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Uma noite fantástica de Cante Alentejano em Dia Mundial da Música

São Luiz Teatro Municipal

O Dia Mundial da Música não poderia ter melhor homenagem, o Cante Alentejano subiu ao palco do São Luíz, para uma noite fantástica onde alguns dos melhores grupos corais do alentejanos, representaram o cante de forma brilhante.

O Cante Alentejano veio a Lisboa, muitas vezes esquecido e abandonado, deu à sala de Lisboa uma noite inesquecível. Vivo através das vozes mais velhas que continuam a cantá-lo, mas também nas vozes jovens que têm descoberto esta forma maravilhosa de cantar.

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Cantexto < Teatro São Luiz < 2024.10.01 ©Luís M. Serrão

O Cante celebra, em 2024, uma década como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO, esta distinção que veio ajudar no reconhecimento não só da forma de cantar mas também de todos os intérpretes do Cante.

Este projecto que marcou presença em Lisboa, Cantexto, projeto original do Futurama – Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, e que tem convidado, escritores portugueses contemporâneos a compor novas modas para os grupos corais, atualizando os seus repertórios tradicionais.

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Cantexto < Teatro São Luiz < 2024.10.01 ©Luís M. Serrão

Assim se tem renovado não só as letras e músicas, mas o Cantexto é a garantia de continuidade de uma das mais belas tradições do Alentejo e Portugal.

Veja aqui as fotos do Cantexto no São Luiz Teatro Municipal

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Cantexto < Teatro São Luiz < 2024.10.01 ©Luís M. Serrão

GRUPOS E MODAS CANTADAS

  • Cantadores do Desassossego (Beja)
    Mais de Mil Coisas Eu Fiz
    Letra/Música: Valério Romão/ António Doutor
  • Cantadores de Beringel (Beringel, Beja)
    Em Mil Seiscentos e Vinte
    Letra/Música: Richard Zimler/Ana Santos e Celina da Piedade
  • Grupo Coral Feminino “As Ceifeiras de Pias” (Pias, Serpa)
    Planura Nua Vestida de Voz
    Letra/Música: Regina Guimarães/Ana Santos e Celina da Piedade
  • Grupo Coral e Etnográfico da Academia Sénior de Serpa (Serpa)
    O Estrangeiro
    Letra/Música: Gonçalo M. Tavares/Armando Torrão
  • Grupo Coral da Mina de São Domingos (Mina de São Domingos, Mértola)
    Moda das Flores nas Lapelas
    Letra/Música: Afonso Cruz/Ana Santos e Celina da Piedade
  • Grupo Coral da Vidigueira (Vidigueira)
    A Palavra foi Passando
    Letra/Música: Marta Pais de Oliveira/Ana Santos e Celina da Piedade
  • Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde” (Castro Verde)
    Quando parte um de nós
    Letra/Música: Tiago Rodrigues/Paulo Ribeiro
  • Grupo Coral Feminino e Etnográfico “As Ceifeiras de Entradas” (Entradas, Castro Verde)
    Mulher de Vento
    Letra/Música: Djaimilia Pereira de Almeida/Paulo Ribeiro
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Cantexto < Teatro São Luiz < 2024.10.01 ©Luís M. Serrão

Ficha Técnica

Conceção artística John Romão Grupos de Cante Alentejano Cantadores de Beringel, Cantadores do Desassossego, Grupo Coral da Mina de São Domingos, Grupo Coral da Vidigueira, Grupo Coral e Etnográfico da Academia Sénior de Serpa, Grupo Coral Feminino “As Ceifeiras de Pias”, Grupo Coral “Os Ganhões de Castro Verde”, Grupo Coral Feminino e Etnográfico “As Ceifeiras de Entradas” Escritores Afonso Cruz, Gonçalo M. Tavares, Marta Pais de Oliveira, Djaimilia Pereira de Almeida, Regina Guimarães, Richard Zimler, Tiago Rodrigues, Valério Romão Design da faixa Cantexto Horácio Frutuoso Produção executiva Ana Ademar Administração Joana Portela Comunicação Manuela Costa, Laila Algaves Nuñez Apoios República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Fundação Millennium BCP Apoios à apresentação Turismo do Alentejo, Câmara Municipal de Beja, Câmara Municipal de Castro Verde, Câmara Municipal de Mértola, Câmara Municipal de Serpa, Câmara Municipal da Vidigueira

Nota do editor

Um concerto fantástico como este, merecia no entanto alguem com qualidade a fazer as luzes, foi de facto de muita má qualidade o jogo de luzes apresentado, fico sempre sem perceber se o técnico de luzes não gosta da música, do artista ou simplesmente do trabalho que faz, ou ainda acha-se um génio da iluminação e resolve “inventar”, sem respeitar os intervenientes, o publico e a imprensa, e esquece a rebra mais básica da iluminação, ver-se os artistas e o espectaculo.

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