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“Sempre-em-Pé” de Gustavo Sumpta na ECOSTEEL

No próximo dia 3 de Março a ECOSTEEL acolhe nas suas instalações a performance “Sempre-em-Pé” de Gustavo Sumpta, uma ação performativa que surge como homenagem do próprio aos colaboradores que executam trabalho repetitivo. Desta forma, o performer irá permanecer na estrutura durante as 8h de trabalho, cumprindo assim o horário dos trabalhadores.

Na ECOSTEEL, aquela que é por muitos considerada a mais artística fábrica nacional, será ainda criada uma instalação permanente com recurso a materiais excedentes intitulada “repete, repete, repete”.

As portas da ECOSTEEL abrem-se assim a partir das 8h00 para dar a conhecer a arte performativa de Gustavo Sumpta numa produção ArtWorks, uma organização que, nascida na ECOSTEEL, produz, desenvolve e fabrica obras de arte, projectos e exposições, proporcionando uma atitude colaborativa e experimental com criadores de várias áreas artísticas.

O final da tarde será marcado por um espaço de interacção entre o artista, os trabalhadores e todos os visitantes.

Gustavo Sumpta nasceu em 1970 Luanda, vive e trabalha em Lisboa. É artista visual, performer e ator de cinema. Como artista visual, destaca as exposições individuais: Vim para Enterrar César no Centro de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC); Luto,Galeria Casa A Molder, Lisboa (2020), Coser a Língua ao Céu-da-Boca, Rosalux, Berlim (2017); Gustavo Sumpta, Ar Sólido, Lisboa (2015); Boa hora para trabalhar, Uma certa falta de coerência, Porto (2014); Enquanto o sangue corre a pique, Parkour, Lisboa (2013). Das exposições coletivas, destaca: Curar e Reparar, Anozero – Bienal de Coimbra (2017), O Tempo e o Modo, para um retrato da pobreza em Portugal, Pavilhão 31, Lisboa (2015); A Natureza ri da Cultura, Museu da Luz, Alqueva (2013); Gyumri Biennial, Ethnographic Museum of Gyumri (Arménia); prémio EDP, Novos artistas, Central do Freixo, Porto. Como performer e autor, Gustavo Sumpta estreou Sempre-em-Péno Festival Temps d’Images (2020) e mostrou ainda Levantar o Mundo(2020) no Festival Cumplicidades, em Lisboa; Pó de lâmpada, na Galeria Pedro Oliveira, Porto, e na ZDB, Lisboa (2015); Comboio Fantasma, na Calçada do Combro, Lisboa (2012); A raiz da fruta, no Point d’Impact Festival, Genebra (2010); Assim não vais longe, Re.al, Lisboa (2008); Amigo do meu amigo não é meu amigo, Centro Cultural de Vila Flor, Guimarães (2006); e Vitória, vitória, acabou-se a história, Toxic Project, Fundição de Oeiras, Oeiras.

Confirme sempre junto da sala de espetáculos ou promotor as condições de acesso, confirmação da data ou horário, local de venda dos bilhetes, preço e disponibilidade.

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