros de I&D; e universidades, entidades formativas e clusters industriais

    Bilheteira: a entrada na feira é exclusiva para profissionais do setor e o acesso, que deverá ser assegurado previamente online, é válido para todos os dias. Durante os dias de feira, o bilhete custa 15€ no check-in e 7€ se adquirido online. Os acessos para as visitas de estudo são válidos apenas para o dia selecionado pela escola e a entrada deve ser solicitada online (custa 3 € por aluno).

    Website: exponor.pt/360-tech-industry

    Publicado em 2026.03.13

  • Startup Leiria aproxima capital de risco das startups da região com novo programa VC in Residence

    A Startup Leiria realizou a primeira edição do VC in Residence, uma iniciativa que ligou startups a investidores de capital de risco, com a participação da Ground Capital. Sete startups apresentaram os seus projetos, demonstrando um forte potencial de follow-up para investimento.

    A Startup Leiria organizou a primeira edição do VC in Residence, uma iniciativa que pretende aproximar startups, investidores de capital de risco e a comunidade empreendedora, ao promover momentos de partilha, networking e aceleração do ecossistema de inovação da região.

    A iniciativa teve lugar no dia 23 de abril, no Mercado Municipal de Leiria, um espaço onde a Startup Leiria desenvolve parte da sua atividade, e contou com a presença da venture capital Ground Capital*, representada por Nancy Brito, Partner, e Tomás Vieira, General Manager da Astrolab, o acelerador de inteligência artificial da Ground Capital.

    Ao longo do dia, sete startups – Mantis AI, Twevo, Excubium, Nitrogen Sensing Solutions, Weezzi, Planta Design e Lockem, em diferentes estágios de desenvolvimento, desde pré-seed até scaleup – tiveram a oportunidade de apresentar os seus projetos ao fundo. Na grande maioria das reuniões realizadas foi demonstrado um potencial de follow-up para investimento, de acordo com os diferentes estágios de maturidade das startups, reforçando a ambição de posicionar Leiria no mapa nacional da inovação e do venture capital.

    A agenda incluiu reuniões individuais com investidores, momentos de networking institucional e visitas a duas empresas de referência da região: a Solancis, que se destaca pela inovação nos processos de extração, processamento e tratamento de pedra natural, e a Sound Particles, uma startup tecnológica sediada em Leiria especializada em software de áudio 3D utilizado por grandes estúdios de cinema e videojogos a nível global. Estas visitas reforçaram a ligação entre startups, indústria e empresas tecnológicas com impacto internacional.

    O programa integrou também um workshop de capacitação, o Investment Readiness Lab, conduzido por Nancy Brito, focado na preparação dos empreendedores para o processo de investimento, desde a estruturação da proposta de valor até à abordagem a investidores.

    O que mais me impressionou em Leiria foi a substância do ecossistema. As sete startups que conheci estão próximas dos clientes, da indústria e de problemas reais. As visitas à Solancis e à Sound Particles confirmaram essa mesma força: Leiria tem hoje capacidade tecnológica, ambição internacional, empresas de referência e uma comunidade empreendedora muito orientada para a execução. É um ecossistema com qualidade, maturidade e enorme relevância para quem olha para a inovação com a perspetiva do capital de risco”, afirma Nancy Brito.

    Para a Startup Leiria, esta primeira edição marca mais um passo na missão de apoiar empreendedores e criar pontes entre startups do ecossistema regional e investidores com atuação internacional, contribuindo, assim, para a maturação e escalabilidade dos projetos inovadores da região.

    Esta primeira edição foi muito positiva, pela qualidade dos conteúdos partilhados, pela energia dos pitches e pelo forte envolvimento dos stakeholders principais da região, entre os quais  a Câmara Municipal de Leiria, a Nerlei e o Instituto Politécnico de Leiria. Para a Startup Leiria, é estratégico trazer mais “capital” para a região, por forma a acelerar ainda mais os projetos de inovação que nascem e crescem no nosso ecossistema”, adiciona Vítor Ferreira, CEO da Startup Leiria.

    Após esta primeira edição, a Startup Leiria prevê a realização de mais duas iniciativas VC in Residence até ao final do ano, com o objetivo de reforçar o seu compromisso em posicionar Leiria como um pólo relevante no panorama nacional de inovação e investimento.

    *A Ground Capital investe em startups intensivas em conhecimento e tecnologia, com ambição global e equipas altamente qualificadas, com foco em áreas como deep tech, inteligência artificial, defesa e climate tech, e em estágios desde seed até growth.

  • Palavras-passe fortes já não chegam para travar ataques alimentados por IA, malware infostealer e mercados clandestinos no Telegram

    Especialistas alertam para nova era do cibercrime industrializado, onde credenciais roubadas são vendidas em segundos e utilizadas para ataques ransomware, fraude e espionagem empresarial.

    A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), líder global em soluções de cibersegurança, alerta que as recomendações tradicionais sobre “palavras-passe fortes” deixaram de ser suficientes para proteger organizações e utilizadores num cenário dominado por inteligência artificial generativa, malware infostealer e plataformas clandestinas de venda de credenciais roubadas.

    Por ocasião do World Password Day 2026, os especialistas da Check Point Research sublinham que o cibercrime evoluiu para uma verdadeira economia industrializada de “Cybercrime-as-a-Service” (CaaS), onde os atacantes já não precisam de invadir sistemas complexos, basta-lhes iniciar sessão com credenciais comprometidas.

    Segundo a empresa, o conceito clássico de palavra-passe segura perdeu eficácia num contexto em que malware especializado consegue extrair automaticamente credenciais armazenadas em browsers, aplicações e dispositivos pessoais, enquanto colaboradores partilham inadvertidamente informação sensível em plataformas de inteligência artificial não autorizadas.

    “Estamos perante uma mudança estrutural no panorama das ameaças digitais. A segurança deixou de depender apenas da robustez de uma palavra-passe e passou a depender da capacidade de validar comportamentos, identidades e contextos em tempo real”, refere Rui Duro, Country Manager para Portugal da Check Point Software.

    Economia clandestina movimenta milhões com credenciais roubadas

    Uma investigação da equipa da Check Point Research revela que os tradicionais fóruns da dark web estão a ser substituídos por canais privados no Telegram e bots automatizados, permitindo a venda instantânea de acessos comprometidos.

    Os dados recolhidos pela Check Point indicam que:

    • Contas de redes sociais e email são vendidas entre 45 e 65 dólares
    • Cartões bancários roubados podem custar entre 10 e 40 dólares
    • Acessos administrativos a redes empresariais podem ultrapassar os 113 mil dólares
    • Subscrições de malware infostealer como LummaC2 ou RedLine custam pouco mais de 100 dólares por mês

    Este modelo tornou o cibercrime acessível a actores pouco especializados, aumentando drasticamente o volume de ataques.

    Reutilização de palavras-passe continua a ser um problema crítico

    Apesar de anos de campanhas de sensibilização, a reutilização de credenciais mantém-se um dos maiores riscos de segurança.

    De acordo com os dados analisados pela Check Point:

    • 94% das palavras-passe são reutilizadas em duas ou mais contas
    • Apenas 3% cumprem totalmente as boas práticas definidas pelo NIST
    • Quando uma plataforma sofre uma violação, ataques automáticos de credential stuffing conseguem comprometer centenas de serviços adicionais em segundos

    Inteligência artificial tornou-se novo vector de fuga de informação

    A Check Point destaca ainda um crescimento alarmante da exposição involuntária de dados empresariais através de ferramentas GenAI.

    Segundo os dados analisados:

    • 45% dos colaboradores utilizam regularmente ferramentas de IA generativa
    • 77% inserem directamente informação empresarial em prompts de IA
    • 82% dessas interacções acontecem através de contas pessoais não geridas pelas organizações
    • Em março de 2026, 1 em cada 28 prompts GenAI enviados a partir de ambientes empresariais apresentava elevado risco de fuga de informação sensível

    Além disso, grupos criminosos já colocaram à venda mais de 225 mil credenciais associadas ao ChatGPT e outras plataformas de IA, obtidas através de malware infostealer.

    Phishing com IA e deepfakes aumentam eficácia dos ataques

    Os especialistas da Check Point alertam também para uma nova geração de ataques de phishing alimentados por inteligência artificial.

    Actualmente, kits completos de “Phishing-as-a-Service” podem ser adquiridos por menos de 100 dólares mensais em canais clandestinos. A IA permite criar mensagens altamente credíveis, sem erros ortográficos e totalmente personalizadas.

    Os dados apontam para:

    • Taxas de clique até 54% superiores às campanhas tradicionais de phishing
    • Crescimento de 3.000% nos ataques com deepfakes
    • Clonagem de voz possível com apenas três segundos de áudio

    A sofisticação destes ataques já provocou perdas multimilionárias. Um dos casos mais mediáticos envolveu uma videochamada falsa com deepfakes de executivos seniores que levou ao roubo de 25,6 milhões de dólares à empresa de engenharia Arup.

    Estratégia de defesa para 2026

    Perante este cenário, a Check Point recomenda uma abordagem centrada na identidade e no comportamento, abandonando gradualmente a dependência exclusiva de palavras-passe.

    Entre as principais recomendações estão:

    • Adopção de autenticação passwordless e passkeys FIDO2
    • Implementação de modelos Zero Trust centrados na identidade
    • Monitorização contínua da dark web e canais Telegram
    • Combinação de EDR e ITDR para detecção avançada de ameaças
    • Controlo granular da utilização de ferramentas GenAI nos browsers empresariais

    A empresa alerta ainda que quase metade dos ataques ransomware actuais têm origem em credenciais VPN roubadas, enquanto o tempo médio de detecção de uma violação baseada em credenciais continua acima dos 240 dias.

    “As palavras-passe deixaram de ser a chave do castelo. Tornaram-se um activo altamente comercializado no submundo digital. As organizações precisam de assumir que as credenciais serão inevitavelmente comprometidas e preparar-se para detectar rapidamente comportamentos suspeitos antes que os atacantes avancem para ransomware ou espionagem”, conclui Rui Duro

  • IA para Executivos disponível em webinar gratuito do

    O ISEG – Executive Education promove, no próximo dia 8 de maio, das 12h às 13h, um webinar gratuito que terá como tema “AI Beyond the MVP: Structure, Governance, and Results”, no contexto de lançamento da Pós-Graduação em ‘Artificial Intelligence for Executives’, que tem início em outubro de 2026.

    Direcionado sobretudo para executivos e não para especialistas em IA, este webinar aborda a importância de uma gestão que valoriza o papel da IA na criação de valor e na transformação digital das empresas.

    O webinar, que é de acesso livre ao público em geral, mediante inscrição prévia aqui, tem moderação das Professoras coordenadoras da Pós-Graduação, Winnie Picoto e Carolina Afonso, e conta com a participação de três oradores convidados. Márcio Santos (Google Cloud Portugal) irá falar sobre “The Execution Gap: Structuring AI for real-world business”; João Galego (Critical Software, ex-Amazon) abordará o tema “Build AI that matters”, sob o subtítulo “Dependable AI systems for real-world impact”; e Eduardo Oliveira (Salesforce), irá desenvolver o tema “Welcome to the Agentic Enterprise”. No final do webinar, a audiência terá também oportunidade de colocar as suas questões aos oradores.

    “A nossa Pós-Graduação em ‘Artificial Intelligence for Executives’, que vai começar em outubro, está voltada, não para especialistas, mas para gestores que veem a Inteligência Artificial, a Tecnologia e a Inovação enquanto vantagens competitivas para as suas organizações.”, explicam as Professoras Winnie Picoto e Carolina Afonso. “Neste webinar, que abrimos a todos os interessados no tema, serão dados exemplos de empresas que já incorporaram a inteligência artificial em eixos estratégicos como processos, tomada de decisão, marketing, vendas ou gestão de pessoas, demonstrando também que a capacidade de liderar a transformação digital de uma empresa está acessível a qualquer gestor, desde que tenha a devida formação.”

    Estão já abertas as inscrições para a Pós-Graduação em Artificial Intelligence for Executives, que decorre entre outubro de 2026 e junho de 2027, em formato blended learning (com três momentos presenciais no Campus do ISEG, em Lisboa) em horário pós-laboral.

    Inscrição necessária aqui.

  • Hisense celebra o Dia da Mãe com tecnologia que proporciona experiências memoráveis

    Neste Dia da Mãe, a Hisense faz sugestões que transformam a experiência de visionamento em momentos inesquecíveis em família, pois mais do que produtos, a marca pretende gerar experiências inovadoras e de partilha, onde cada detalhe contribui para criar memórias.

    A Hisense apresenta duas sugestões que combinam tecnologia, design e emoção: a elegante S5 DécoTV e o imersivo projetor laser C3.

    Uma TV que é decoração

    A S5 DécoTV foi concebida para mães que não ignoram os detalhes na sua casa. Com um design inspirado na estética contemporânea e acabamento branco Morandi, esta televisão vai muito além do entretenimento, afirmando-se como uma verdadeira peça de decoração.

    A experiência visual está à altura da vertente estética. A resolução Full HD com tecnologia Hi-QLED Color garante cores ricas, contraste equilibrado e imagens vivas, enquanto o áudio com o sistema Dolby Atmos cria uma envolvência que transforma qualquer momento de entretenimento em família numa experiência sensorial completa.

    PRVP: 299,99€

    Hisense < C3
    Experiência cinematográfica em qualquer lugar

    O projetor laser C3 é a escolha certa para as mães que gostam de transformar qualquer ocasião num momento memorável.

    Com uma projeção até 300 polegadas, o C3 leva uma sessão de cinema em família para dentro de casa ou, se preferir, para o jardim ou o terraço. Seja para ver um filme ao final do dia ou para reunir todos para um momento de entretenimento, este projetor assegura uma visualização imersiva.

    A qualidade de imagem é crucial quando falamos de projetores, e o C3 destaca-se claramente neste campo. A resolução 4K UHD permite reconstrução de píxeis ao nível mais detalhado e interpolação avançada de frames, melhorando conteúdos em HD para oferecer uma clareza 4K excecional. Integra ainda tecnologia avançada de laser tricolor, proporcionando uma profundidade e riqueza de cor que são incomparáveis.

    PRVP: 1.699,99€

    Tecnologia para momentos especiais

    A Hisense reforça o seu compromisso em criar e desenvolver tecnologia que se integra na vida das pessoas e facilita o dia a dia, proporcionando momentos de lazer e descontração que podem ser usufruídos em família.

  • Crédito Agrícola disponibiliza nova solução de pagamentos online com transações Click to Pay

    O Crédito Agrícola irá disponibilizar, a partir do próximo mês de maio, o Click to Pay, uma solução inovadora de pagamentos online, desenhada para oferecer aos seus Clientes uma experiência de compra mais simples, rápida e segura.

    Num contexto de forte crescimento do comércio eletrónico e de crescente exigência dos consumidores por experiências digitais eficientes, o Click to Pay surge como uma resposta direta a uma das principais causas de abandono nas compras online, com a necessidade de introduzir manualmente os dados do cartão em cada compra.

    O Click to Pay permite que os utilizadores paguem em sites de comerciantes aderentes através de um perfil de pagamento seguro, previamente configurado. Este modelo elimina passos desnecessários no momento do checkout, tornando o processo de compra mais rápido e intuitivo.

    A grande inovação desta solução assenta na tecnologia de segurança das marcas internacionais e em padrões internacionais de última geração. O Click to Pay utiliza a tokenização que reduz significativamente a exposição dos dados reais do cartão, mitigando o risco de fraude e reforçando a confiança do consumidor nas transações digitais.

    O Crédito Agrícola, reforçando o seu posicionamento na vanguarda da tecnologia financeira em Portugal, realizou com sucesso a primeira transação desta solução em ambiente real, utilizando um cartão de crédito Visa. Este marco valida a robustez operacional do sistema e coloca a instituição entre os líderes da evolução dos meios de pagamento no mercado nacional.

    A disponibilização do Click to Pay pelo Crédito Agrícola será feita de forma faseada. À medida que os cartões forem sendo integrados na solução, os Clientes poderão consultar e gerir o serviço através da App CA Mobile, onde será possível verificar o estado do cartão, confirmar os dados associados e garantir um controlo sobre a sua carteira digital.

    Com este lançamento, o Crédito Agrícola transforma a tecnologia num facilitador, promovendo um modelo de comércio eletrónico mais eficiente onde a conveniência é a prioridade.

    O Crédito Agrícola reforça a sua aposta em soluções digitais alinhadas com as melhores práticas internacionais, promovendo pagamentos mais seguros, simples e convenientes e fortalecendo a experiência digital dos seus Clientes.

  • Apagão ibérico: porque a cibersegurança continua a ser decisiva nas infraestruturas críticas

    Que apagões estão ligados a ciberataques? Da Ucrânia à Polónia, os casos mostram que a ameaça é real.

    Um ano depois do apagão que afetou Portugal e Espanha, com impacto também em partes do sudoeste de França, a ESET, maior empresa europeia de cibersegurança, sublinha que a resiliência das infraestruturas críticas não pode ser pensada apenas em termos operacionais ou físicos. O relatório final da ENTSO-E sobre o incidente identificou causas técnicas e operacionais e apresentou recomendações para reforçar a resiliência do sistema elétrico europeu interligado.
    Embora o incidente ibérico não tenha sido apresentado publicamente como resultado de um ciberataque, a ESET recorda que os sistemas energéticos continuam a ser um alvo real para operações maliciosas. Proteger infraestruturas críticas significa hoje garantir não apenas continuidade operacional, mas também visibilidade sobre ambientes IT e OT, segmentação, controlo de acessos, deteção precoce e capacidade de resposta a incidentes.
    Quando se fala de apagões ligados a ciberataques, a Ucrânia continua a ser o exemplo mais emblemático. Em 2015, empresas energéticas ucranianas sofreram um ataque que provocou cortes de eletricidade em larga escala, num dos primeiros casos publicamente documentados de disrupção de rede elétrica por via digital.
    Em 2016, um novo apagão em Kiev voltou a demonstrar que a ameaça era concreta. A ESET foi responsável pela descoberta do Industroyer, malware associado a esse ataque e descrito pela própria empresa como a maior ameaça aos sistemas de controlo industrial desde o Stuxnet. A investigação da ESET mostrou que o malware foi concebido para interagir com protocolos industriais usados em infraestruturas elétricas.
    Mais recentemente, a ESET Research revelou detalhes de um ataque ao setor energético na Polónia, atribuído com confiança média ao grupo Sandworm. Nesse incidente, os investigadores identificaram o malware destrutivo DynoWiper. Segundo a ESET, a execução do malware foi bloqueada pelas suas soluções, limitando significativamente o impacto do incidente.
    Para a ESET, estes casos mostram que a principal lição para operadores, decisores e organizações com responsabilidade sobre infraestruturas críticas não é apenas evitar o próximo incidente, mas garantir capacidade para o detetar, conter e recuperar com rapidez. Num contexto em que o risco físico, operacional e digital converge cada vez mais, a cibersegurança deixou de ser um tema paralelo e passou a ser uma parte essencial da resiliência.
    «Nem todos os apagões são ciberataques, mas todos exigem preparação. O que o apagão ibérico recorda é que a resiliência das infraestruturas críticas depende cada vez mais da capacidade de antecipar falhas, responder com rapidez e integrar a cibersegurança como parte da continuidade operacional», afirma Ricardo Neves, responsável pela comunicação da ESET Portugal.
    A empresa defende que esta preparação deve incluir maior visibilidade sobre sistemas industriais, segmentação entre ambientes IT e OT, controlo de acessos remotos, monitorização contínua, revisão de dependências críticas e reforço dos planos de resposta e recuperação. O objetivo já não é apenas reduzir a probabilidade de ataque, mas também limitar o impacto quando um incidente ocorre.
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