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Festival Sete Sóis Sete Luas começa com os catalães L’Avalot este domingo em Oeiras

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A 29.ª edição do festival arranca com o espetáculo “FOC”, da companhia de teatro catalã L’Avalot, no Parque dos Poetas, em Oeiras.

Segue-se a Med 7sóis Orkestra, a 6 de julho, que reúne músicos norte-africanos, dos Balcãs, de ilha de La Réunion e da bacia do Mediterrâneo, com um conjunto de instrumentos da cultura ocidental, sob a direção do compositor, produtor e guitarrista português Diogo Clemente.

A produção é original do festival Sete Sóis Sete Luas e vai decorrer na Fábrica da Pólvora de Barcarena.

A 4 de julho, no Auditório Almeida Garrett, o espanhol Leo Bassi vai apresentar um espetáculo de magia.

Os músicos Arab-Jewish 7Luas Ensemble atuam a 9 de julho, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, com um espetáculo dedicado à tradição vocal e instrumental do mundo árabe, judeu e do Mediterrâneo, que sintetizam, no seu programa.

Segue-se a Orquestra Popular Sete Sóis da Ilha do Fogo, a 16 de julho, com a participação da cantora cabo-verdiana Ceuzany. A artista começou a cantar aos 12 anos, fez parte do grupo Cordas do Sol e venceu o prémio de melhor intérprete feminina e melhor música tradicional nos Cabo Verde Music Awards em 2017.

A 23 de julho, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, será a vez de Luar na Lubre, um grupo musical de Espanha, com um repertório centrado na música tradicional galega, que aborda com arranjos musicais contemporâneos.

A banda Zagala atua a 30 de julho, na Fábrica da Pólvora de Barcarena, com um repertório que surge de tradições da Península Ibérica: jotas, ‘seguidillas’, ‘charros’, ‘fandanguillos’, ‘ajechaos’, sevilhanas, entre outras danças.

Na Fábrica da Pólvora de Barcarena, a 6 de agosto, vai atua a nova criação artística original do festival Sete Sóis Sete Luas, com o conjunto de seis músicos provenientes das diferentes margens do mundo.

Os músicos que compões o grupo são Custódio Castelo, de Portugal, na guitarra portuguesa e na direção musical, Bernard Joron, de La Réunion, no cante, Alide Sans, da Catalunha, no cante, guitarra e acordeão, Moisés Ramos, de Cabo Verde, no piano, Tiago Soares, de Portugal, na percussão, e Mario Rivera, da Sicília, no baixo.

Outra produção original do festival Sete Sóis Sete Luas conta com a participação de cinco músicos da ilha de Santo Antão, a 13 de agosto, também na Fábrica da Pólvora de Barcarena, com um repertório que recuperou temas de trabalho de camponeses e pescadores daquela ilha de Cabo Verde.

Os cinco músicos que compõem o espetáculo são Domingos Lima, Rogério Monteiro, Rui Salomão, Roger dos Santos e John D’Brava, com a cantora da ilha de La Réunion Gwendoline Absalon, como convidada especial. A direção musical é do italiano Mário Incudine.

A 20 de agosto, atua o cantor brasileiro Edu Miranda, que soma um percurso de 22 anos na música, e colaborações com músicos como Gilberto Gil, Mário Laginha, Maria João, Martinho da Vila, Filipa Pais, Pedro Jóia, João Afonso, Rui Veloso, André Sardet, Luís Represas, Isabel Silvestre, Real Companhia, Danças Ocultas e Amina Alaoui. Atua na Fábrica da Pólvora de Barcarena.

Será também aqui, em Barcarena, que o festival encerra a 27 de agosto, com o grupo musical de sul de Itália Parafoné, que fez parte do elenco da Orquestra Popular da Calábria, cujos projetos receberam artistas como Piero Pelù, Simone Cristicchi e The Dhol Foundation.

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