Festival da Canção

Perpétua apresenta “Bem Longe Daqui” no Festival da Canção 2024

Banda concorre na primeira semifinal

“Bem Longe Daqui” é a música que Perpétua apresenta ao Festival da Canção 2024. A banda da Gafanha da Nazaré, Ílhavo, traz-nos um tema que faz jus ao que melhor sabe fazer: cantar a tristeza de forma alegre.

“Bem Longe Daqui” fala sobre emancipação, crescimento e aprendizagem, com grande influência nos estilos City-Pop e na J-Pop (pop japonesa). A banda estará a concurso na primeira semifinal do certame, no dia 24 de fevereiro, e “Bem Longe Daqui” já pode ser escutada em todas as plataformas.

Xavier “Xumiga” Sousa, Diogo Rocha, Rúben Teixeira e Beatriz Capote já tinham escrito “Bem Longe Daqui” para integrar o álbum que a banda vai apresentar ao público em 2024, mas com o convite para participarem no Festival da Canção 2024 não tiveram grandes dúvidas em escolher e trabalhar “Bem Longe Daqui” para apresentar ao concurso que escolhe o representante português para a Eurovisão, por acharem que é uma música que representa e define bem a nova primavera da Perpétua.

Na falta de melhor, recorremos a uma amiga da banda, Maria Inês Santos, para descrever a “Bem Longe Daqui”: “é uma música que fala sobre viagens literais e metafóricas, físicas e emocionais, sobre a procura de um lugar quando se está noutro”. Para a banda é uma música sobre emancipação, crescimento e aprendizagem, que convida cada ouvinte a pintar um cenário próprio na sua cabeça.

Sobre a participação no Festival, a banda refere “crescemos com o Festival da Canção na televisão e ainda nos custa acreditar que a Perpétua está num dos maiores palcos da música portuguesa, se não o maior. Vamos, acima de tudo, mostrar quem somos e que música fazemos. Tudo o que vier do festival será bonito e um marco para a nossa banda”.

Em tom de brincadeira, Perpétua diz que a banda é o “hobby profissional” dos quatro elementos. Todos os músicos têm outras ocupações profissionais, não fazendo “(ainda!)” da música a sua profissão principal e, claro, isso complicou as contas da participação no festival mas “com boa vontade, tudo se faz. Até porque este é um dos nossos maiores sonhos”.

A música foi gravada, misturada e masterizada por Rúben Teixeira, nos Wakai Studios, na Gafanha da Nazaré, a produção ficou a cargo de Xavier Sousa e a composição foi dividida por todos os elementos da banda. Para a atuação no Festival da Canção 2024, a banda terá várias surpresas, sabendo-se já que toda a equipa será da Região de Aveiro.

©Joel Marques

Sobre os Perpétua

O Diogo, o Rúben e o Xavier conhecem-se numa escola de música na Gafanha da Nazaré, Ílhavo, onde se inicia o percurso musical de cada um, bem como uma amizade que viria a ser a semente de onde germinaria a Perpétua. O Diogo conhece a Beatriz no ensino secundário, última pétala desta flor.

Lançam o seu primeiro single, “Condição”, em setembro de 2020, estreando-se logo em novembro do mesmo ano ao vivo, na abertura de um concerto de André Henriques. Em março de 2021, lançam o seu álbum de estreia Esperar Pra Ver e com ele o single “Perdi a Cor” que os deu a conhecer às lides nacionais. A propósito de uma parceria com a Câmara Municipal de Ílhavo, reinventam cinco canções do vencedor do Festival da Canção de 1981, Carlos Paião, também ele músico da terra, com o EP Muito Mais. Sobem ao palco do Festival da Canção em 2024, ano em que também revelam o seu segundo álbum de originais.

Acima de tudo, Perpétua procura pintar novas paisagens musicais, cantando a tristeza alegremente, de forma leve e demorada, como se cuida de um jardim.

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